<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916</id><updated>2011-08-31T10:46:35.637-03:00</updated><category term='Série Trechos de Músicas'/><category term='Melhores'/><title type='text'>Portal do Tempo e Espaço Indefinido</title><subtitle type='html'>"Deves ser veraz ainda que com isso te arrisques a ir ao fogo."</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>129</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-7956651509146469170</id><published>2011-07-30T14:21:00.001-03:00</published><updated>2011-07-30T14:22:21.303-03:00</updated><title type='text'>Impressões de um dia offline</title><content type='html'>Enquanto escrevo isso, apenas o meu e-mail está aberto. O gtalk, o facebook, o twitter, o msn, enfim, todas as redes sociais estão fechadas. A internet do celular, desligada desde ontem à noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem não é um &lt;i&gt;forever online&lt;/i&gt;, isso pode soar banal. Mas quem é sabe que existe uma compulsão pela internet, um vício: estar &lt;i&gt;online&lt;/i&gt;. Assim como a esmagadora maioria das pessoas não consegue passar um dia sem ligar a TV, nós não ficamos um dia sem a internet. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o advento das redes sociais, esse vício culminou no comportamento &lt;i&gt;forever online&lt;/i&gt;, que aqui eu caracterizo como estar sempre disponível na internet. E não adianta estar com o &lt;i&gt;status &lt;/i&gt;ocupado, ausente, invisível, você está lá. E há pessoas que sempre sabemos invisíveis, então é como se elas estivessem &lt;i&gt;online&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão não é abolir a internet da noite para o dia. A internet, como tudo na vida, tem suas vantagens e desvantagens. É preciso saber aproveitá-la da melhor maneira possível, sem se tornar apenas escravo de mais um vício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-jXPaavVNEIQ/TjMRtssttJI/AAAAAAAAEXU/_0ATG2jj54w/s1600/IMG_4313.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://4.bp.blogspot.com/-jXPaavVNEIQ/TjMRtssttJI/AAAAAAAAEXU/_0ATG2jj54w/s200/IMG_4313.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Nesse momento, por exemplo, eu estou utilizando a internet, até porque hoje em dia a quase totalidade dos empregos possui um computador conectado e ele é necessário para a execução das tarefas diárias. O diferencial é que, sem as redes sociais, pode-se ter mais foco, não só nas tarefas do trabalho, mas em outras coisas que se queira fazer na internet, como ler notícias, livros, textos, atualizar o blog, assistir a um vídeo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu consigo até perceber uma tranquilidade nova de não estar esperando por nenhum alerta sonoro de nova mensagem, de não olhar o msn e o gtalk a cada cinco minutos para ver quem está online, de não dividir minha atenção em três, quatro conversas com temas diferentes, de não mudar de aba o tempo todo para ver se há alguma atualização. Uma coisa inédita: desde o terceiro parágrafo deste texto não mudei de aba uma só vez. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitas coisas que queremos fazer na internet, entre elas conversar com nossos amigos, mas às vezes vale a pena descansar um pouco desse frenesi diário que é estar &lt;i&gt;online&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-vDHUjW1jY_c/TjMRrWUZ77I/AAAAAAAAEXQ/SxzAEeX2Xfk/s1600/IMG_4254.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="178" src="http://2.bp.blogspot.com/-vDHUjW1jY_c/TjMRrWUZ77I/AAAAAAAAEXQ/SxzAEeX2Xfk/s200/IMG_4254.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;E, principalmente, há muitas coisas que queremos e precisamos fazer fora da internet, longe do computador, longe da televisão (essa eu aboli mesmo, recomendo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, o que é que nós tanto queremos saber da vida alheia, quando temos uma espinhosa jornada de autoconhecimento para trilhar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça a experiência. Fique &lt;i&gt;offline&lt;/i&gt;, desligue a TV, desligue o computador e observe quais vantagens isso traz a você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-SE7iVyIMczU/Ta22d1j1EmI/AAAAAAAAEM8/0AouClMaO4c/s1600/IMG_4844.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-SE7iVyIMczU/Ta22d1j1EmI/AAAAAAAAEM8/0AouClMaO4c/s400/IMG_4844.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;*Texto escrito em 29 de julho, o dia &lt;i&gt;offline&lt;/i&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Um ótimo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; artigo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; para acompanhar o dia &lt;i&gt;offline&lt;/i&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.infowars.com/facebook-pied-piper-of-the-new-world-orders-technological-control-grid/"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Facebook– Pied Piper of the New World Order’s technological control grid&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Referência: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Flautista_de_Hamelin"&gt;Pied Piper of Hamelin (O Flautista de Hamelin)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-7956651509146469170?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/7956651509146469170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=7956651509146469170' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7956651509146469170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7956651509146469170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2011/07/impressoes-de-um-dia-offline.html' title='Impressões de um dia &lt;i&gt;offline&lt;/i&gt;'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-jXPaavVNEIQ/TjMRtssttJI/AAAAAAAAEXU/_0ATG2jj54w/s72-c/IMG_4313.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-3615827095135699011</id><published>2011-07-25T17:21:00.001-03:00</published><updated>2011-07-29T17:34:16.975-03:00</updated><title type='text'>Amizade</title><content type='html'>Não é fácil quebrar certos paradigmas, principalmente aqueles relacionados a relacionamentos, que em geral afetam diretamente o emocional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que o melhor é ser leal à Amizade, acima de tudo. Prefiro mil vezes ser um ombro amigo, ao lado do qual meus amigos podem ser eles mesmos, a ser mais uma atriz no teatro da sociedade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos representam um papel nesse teatro, mas do lado dos Amigos Verdadeiros nós podemos ser quem realmente somos, com tranquilidade, sem receio de julgamento ou preconceito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra ser amigo de verdade, é necessário deixar de lado o orgulho, o ciúme, os preconceitos, a inveja, a competição, o julgamento, enfim, todas as mazelas do ego que enchem os relacionamentos de conflitos e incompreensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vemos nas pessoas com quem nos relacionamos as ilusões que queremos ver, e não quem elas realmente são, assim como elas não nos conhecem verdadeiramente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queremos passar nossas vidas ao lado de amigos ou queremos nos encaixar nos padrões duvidosos da sociedade e viver esse teatro até quando não conseguirmos mais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amizade verdadeira é amor incondicional, sobre o qual tudo que se constrói é Fortaleza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-3615827095135699011?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/3615827095135699011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=3615827095135699011' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/3615827095135699011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/3615827095135699011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2011/07/amizade.html' title='Amizade'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-3353556293349792607</id><published>2011-06-30T08:24:00.001-03:00</published><updated>2011-07-29T17:34:39.006-03:00</updated><title type='text'>Jakarta e sua teia de relações</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;Esses dois meses em Jakarta foram uma experiência tão surpreendentemente rica que eu fiquei sobrecarregada com a quantidade de informação para processar. Nos últimos dias, fiquei com uma coisa em mente: preciso escrever sobre Jakarta antes de sair de Jakarta, para canalizar toda essa frequência para um texto, que infelizmente nunca será suficiente para descrever e analisar a vida, mas é sempre uma maneira de organizar e sintetizar ideias, algo que adoro fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A noção de experiência é diversa. Para alguns, a experiência é eminentemente visual (e fotográfica, na era digital se você não tiver mil fotos do lugar é porque você não aproveitou). Para outros, a experiência é apenas viver o cotidiano, se misturar e se dissolver no &lt;i&gt;status quo&lt;/i&gt; da localidade. Acrescento então mais um elemento a esse conceito, a experiência psicológica. Se o mundo das ideias é onde está a realidade, esse é um tipo de experiência que não podemos deixar de considerar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, a experiência em Jakarta foi visual e fotográfica, com uma necessária diminuição da quantidade em prol da qualidade; foi também uma dissolução nesse &lt;i&gt;status quo&lt;/i&gt;, como algo necessário para fugir ao estereótipo de turista típico; mas foi acima de tudo uma série de choques conscienciais sucessivos, não instantaneamente percebidos por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Jakarta, eu descobri sobre os dramas invisíveis da convivência. A tensão de energias colocadas em atrito, buscando subconscientemente e a todo momento um equilíbrio, um denominador comum impossível sem o conflito e o isolamento, que agora sei premissas da construção de uma convivência tranquila visível e invisivelmente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Jakarta, confirmei o pensamento de que a distância nada mais é do que um paradigma. A distância física é superestimada, somos iludidos pelo visível e pelo palpável a ponto de estressarmos nossa mente com paranoias de solidão e de necessidade de estar presente. Mas o que é mesmo estar presente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu percebi que vários "problemas" estavam aguardando eu me afastar do Brasil para saírem de suas tocas e demandarem minha atenção, eu não enxerguei claramente toda a teia de situações. Afinal, quando deixamos o emocional em descontrole por um minuto que seja, perdemos momentaneamente a oportunidade de ver o jogo de xadrez como o observador externo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo de que frequentemente não temos noção é qual é nosso impacto nesse mundo. E isso não é determinado pela presença física. Uma vibração direcionada é uma presença, por isso posso dizer que estive na Indonésia e no Brasil ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conceito de presença é falho porque se baseia naquilo que temos de mais banal: a matéria densa. Se observarmos o quanto nossa mente se desloca em um minuto, ficaremos espantados com a ausência de limites, com o infinito absoluto de possibilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é então a verdadeira presença?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por meio da vibração, você pode ir a qualquer lugar, estar com quem você quiser e sentir que a distância física não existe. A verdadeira presença é o &lt;u&gt;sentir&lt;/u&gt;. Se você e o outro vibram em uma mesma frequência, não existe distância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Jakarta, eu também aprendi sobre a surpreendente trajetória das pessoas. Esse conhecimento foi complementar a outro que aprendi em Belo Horizonte pouco antes de vir para cá. Um amigo me ensinou que as coisas têm uma história que vai muito além do que nosso pensamento superficial pode visualizar. Um copo não é apenas um copo. É resultado de um amplo processo, que envolve incontáveis elementos, cada um com a sua própria história, culminando em uma teia de infinitas relações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não paramos para pensar nisso com relação às coisas, que dirá com relação às pessoas, que são muito mais complexas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa complexidade se perde na nossa observação do outro, por uma série de fatores, entre eles a distração, o egoísmo e a ilusão. O primeiro é simples, se estivermos distraídos, sequer perceberemos a existência do outro, menos ainda sua complexidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pensamos nas pessoas, pensamos nas pessoas e em suas relações conosco. Se essa relação não for aparente, mais difícil fica a percepção do outro. Mas quando há relação, mesmo que mínima, temos em mente &lt;u&gt;o outro em relação a nós&lt;/u&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, &lt;u&gt;o outro em relação a mim&lt;/u&gt; não é o mesmo que &lt;u&gt;o outro em relação a você&lt;/u&gt;. Então quem é esse outro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso nos leva ao terceiro ponto. A não ser que busquemos viver em consciência e com a totalidade do nosso ser, a "imagem" que temos do outro será frequentemente uma ilusão. Uma referência automática a um conceito que está em nosso interior, e não uma interpretação atenciosa do outro. Esse e outros fatores formam um espesso véu entre o eu e o outro, distorcendo a percepção do eu a respeito do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um simples objeto remete&amp;nbsp; a uma insondável teia de relações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ser remete ao universo em sua totalidade. Todos somos um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-t5SI0bNC4zI/TgxcAngggRI/AAAAAAAAEVg/h3QCTLQ0_oY/s1600/jakarta.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="222" src="http://2.bp.blogspot.com/-t5SI0bNC4zI/TgxcAngggRI/AAAAAAAAEVg/h3QCTLQ0_oY/s400/jakarta.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-3353556293349792607?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/3353556293349792607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=3353556293349792607' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/3353556293349792607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/3353556293349792607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2011/06/jakarta-e-sua-teia-de-relacoes.html' title='Jakarta e sua teia de relações'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-t5SI0bNC4zI/TgxcAngggRI/AAAAAAAAEVg/h3QCTLQ0_oY/s72-c/jakarta.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-7027674280361013474</id><published>2011-04-14T16:49:00.001-03:00</published><updated>2011-07-29T17:35:00.388-03:00</updated><title type='text'>Os 25 há cinco</title><content type='html'>Eu estou tão fora de órbita mesmo com os últimos acontecimentos nas minhas vidas pessoal, espiritual, social, profissional, universal (como se desse pra separar uma da outra), que nem havia percebido que meu aniversário se aproxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é interessante e oportuna a dinamicidade da vida. O encadeamento ilusório dos acontecimentos ora parece obedecer a uma lógica universal, ora parece não obedecer a lógica alguma. E mesmo que esse encadeamento possa não existir de fato, ele é bem didático para uma autoanálise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja como for, a vida flui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há cinco anos eu estava na faculdade, estudando paralelamente para concursos, tinha um namorado (o/) e imaginava que vinte e cinco anos era uma boa idade para casar/juntar/&lt;i&gt;settle down&lt;/i&gt; com alguém e quem sabe um filho aos vinte e sete, se desse na telha. Não sei bem se eu pensei isso aos vinte, mas foi por aí, os números se confundem, 20, 25, 27, &lt;i&gt;whatever&lt;/i&gt;. O importante é que eu lembrei disso hoje e ri. Tudo mudou tantas vezes que agora me parece até absurdo planejar para cinco anos na frente. Ou pra um ano. Ou pra um mês. Ou pra uma semana. Tá, ainda planejo pro dia seguinte, mas estou trabalhando nisso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Várias das palavras que conheço hoje não existiam ainda no meu vocabulário. Vários dos paradigmas do passado já estão quebrados. A mente está mais desperta, mais consciente, a caminho da liberdade plena. O coração está bem melhor também. Cronologicamente, um ano se passou, mas quem é que existe cronologicamente? O modo como &lt;u&gt;sentimos&lt;/u&gt; a nossa existência é o que conta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então eu me pergunto: concretizar um plano é mesmo uma coisa boa ou será que isso só mostra que a gente estacionou em um determinado &lt;i&gt;mindset&lt;/i&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observando o quanto somos capazes de mudar em absolutamente todos os aspectos, chego à conclusão de que fazer um plano de longo prazo, se você se tornar obsessivo com relação a ele, perseguindo-o mesmo que o fluxo da vida esteja indo em um rumo diferente, é como lutar contra o seu próprio processo evolutivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Just for the records&lt;/i&gt;, fazer planos é diferente de fazer escolhas. E a vida segue por meio de escolhas, não de planos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eu acho que estará minha vida daqui a cinco anos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/OqrdVsdhip8/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OqrdVsdhip8&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266" src="http://www.youtube.com/v/OqrdVsdhip8&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;A change of plans is something to be welcomed.&lt;/i&gt; &lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Yay! I changed again!&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-7027674280361013474?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/7027674280361013474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=7027674280361013474' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7027674280361013474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7027674280361013474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2011/04/os-25-ha-cinco.html' title='Os 25 há cinco'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-966373654712063511</id><published>2011-03-16T02:04:00.001-03:00</published><updated>2011-07-29T17:36:34.876-03:00</updated><title type='text'>A idade adulta dos porquês</title><content type='html'>Vocês já se perguntaram por que temos tanta necessidade de perguntar? As respostas podem variar em um espectro de "pra saber", "pra ter certeza" até a clássica desculpa "só por perguntar". Entretanto, raramente observamos o quanto é ineficaz o ato de perguntar algo &lt;u&gt;a alguém&lt;/u&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 40% dos casos, você já sabe a resposta, seja por dedução ou por intuição. A tão almejada resposta serve somente para você reafirmar o que já sabia ou para você ficar inquieto como se acabasse de ter descoberto o que já sabia. Parece um jogo psicológico, não? Eu só sei o que eu sei se eu ouvir de alguém o que eu sei?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em mais 40% dos casos, você vai se irritar com a resposta, não vai gostar, vai questionar, se incomodar, criticar, espernear, dizer qual resposta a pessoa deveria ter dado, ou seja, fazer tudo que a gente faz quando tem as expectativas frustradas (o simples ato de ter expectativa gera um risco de frustração). "Por que perguntou, então?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 5% dos casos, você realmente vai aproveitar algo daquela resposta, ela vai te estimular a pensar, refletir, ponderar e chegar à &lt;i&gt;sua&lt;/i&gt; resposta para a mesma pergunta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os 5% restantes eu deixo para os casos em que eu não pensei e para perguntas que não se encaixam nesse dilema, como, por exemplo, "que horas são?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem ocorrer diversas variações, obviamente, mas é basicamente assim que se processa um dilema de pergunta-resposta envolvendo dois ou mais indivíduos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo mental é tão individual que eu penso que as interações entre os indivíduos só são úteis porque provocam reflexões individuais que vão dar origem a respostas individuais. Tudo que se ouve são interpretações e correlações do que foi dito, e não literalmente o que foi dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tudo é, então, um processo muito mais individual do que social, antes de perguntar ao outro, pergunte a si mesmo. Isso sim é eficaz. Serve inclusive como um teste de relevância para a pergunta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já passaram por aquela situação de fazer uma pergunta e a resposta aparecer na sua mente um segundo depois?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de verbalizar ao outro uma pergunta, faça-a a si mesmo e veja que respostas obtém. Isso é um exercício que exige bastante prática e é, ao mesmo tempo, um treino para a intuição. A tendência é ficar cada vez menos dependente das respostas alheias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se, ainda assim, você não encontrar a resposta em si mesmo (como se ela pudesse estar em outro lugar), vale respirar fundo e observar, pois ela pode estar vindo logo em seguida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-966373654712063511?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/966373654712063511/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=966373654712063511' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/966373654712063511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/966373654712063511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2011/03/idade-adulta-dos-porques.html' title='A idade adulta dos porquês'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-2266466888408837820</id><published>2011-03-04T17:04:00.005-03:00</published><updated>2011-07-29T17:36:56.878-03:00</updated><title type='text'>Os outdoors do autoconhecimento</title><content type='html'>O que eu faço quando me incomodo com o comportamento alheio? Condeno. Acabei de ler um texto que respondeu de maneira excelente a essa pergunta. O que é a condenação senão um ataque contra si mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já sabemos que somos nossos maiores inimigos, dessa forma, quando atacamos o outro, quando o condenamos, não estamos fazendo mais do que acrescentar traves aos nossos olhos. Traves que vão nos impedindo progressivamente de enxergar nossas próprias falhas, exercício para o qual não há ninguém mais qualificado do que nós mesmos (cada um cuidando das suas, obviamente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enxergar a sua própria falha é, pois, um exercício eminentemente individual. Não há aquele que aponte um "erro", pois, ao apontar, está se referindo a si mesmo, mesmo que não perceba. O mais difícil é enxergar algo com que não concordamos (&lt;i&gt;erro &lt;/i&gt;é uma concepção limitada, um dualismo) e ficarmos quietos, conscientes de que aquilo não nos afeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensemos. Condenar, apontar "erros" não afeta a mais ninguém além daquele que aponta. Ficamos nervosos, alterados, pois estamos preocupados com o que o outro está fazendo. E o outro não precisa nem saber que existimos para que tal situação se promova. Muitas vezes, aquele que teve a audácia de "errar" na nossa frente segue feliz, sem fazer a menor ideia de que estamos em guerra por dentro. (Para uma próxima reflexão: apontar "erros" não soa extremamente pretensioso?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Louvar as falhas alheias (ou mesmo as próprias)? Não é necessário, assim como não nos cabe condená-las. Não nos cabe nem mesmo condenar nossas próprias falhas, pois condenar é algo que não opera nenhuma mudança. Cabe sim, a cada um, conhecer e consertar suas próprias falhas. E ninguém tem nada com isso. Vocês já viram alguém anunciar suas falhas em um &lt;i&gt;outdoor&lt;/i&gt;? Então não precisamos também fazer propaganda dos nossos progressos. Não se recebe um parabéns por ter feito o que era apenas sua obrigação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-IbmJMu0LsRw/TXFGE0SK9qI/AAAAAAAAEFg/t06cVMmkqMk/s1600/outdoor.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="https://lh3.googleusercontent.com/-IbmJMu0LsRw/TXFGE0SK9qI/AAAAAAAAEFg/t06cVMmkqMk/s320/outdoor.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Referência: &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.filosofiaesoterica.com/ler.php?id=61"&gt;A Arte de Não Condenar os Outros&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.filosofiaesoterica.com/ler.php?id=695"&gt;Identificando e Vencendo o Egoísmo Sutil&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-2266466888408837820?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/2266466888408837820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=2266466888408837820' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2266466888408837820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2266466888408837820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2011/03/os-outdoors-do-autoconhecimento.html' title='Os outdoors do autoconhecimento'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/-IbmJMu0LsRw/TXFGE0SK9qI/AAAAAAAAEFg/t06cVMmkqMk/s72-c/outdoor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-7598851869637238063</id><published>2011-01-19T01:18:00.001-02:00</published><updated>2011-07-29T17:37:48.666-03:00</updated><title type='text'>Coq au vin</title><content type='html'>Eu estaria mentindo se dissesse que tudo começou com as unhas azuis, mas penso que foi de tanto observá-las que percebi, visualmente, que de fato venho me des(cons)truindo ao longo dos últimos três anos. É como se eu precisasse edificar o meu templo sobre os escombros, e não sobre a terra limpa. Tudo que eu construí em cima da terra infértil do radicalismo, absolutamente tudo está em ruínas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me percebi imediatamente nesse processo de desconstrução. Assim que as primeiras bases das minhas ilusões ruíram, apenas me lancei à depressão, como todos o fazem. Lugar comum da desilusão. Mas tudo que sucedeu, em uma velocidade incrível, foi o anti-cristo do meu "eu" anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes questiono o porquê dessa velocidade. Vivo em ritmo acelerado para acabar logo com tudo que me prende ao meu "eu" paradigmático? É como um cientista louco à procura do maior número de experiências possível em um espaço de tempo o mais curto possível, como se o mundo fosse acabar (e isso justificasse deixar de lado a qualidade das experiências). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes questiono inclusive a necessidade das representações visuais e materiais na quebra de paradigmas. É realmente necessário sentir o sabor? A esta pergunta, respondo que sim. De outra forma, não se obtém a experiência de misturar-se a algo para então entendê-lo e respeitá-lo. E é necessário que isso seja feito de maneira consciente em sua totalidade. Deduzir que sentiu o sabor não é igual a sentir o sabor. Não há envolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um fato: é preciso experimentar o sushi mais de três vezes para aprender a apreciá-lo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse momento, consciente da minha desconstrução, busco uma das características do meu "eu" anterior de que ainda me lembro e que acho apreciável: a paciência. Quero reaprender a esperar e a observar, e só então saborear cada experiência em sua totalidade de cores, formas, sentidos e vibrações. Sem pressa, mesmo que um mundo inteiro esteja afundando rapidamente diante dos meus olhos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-7598851869637238063?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/7598851869637238063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=7598851869637238063' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7598851869637238063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7598851869637238063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2011/01/coq-au-vin.html' title='Coq au vin'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-8271050063722906120</id><published>2010-12-03T20:17:00.002-02:00</published><updated>2010-12-03T20:19:21.514-02:00</updated><title type='text'>O espírito natalino minimalista</title><content type='html'>Os preparativos para o Natal começam a impregnar os ambientes das energias dessa época. As decorações começam a aparecer, pomposas ou tímidas. As pessoas começam a andar de um lado para o outro fazendo listas, combinando detalhes, fazendo vaquinhas, organizando trocas de presentes. Outras pessoas começam a correr da loucura da reconstrução do "espírito natalino" e dizem &lt;i&gt;não &lt;/i&gt;para todos os amigos ocultos a que são convidadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nós mesmos, aparece aquele espírito auto-indulgente de se presentear, comprar para si mesmo aquilo que há muito tempo queríamos (ou não). Aquela vontade de presentear os amores e entes queridos. A vontade de comprar uma roupa especial para o episódio da ceia de Natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não preciso continuar a discussão já batida sobre o que é realmente o espírito natalino. Seria aquele que aparece nas propagandas com 50% de desconto? Seria aquele que impulsiona os familiares e amigos a se reunirem e festejarem? Ao mesmo tempo, seria então uma hipocrisia se reunir somente no Natal? E, apesar disso, já que o Natal é para muitos uma data mais especial do que as outras, não seria então uma oportunidade para cosntruir laços verdadeiros em vez de cantar mau humoradamente a hipocrisia das datas comemorativas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reflexões, apenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste Natal, o orçamento apertado me fez repensar e reduzir minha lista de presentes para mim e para os outros. Ao mesmo tempo, trouxe a oportunidade de refletir e buscar alternativas para passar a minha vez no jogo do consumismo natalino. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que nossos familiares e amigos adoram ganhar presentes novinhos e caros (assim como muitos de nós), e muitas vezes tudo que não queremos é ouvir aquele comentário maldoso ou ver aquela expressão amarela diante de nosso presente baratinho, mas de coração. Entretanto, sucumbir ao consumismo é comprovadamente um círculo vicioso. Dessa forma, vamos nos libertar da vontade de agradar ao outro com um presente que talvez vá gerar uma fatura gigante de cartão de crédito no mês que vem (e vamos encarar eventuais expressões de desagrado, acontece). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse espírito natalino minimalista, encontrei algumas boas indicações no &lt;a href="http://zenhabits.net/bah/"&gt;Zen Habits&lt;/a&gt;. Abaixo, adaptei as mais interessantes para nossa realidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Faça outras coisas com a família, como cantar músicas natalinas, cozinhar, jogar futebol (no original, ele também sugere assistir "It's a Wonderful Life", mas acho que nenhum programa da TV aberta brasileira vai ser grande coisa pra assistir com a família).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Reunir a família para fazer trabalhos voluntários.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pedir às pessoas que façam uma doação para uma instituição de caridade em vez de te darem presentes. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Produzir presentes que tenham significado. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fazer uma troca de presentes com coisas que você já tem (achei essa a melhor ideia, um amigo oculto em que não precisaremos comprar nada, e sim presentear o amigo com algum item nosso que esteja em bom estado, mas em desuso).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cozinhar presentes.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ter alguma experiência em vez de dar bens materiais: fazer alguma coisa divertida juntos, ir à praia ou a um lago (ok, um pouco longe da realidade árida de Brasília, mas existem coisas divertidas que não envolvem praias e lagos). &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Encontrar esperança. O Natal tem muito potencial para ser sobre muito mais do que comprar — ele pode ser um tempo de esperança, renovação, entes amados, inspiração, contemplação. Converse com a sua família sobre isso — como podemos encontrar meios de ser esperançosos, gratos, cooperativos? Como podemos ser mais presentes em vez de preocupados com a compra de presentes?&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quem topa um amigo oculto de usados? o/ &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-8271050063722906120?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/8271050063722906120/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=8271050063722906120' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8271050063722906120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8271050063722906120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2010/12/o-espirito-natalino-minimalista.html' title='O espírito natalino minimalista'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-1494917124702444569</id><published>2010-11-29T16:55:00.000-02:00</published><updated>2010-11-29T16:55:08.012-02:00</updated><title type='text'>Reflexões para a boa convivência</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;O que evitar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1. Julgamento. &lt;/b&gt;Evite julgar, mesmo que só no pensamento. Nenhuma reação existe sem ação. Se o julgam hoje, é porque já julgou. Evitando o julgamento, quebra-se esse ciclo infrutífero. Quem  julga o outro é porque se acha melhor do que ele. Quaisquer que sejam  os critérios de certo e errado, que por sinal são sólidos como as ondas  no mar, achar-se melhor que outro apenas demonstra pobreza de espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados" Lucas 6:37&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. Ciúme. &lt;/b&gt;Deriva do sentimento de posse. Dessa forma, evite o apego. Pratique o Amor universal, incondicional e desinteressado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3. Apontar defeitos.&lt;/b&gt; Um tipo de julgamento. Ataca a autoestima daqueles que não se sentem seguros de si. Apontar defeitos nos outros demonstra, antes de tudo, a própria insegurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca." Mateus 12:34 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4. Comparação. &lt;/b&gt;Evite comparar as pessas umas com as outras. Mais um tipo de julgamento, tipo esse que despreza a individualidade inerente a cada um. Cada pessoa é um universo. Dessa forma, não faz sentido estabelecer comparações ou até mesmo padrões. As pessoas não são para se encaixarem em padrões, mas para serem aceitas e amadas como elas são.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Amarás o teu próximo como a ti mesmo." Mateus 22:39&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5. Preconceito. &lt;/b&gt;Incompatível com as noções de Amor universal e fraternidade universal. O invólucro carnal é diverso, porém temporário, e não exerce influência no caráter, só para citar um tipo de preconceito. Muito acima de cor da pele, opção sexual, opção religiosa, estilo de vida, ou qualquer das milhares de coisas que são alvo de preconceito - somos todos irmãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;6. Fanatismo. &lt;/b&gt;O ser humano caminha invariavelmente para a evolução, de forma que onde quer que esteja, estará aprendendo lições valiosas que com certeza se somarão à sua caminhada evolutiva. Julgar um caminho como certo em detrimento de outro é uma atitude pretensiosa. Se pouco sabemos de nós mesmos, que dirá dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Na casa de meu Pai há muitas moradas" João 14:2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;O que cultivar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1. Individualidade.&lt;/b&gt; Vivemos em sociedade, mas o constante impulso de igualar todas as pessoas, encaixá-las em um padrão, é uma violência ao espírito, à individualidade que cada ser possui. Viver harmonicamente em sociedade, mas sem anular o seu eu verdadeiro. Ao contrário, fortalecê-lo cada vez mais em detrimento do &lt;a href="http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2002/12/o_ego_1.html"&gt;ego&lt;/a&gt;, para que seja cada vez mais senhor de si e esteja cada vez mais imune às investidas regulares da sociedade para padronizá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. Silêncio.&lt;/b&gt; O pensamento convertido em voz possui grande poder. Dessa forma, é necessário ter cuidado com o que verbalizamos, principalmente com relação a nós mesmos. O ser humano constantemente sabota sua própria vida com verbalizações negativas, depressivas, más, de todo infrutíferas, que apenas denotam desequilíbrio e frustração. Se ainda não conseguiu controlar o pensamento (que tem força independente de ser verbalizado ou não), que comece exercitando o silêncio, poupando a si mesmo e aos outros da verborragia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3. Vibração.&lt;/b&gt; Tudo vibra constantemente no universo. Por meio de um exercício de consciência, podemos modificar nossa frequência vibratória. Vibrando positivamente, com amor e em harmonia, atrairemos vibrações afins. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Toda  manifestação de energia, seja esta no nível da matéria, do pensamento,  emoção, vontade, desejo, amor, raiva, é construída através de  vibrações e, dessa forma, podemos, com um duro trabalho de  autoconsciência, mudar nossa frequência vibratória."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-1494917124702444569?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/1494917124702444569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=1494917124702444569' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/1494917124702444569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/1494917124702444569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2010/11/reflexoes-para-boa-convivencia.html' title='Reflexões para a boa convivência'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-7822034294133249759</id><published>2010-10-15T00:01:00.000-03:00</published><updated>2010-10-15T00:01:52.386-03:00</updated><title type='text'>Mitos da alimentação saudável</title><content type='html'>Há dois meses venho buscando uma alimentação cada vez mais saudável. Nesse pouco tempo, pude observar e experienciar os vários mitos e preconceitos que a nossa organização social associou à alimentação saudável ao longo da existência nesse planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mito n. 1: alimentos saudáveis são muito caros.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante quase toda a minha vida, dei pouca importância à alimentação. Creio que não tive mais prejuízos decorrentes disso porque minha família em si não tem uma alimentação tão ruim. O meu pensamento era o seguinte: para que gastar dinheiro com comida, que você come e ela vai embora rapidamente, se podemos gastar dinheiro com bens materiais que vão durar muito mais? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento, porém, não consigo mais ver sentido no meu antigo raciocínio. Quando refletimos sobre a vida e o que se leva dela, percebemos que a única coisa que realmente possuímos, e ainda assim temporariamente, é o corpo. Aqui uns pensarão: mas para que cuidar do corpo se vamos morrer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já é sabido que o mau uso que se faz do corpo caracteriza um suicídio lento. Uma rotina de alimentação ruim e de sedentarismo abrevia a nossa preciosa existência nesse planeta. Os livros estão aí para contar a história daqueles que assim se foram e que lamentam profundamente o mau uso que fizeram da única coisa material que verdadeiramente possuíram. Um ótimo exemplo é o filme Nosso Lar, que mostra justamente uma história de suicídio lento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, como já foi dito, tudo que é feito ao corpo físico reflete nos corpos mental e espiritual. Dessa forma, apesar de o corpo físico eventualmente morrer, o dano que foi feito a ele estará refletido nos nossos corpos imortais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para completar a reflexão sobre esse mito, um pensamento banal: "passamos metade da vida gastando saúde para ganhar dinheiro, e a outra metade gastando dinheiro para recuperar a saúde". Nem preciso dizer o que é mais caro, uma alimentação saudável ou um médico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mito n. 2: para que se alimentar saudavelmente se você já é magra?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre me lembro de que na Grécia Antiga o padrão de beleza da mulher não eram as mulheres magras ou, como é hoje em dia, as mulheres magérrimas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O propósito da alimentação saudável não é estético, muito embora esse fator atraia muitas pessoas para uma boa alimentação. A perda de peso é uma consequência da alimentação saudável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A busca por um padrão de beleza estabelecido pela  sociedade não passa necessariamente pelo caminho da alimentação  saudável. Prova disso são as clínicas de cirurgia estética. Se se busca  apenas o padrão de beleza, pode-se muito bem ir pelo caminho da  intervenção cirúrgica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, pessoas magras não são necessariamente saudáveis. Apenas exames específicos podem revelar, por exemplo, o percentual de gordura ruim no corpo. Gordura essa que pode causar várias doenças tanto em uma pessoa magra como em uma pessoa gorda. Cabe aqui a reflexão sobre os termos &lt;i&gt;magro &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;gordo&lt;/i&gt;. Percebam que o termo "gordo" carrega um sentido pejorativo, ao passo que "magro" não tem essa conotação. E isso se dá apenas por causa do padrão de beleza estabelecido pela sociedade atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma ramificação desse mito é o de que pessoas magras podem comer porcaria sem que isso lhes traga danos. A curto prazo, a má alimentação pode não demonstrar seus efeitos externamente, na aparência, o que podemos considerar até como uma desvantagem das pessoas magras em relação às gordas. Os magros que acreditam somente na estética acabarão por procurar a alimentação saudável mais tarde, quando o corpo reclamar por meio de sérios problemas de saúde. A longo prazo, de uma forma ou de outra, certamente chegaremos na parte da vida em que gastaremos nosso dinheiro para cuidar dos problemas de saúde decorrentes da nossa péssima alimentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mito n. 3: por que você está se alimentando dessa maneira, foi recomendação médica? &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novamente, a tendência em pensar que só se deve cuidar do corpo quando ele já entrou em colapso. Cuidando bem do corpo, estaremos justamente evitando que precisemos tanto do médico. Se paramos para pensar sobre a gama de doenças que estão relacionadas à má alimentação, percebemos que estamos percorrendo o caminho inverso. O que comemos, ao lado do que pensamos e do que sentimos, é uma das coisas que mais afeta nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ponto da reflexão, é importante atentar para a pressão social. Por que nos preocupamos tanto com o que o outro está comendo? Fará alguma diferença para você se eu comer macarronada no almoço? Fará alguma diferença para mim, para os meus corpos físico, mental e espiritual, se você comer pudim de sobremesa? Nenhuma. Socialmente, entretanto, as pessoas procuram se reunir em grupos que fazem a mesma coisa porque a quantidade dá uma ideia de legitimação às suas atitudes. Se a sociedade come bolo todo dia, isso não diz nada sobre a qualidade do bolo. Isso diz apenas que, estatisticamente, nós estamos comendo bolo todo dia. Isso nos leva ao próximo mito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mito n. 4: eu tive uma alimentação ruim a vida inteira e não morri.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Praticamente autoexplicativo. Por sorte, a maioria dos corpos humanos são resistentes, por isso temos a ilusão de que a má alimentação não está gerando nenhuma reação. Entretanto, sempre que há algo de errado com o corpo, ele envia sinais até a sua mente, para que ela preste atenção no que está acontecendo. Aí que aparecem as doenças, o mal-estar, a fadiga, entre outras inúmeras reações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O imediatismo com que tratamos a vida faz com que nos preocupemos muito mais com a violência que está além dos muros das nossas casas do que com a "violência" que praticamos diariamente contra nosso próprio corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mito n. 5: você vai emagrecer com essa alimentação, vai ficar doente.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito pelo contrário. Percorrendo o caminho natural, afastaremos inúmeras doenças, ficaremos cada vez mais fortes e resistentes. Da mesma maneira que não é saudável estar muito acima do peso, não é saudável engordar por meio da ingestão de alimentos ruins. Tanto uma coisa como a outra culminarão no colapso do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O emagrecimento que pode ocorrer será a eliminação das toxinas que acumulamos no organismo. Uma alimentação saudável, aliada à importantíssima atividade física regular, jamais será a causa do enfraquecimento do corpo físico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que olhamos tanto para o exterior e nos iludimos tanto com a parca visão  que temos das coisas? Aprendemos a ouvir o outro e a acreditar no que ele fala, criando assim as engrenagens sociais que chamam de loucos e paranoicos aqueles que querem apenas cuidar de si, sem que isso nem ao menos afete uma só pessoa que não seja ele mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feche os olhos físicos, respire fundo e perceba o seu  interior. Aprenda a interpretar o que ele diz. As respostas estão todas  ali, no seu centro, no seu eu verdadeiro. E a partir do momento em que o centro começar a se fortalecer, as pressões sociais não serão mais do que diversão para o dia a dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No supermercado hoje:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu - esses alimentos saudáveis são tão caros né?&lt;br /&gt;Priscilla, a moça do caixa - é, são mesmo né! Por que você tá comprando isso, foi recomendação médica?&lt;br /&gt;Eu - (rindo) ah, não, não. Quero justamente evitar isso. Cuidar bem do corpo antes de precisar de médico né.&lt;br /&gt;Priscilla - é, eu que o diga, com essa minha coluna.&lt;br /&gt;Eu - pois é, uma coisa que ajuda muito nesse caso é fazer atividade física.&lt;br /&gt;Priscilla - (rindo muito) ih, eu sou muito sedentária!&lt;br /&gt;Eu - (rindo) pois é, aproveita e começa amanhã! =D&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-7822034294133249759?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/7822034294133249759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=7822034294133249759' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7822034294133249759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7822034294133249759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2010/10/mitos-da-alimentacao-saudavel.html' title='Mitos da alimentação saudável'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-8191413110984417540</id><published>2010-10-11T17:15:00.012-03:00</published><updated>2010-10-11T17:15:00.101-03:00</updated><title type='text'>Evolução vs. frustração básica da vida</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Deyse e Daniel &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Por que a maior parte da população vive em contínuo estado de depressão? O que é essa frustração básica que simplesmente existe (ou seria preexiste)? Embora tentemos explicá-la por meio de motivos mais palpáveis, oriundos dessa vida, a depressão básica encontra explicação nas múltiplas vidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine que você conhece um mundo feliz, em que não há desigualdade, guerra, competição. Todos os seus habitantes compartilham tudo o que têm e se ajudam em nome do amor universal. Imagine agora que você irá desse mundo para um outro, em que existe tudo quanto pode ferir a alma de quem o habitar. A primeira sensação é a de estar preso, condenado a viver nesse mundo estranho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao encarnar, passamos pelo esquecimento, para que possamos começar uma nova jornada e para que tudo que conseguirmos aqui seja alcançado com mérito. Entretanto, a nossa consciência é a mesma e, apesar de não podermos acessar todo o seu conhecimento e todo o seu potencial, podemos senti-la, podemos nos sintonizar com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É nesse ponto que nasce a depressão básica da vida. A sensação de que tudo poderia ser melhor e a percepção de que não é. A sensação de que você próprio poderia ser melhor e não é. A saudade da sua origem. Tudo isso gera frustração, e os seres humanos em geral escolhem a &lt;i&gt;estagnação mental&lt;/i&gt; ou o &lt;i&gt;rebaixamento mental&lt;/i&gt; como fugas a esse sentimento de frustração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rebaixando o seu nível de consciência, o ser humano consegue atingir temporariamente uma ignorância que o poupará do sofrimento causado pela frustração. A própria depressão básica em que vivemos é um tipo dessa ignorância. Nesse ponto, toda a construção social do ego contribui para que fiquemos estagnados, pois a sociedade atual está organizada de modo a propagar valores vazios, buscas meramente materiais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez a estagnação seja mais danosa do que as oscilações "para baixo", pois nestas ocorrem choques que podem ser capazes de provocar um despertar de consciência, ao passo que na estagnação os choques são por assim dizer mais fracos. Considera-se também que não há involução. O ser pode estar temporariamente em ignorância, mas assim que acessar sua consciência, tudo que aprendeu estará lá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A evolução, por outro lado, requer oscilações "para cima". Aumentar o nosso nível de consciência e o nosso nível de amor universal é um constante exercício. Este planeta proporciona um âmbito enorme de situações mais ou menos  conflitantes, tendendo para o caos ou para a paz, respectivamente. O ser humano é, então, continuamente exposto a conflitos de toda natureza, de  acordo com a evolução que pretendeu obter. Somente deste  modo alcançará uma evolução permanente, ou seja, galgará mais um degrau na escada evolutiva e, daí para diante, passará a oscilar deste ponto para cima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/TLNrfqq538I/AAAAAAAADNQ/C83Eh02KLTo/s1600/graph.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="281" src="http://1.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/TLNrfqq538I/AAAAAAAADNQ/C83Eh02KLTo/s320/graph.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Essa evolução passa por todos os aspectos da vida, pois estão todos interligados. Corpo físico, mente e espírito, resumidamente. O corpo físico é a casa transitória, o veículo, é o modo de ação e atuação na terceira dimensão quando não se tem controle completo da energia, do corpo mental. Liga-se ao espaço, ao meio físico, porém não ao tempo, que é mental. Para que possamos vibrar em frequências mais altas, é necessário limpar o corpo físico das toxinas que adquirimos através do uso de drogas, da má alimentação, do sedentarismo e das emoções descontroladas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O corpo mental é o grande criador das ações e manifestações, transcende o tempo e o espaço, cruza planos e dimensões, tanto as mais elevadas como as mais baixas. Através do seu nível de frequência, de vibração, podemos elevar também a frequência de todos os outros corpos, principalmente do corpo físico, transcendendo as limitações físicas da matéria e utilizando cada vez mais a energia, inclusive a própria energia de que é feita a matéria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O corpo espiritual é o veículo pelo qual temos verdadeiro contato com o divino, a essência suprema, o grande criador. Através do corpo espiritual, percebemos nossa verdadeira origem, nosso Eu Superior (a primeira energia derivada da fonte suprema e não dividida ainda em polaridades masculina e feminina). Expressa-se através do coração, o centro de energia cardíaco, e vincula-se ao cosmos através do centro de energia coronário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo, é preciso evoluir a mente, representada pelo cérebro, mas também é igualmente importante evoluir o espírito, representado pelo coração, em direção ao amor universal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando o nível científico de um mundo supera em muito o nível de amor, esse mundo se autodestrói"*. Estamos vivenciando esta realidade, pois "se o nível de amor de um mundo é baixo, existe infelicidade coletiva, ódio, violência, separatismo, guerras, com um nível perigosamente alto de capacidade destrutiva"*.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, a evolução deste mundo e a possibilidade de visualização de um panorama mais feliz, em que predomine o amor universal, passa necessariamente pelo desenvolvimento individual, pela superação da frustração básica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra do momento é &lt;i&gt;despertar&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;*Trechos retirados do livro &lt;i&gt;&lt;a href="http://www.megaupload.com/?d=ULVRESY2"&gt;Ami: o menino das estrelas&lt;/a&gt;,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt; de Enrique Barrios.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-8191413110984417540?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/8191413110984417540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=8191413110984417540' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8191413110984417540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8191413110984417540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2010/10/evolucao-vs-frustracao-basica-da-vida.html' title='Evolução vs. frustração básica da vida'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/TLNrfqq538I/AAAAAAAADNQ/C83Eh02KLTo/s72-c/graph.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-6540417575473500457</id><published>2010-10-04T21:58:00.000-03:00</published><updated>2010-10-04T21:58:33.897-03:00</updated><title type='text'>Em busca do equilíbrio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;"Survival isn't strength, smarts, or speed; it's the ability to adapt to change." Leo Babauta&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Sobrevivência não é força, inteligência ou velocidade; é a habilidade de se adaptar à mudança. [tradução livre]&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A vida nos oferece diariamente situações conflitantes. O conflito entre o que &lt;i&gt;eu &lt;/i&gt;quero e o que a vida tem disponível para mim. Eu quero um carro, a vida me apresenta uma bicicleta. Eu quero uma casa própria, a vida me apresenta um aluguel. Esses são exemplos materiais, mas são inumeráveis os conflitos em todos os aspectos da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por estar em constante conflito, o ser humano tende a vincular a felicidade à resolução do conflito (a seu favor, obviamente). Serei feliz quando conseguir comprar um carro; serei feliz quando encontrar alguém que me ame; serei feliz quando aqueles que eu amo estiverem bem; serei feliz quando conseguir entrar na universidade; serei feliz quando conseguir seja lá o que for que &lt;i&gt;eu &lt;/i&gt;quero. Como fazem as pessoas que não conseguem tudo que querem? Estão condenadas à infelicidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho lido inúmeros textos que dizem que a felicidade está na busca e não em atingir um objetivo. Pote de ouro no fim do arco íris...? Já observaram quantas vezes vocês fizeram planos? E quantos desses planos de fato se tornaram realidade? A vida é uma grande frustração, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, como estar feliz e em equilíbrio em meio a toda essa oscilação típica da vida nesse planeta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1. &lt;/b&gt;Tudo muda continuamente. Se vincularmos o nosso bem estar a qualquer coisa externa à nossa individualidade, ao nosso verdadeiro eu, temos já uma garantia de infelicidade. O tempo e a energia que gastamos tentando sustentar o &lt;a href="http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2002/12/o_ego_1.html"&gt;ego&lt;/a&gt; poderiam ser utilizados na busca de quem nós somos verdadeiramente. Saber quem você é implica integridade, força, sustentação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; Programação mental. O que fazemos quando confrontados pela mudança? Desesperamo-nos. Ficamos inconformados. Será que poderíamos observar em quê essa mudança realmente afeta o nosso eu verdadeiro? Poderíamos nos programar mentalmente para aceitar a mudança e extrair dela as lições que certamente contém? Ok, somos/estamos humanos, é difícil controlar cada emoção que sentimos, mas é sabido que o chakra frontal controla o emocional, então, não é impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conhecer-se e o encontrar-se estão intimamente ligados à capacidade de se programar mentalmente. Quanto mais você se conhece, mais íntegro é e, portanto, mais habilidade terá para colocar-se em equilíbrio. Muitos se desapontam com este mundo justamente pelo caos que aqui existe. Entretanto, é somente em meio ao caos que podemos testar o nosso verdadeiro equilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as situações conflitantes trazem inestimáveis lições. Se na busca por um determinado objetivo você aprender várias lições, que importará conseguir ou não esse objetivo? A evolução é o que fica.&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Boas leituras no tema "Quem sou eu?" (em inglês):&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://www.craigharper.com.au/philosophical-spiritual/who-im-not/?utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_campaign=Feed%3A+RenovateYourLifeWithCraig+%28Motivational+Speaker+-+Craig+Harper%29"&gt;Who I'm not&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://www.craigharper.com.au/happiness/in-search-of-self/"&gt;In Search of Self&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Leitura complementar (em inglês):&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://zenhabits.net/perfect/"&gt;You-re already perfect&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-6540417575473500457?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/6540417575473500457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=6540417575473500457' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/6540417575473500457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/6540417575473500457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2010/10/em-busca-do-equilibrio.html' title='Em busca do equilíbrio'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-3678025842820343814</id><published>2010-10-02T00:03:00.000-03:00</published><updated>2010-10-02T00:03:04.199-03:00</updated><title type='text'>O princípio da não invasão</title><content type='html'>O que querer hoje em dia tornou-se uma questão bastante complicada. Poderia dizer que não quero nada de você além de você. Mas tenho medo de, querendo-te, invadir o teu espaço. Por isso eu penso, penso, penso muito mais do que digo. E muito pouco questiono. Questionar também não seria invadir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu não quero invadir. Quero um convite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes, porém, eu sinto meus pés caminhando por regiões em que ainda não sei se posso andar. Recuo quando me vejo rodeada pelo vazio. Quisera, nessas horas, não ter me perdido nessa escuridão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de eu me sentir egoísta por querer pensar em mim e então tentar anular tudo que eu venho sentindo, sempre existe um limite além do qual não consigo me expressar sem lágrimas. O vazio se torna insuportável e não existe outra maneira de preenchê-lo. Se não há nada para mim, qual o sentido de tudo isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E cada um verte por si mesmo as lágrimas que tem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-3678025842820343814?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/3678025842820343814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=3678025842820343814' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/3678025842820343814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/3678025842820343814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2010/10/o-principio-da-nao-invasao.html' title='O princípio da não invasão'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-8698708619590886267</id><published>2010-09-17T17:09:00.002-03:00</published><updated>2010-09-17T17:19:25.273-03:00</updated><title type='text'>Ansiedade e paranoia</title><content type='html'>É engraçado como, a cada acontecimento que mexe com meus interesses, minha mente tende inevitavelmente para a especulação, da qual pelo menos 80% é paranoia. Digamos que ocorra um fato &lt;i&gt;x&lt;/i&gt; que me deixe ansiosa. Minha mente imediatamente começará a desdobrar &lt;i&gt;x&lt;/i&gt; em &lt;i&gt;y&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;z&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;w&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;ad infinitum&lt;/i&gt;, criando situações prévias ou decorrentes de &lt;i&gt;x&lt;/i&gt;, sem que, no entanto, qualquer delas tenha de fato acontecido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não obstante, as emoções decorrentes das situações criadas são reais. É possível sentir todo tipo de coisa pelo simples fato de ter criado uma situação na imaginação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, é imprescindível estabelecer um limite para o pensamento paranoico. Isso porque o simples fato de refletir sobre as coisas demonstra uma preferência ou uma característica individual. Quem reflete, pensa, não vai deixar de fazê-lo de uma hora para outra, pois isso seria absurdo, autoritário e prejudicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento em que tentamos cercear nossos desejos, violentamos a nós mesmos. Se pensar é preciso, devemos pensar. Mas não devemos deixar de tentar aprimorar cada vez mais os nossos pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dito isto, sabendo que os pensamentos paranoicos especulativos virão, o que fazer para controlar a ansiedade decorrente do fato&lt;i&gt; x&lt;/i&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1. &lt;/b&gt;Ater-se aos fatos. Diagnosticar as situações criadas pela mente e parar de pensar sobre elas. Fora o fato &lt;i&gt;x&lt;/i&gt;, em geral, existem outros fatos reais. Pense sobre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. &lt;/b&gt;Assim como existe a gaveta da bagunça no Feng Shui, abra a sua gaveta mental de pensamentos paranoicos. Permita-se pensar o que quiser durante um curto espaço de tempo. Depois, feche essa gaveta e volte para a realidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt; Evite comentar com outras pessoas sobre pensamentos paranoicos, principalmente com pessoas que alimentarão ou serão influenciadas pela paranoia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ansiedade existe e só tende a piorar se dermos espaço para esses pensamentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poder da mente é enorme, tanto podemos migrar para uma realidade paralela dentro de nossa própria cabeça, como podemos treinar esse poder para conseguirmos cada vez mais autocontrole.&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;25 de agosto de 2010&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-8698708619590886267?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/8698708619590886267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=8698708619590886267' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8698708619590886267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8698708619590886267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2010/09/ansiedade-e-paranoia.html' title='Ansiedade e paranoia'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-2040295509590605796</id><published>2010-08-01T18:24:00.000-03:00</published><updated>2010-08-01T18:24:45.943-03:00</updated><title type='text'>When we just wanna be home</title><content type='html'>É certo que estar em qualquer outro lugar que não seja sua casa te traz uma perspectiva diferente do mundo. E não falo apenas de estar em um outro país. Sabe aquela sensação de acordar numa cama estranha, olhar ao redor e não conhecer nada direito, saber apenas vagamente o que é tudo aquilo, só porque existe um "tudo aquilo" básico que está em todos os lugares? E tem também a sensação de que depois disso todas as coisas que você conhece estarão sendo automaticamente comparadas com todas as outras coisas que você veio a conhecer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como dizem: já era. As experiências que temos recriam o nosso próprio mundo, que é no fim o único em que realmente vivemos. E tudo será mil vezes diferente se mil vezes olharmos para trás. E acredito que quanto mais longe formos, fisicamente ou não, menos pertenceremos a qualquer lugar, exceto ao lar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso os laços familiares são tão incríveis. De tudo que nós abandonamos na vida, é o que sentimos mais, mesmo se não admitirmos. E é engraçado constatar que, quando estamos longe e dizemos "nossa, como queria estar em casa", nunca estamos nos referindo à nossa casa em outro país, que será sempre temporária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando olho para trás, nesse momento, não me vejo em nenhum lugar que não seja a minha casa. A maior parte de todo o resto que eu vejo quando olho para trás, nesse momento, já faz parte de um mundo distante demais de mim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-2040295509590605796?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/2040295509590605796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=2040295509590605796' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2040295509590605796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2040295509590605796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2010/08/when-we-just-wanna-be-home.html' title='When we just wanna be home'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-1388767359292444149</id><published>2010-07-21T19:59:00.000-03:00</published><updated>2010-07-21T19:59:01.104-03:00</updated><title type='text'>London is to be walked</title><content type='html'>Hoje no trabalho uma colega profetizava... "se você tiver que vir para cá definitivamente, você virá. Em outra época, quando você estiver preparada, você irá para qualquer outro lugar. Você faz a sua parte, mas Deus é quem sabe qual será o seu destino". Sempre questiono a utilidade de fazer planos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, saí do trabalho com o objetivo de voltar à Tomcat para buscar o sapato que eu havia reservado. Comecei a subir a Oxford Street e andei quase 1 km até descobrir que estava indo na direção errada. Não existe um tempo perdido quando se tem trinta dias. Tirei fotos do Marble Arch e resolvi ir ao museu do Sherlock Holmes, em 221b Baker Street.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caminho, topei com uma loja só de jogos, &lt;a href="http://www.ukgamesshop.com/Merchant2/merchant.mvc?Screen=CTGY&amp;amp;Store_Code=lcc&amp;amp;Category_Code=ORD-Pro"&gt;Chess &amp;amp; Bridge&lt;/a&gt;, na 44 da Baker Street. O dono estava fechando a loja, mas tive tempo de dar uma olhadinha e encontrei um quebra-cabeça de 1000 peças de "Onde está Wally?" por apenas £10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuei meu caminho para a "casa" do Sherlock, mas quando cheguei lá a mocinha vestida a caráter estava fechando o lugar. Muitas coisas fecham em horários normais, apesar de anoitecer só la para as 22h. Lá perto também encontrei The Beatles Store, que é bem pequena, apertada, esquisita até, e repleta de souvenirs dos Beatles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saí de lá e liguei para o dono da Tomcat, "fechamos às 19h", "tô passando aí". Então fiz o caminho de volta até a estação de metrô de Baker Street. Tinha duas opções: a linha Jubilee ou a Bakerloo. Por alguma razão alheia à minha mera vontade, peguei a Bakerloo, que estava dez vezes mais cheia que a Jubilee.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E lá no trem lotado, a dois ou três passos cheios de pessoas, estava a razão. Os olhos mais bonitos que eu já vi em toda a minha vida. Os londrinos podem ser estranhos às vezes, se vestir mal, não ter nada de interessante, mas devo declarar que têm olhos bonitos. Esses olhos em particular estão agora no topo do meu Top Five Beautiful Eyes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhos puxados, mas não no estilo japonês, e sim do jeito que os olhos ficam quando a gente puxa um pouco a pele do rosto para cima, só que nesse caso totalmente natural. E ao mesmo tempo, olhos grandes e brilhantes, azuis claros com uma pupila bem pretinha. E os olhos não eram a única coisa interessante, como acontece na maioria dos casos que eu tenho observado. Andar de metrô aqui é uma experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desci na Covent Garden Station, que acreditam ser assombrada pelo fantasma do ator William Terris, que morreu ali perto. &lt;a href="http://www.tfl.gov.uk/tfl/corporate/modesoftransport/tube/history/"&gt;&lt;i&gt;Tube or False&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;, algumas estações de metrô daqui são extremamente estranhas e assustadoras (a Notting Hill Gate é uma das mais bonitas). A maioria das que eu "visitei" é normal e ampla, mas algumas possuem corredores muito estreitos, sujos, feios mesmo. E a Covent Garden tem um bônus: uma escada em espiral com 193 degraus. Claro, tem três elevadores com 98,8% das pessoas esperando para subir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui pela escada. Parece interminável, você não vê mais do que cinco pessoas descendo ou subindo, isso quase seis da tarde, quando tudo ainda está fervilhando de gente. Acho que no topo devia haver uma medalha esperando pelos vencedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei então esbaforida à Tomcat e comprei dois sapatos e não um só. O dono dessa loja é Persa, alguém já me explicou, mas não lembro bem o que exatamente isso quer dizer. Obviamente isso também quer dizer que ele é um exímio vendedor. Pelo menos consegui uns descontos, agora que eu sou uma feliz Tomcat Costumer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de sair perguntei onde ficava a estação de metrô mais próxima. Ele desenhou um mapa para mim e me explicou exatamente onde ir. À direita depois à esquerda no sinal e depois toda a vida até a estação. Segui os dois primeiros passos, mas esqueci do sinal. Dessa vez, percebi mais rapidamente que tinha errado o caminho. Quem se importa, andei a esmo procurando algum lugar para tomar um suco. Nota: a água daqui não mata a sede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei então um lugar chamado Silva. Provavelmente era Silva alguma coisa, mas só me lembro agora do Silva. Achei legal encontrar um sobrenome tão familiar e entrei. Os Silvas são italianos e serviram um &lt;i&gt;mixfruit juice&lt;/i&gt; para a "bela brasileira". Falamos inglês, italiano e português em menos de 5 minutos. Um dos funcionários deles inclusive era brasileiro. É nóis!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saí de lá e andei pelas paradas de ônibus, tentando entender qual linha iria para perto de onde eu estou morando. Mais fácil andar sem destino e esbarrar num Underground. Tropecei então na Tottenham Court Road Station e peguei o trem de volta para Southfields.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planos? Para quê?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-1388767359292444149?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/1388767359292444149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=1388767359292444149' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/1388767359292444149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/1388767359292444149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2010/07/london-is-to-be-walked.html' title='London is to be walked'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-5003739541758475534</id><published>2010-06-25T16:17:00.000-03:00</published><updated>2010-06-25T16:17:09.298-03:00</updated><title type='text'>Layla</title><content type='html'>Por quanto tempo ainda podemos viver aqui, onde a noite nunca termina, onde jamais temos sono ou cansaço e a luz do sol nunca chega para levar embora cada sonho que tivemos? Como prolongar o momento antes de as cores perderem seu brilho, as expressões tornarem-se sérias, as rotinas estenderem seus longos braços sobre nós, obliterando a poesia recém cantada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, as noites eternas dos amantes. Que graça haveria em cantar dos amantes os momentos em que a implacável luz sobre deles desaba, escondendo as verdades do coração e da alma e expondo as dúvidas e fraquezas que a noite sabiamente oculta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o dia não sabe o que a noite encerra, assim como a noite nada sabe sobre o dia. Por isso, ao acordar, tememos olhar para o lado e vislumbrar, talvez, uma individualidade já oculta sob as máscaras cotidianas. Por isso também, ao acordar, talvez olhemos para o outro lado, por medo de sermos surpreendidos com a face limpa em plena luz do dia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-5003739541758475534?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/5003739541758475534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=5003739541758475534' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/5003739541758475534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/5003739541758475534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2010/06/layla.html' title='Layla'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-8960918935480077669</id><published>2010-06-07T23:46:00.002-03:00</published><updated>2010-06-07T23:47:40.320-03:00</updated><title type='text'>Chest of sorrow</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/TA2uccQZk0I/AAAAAAAABZs/N96iomHMvrM/s1600/IMG_2425.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/TA2uccQZk0I/AAAAAAAABZs/N96iomHMvrM/s400/IMG_2425.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Oh shiny little things I treasure&lt;br /&gt;wish I could put y'all in a box&lt;br /&gt;and take with me for lands unknown&lt;br /&gt;where all the things I'll treasure&lt;br /&gt;sure will fit in this tiny little chest&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;all but love - treasure of the treasures&lt;br /&gt;which may remain unknown&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;for in the love I leave my soul is trapped&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-8960918935480077669?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/8960918935480077669/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=8960918935480077669' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8960918935480077669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8960918935480077669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2010/06/chest-of-sorrow.html' title='Chest of sorrow'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/TA2uccQZk0I/AAAAAAAABZs/N96iomHMvrM/s72-c/IMG_2425.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-2717845828138132038</id><published>2010-05-26T17:13:00.000-03:00</published><updated>2010-05-26T17:13:11.819-03:00</updated><title type='text'>Universos em expansão</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Cada ser humano é um universo em infinita expansão. &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela lê livros antigos de autoajuda, escritos em outro idioma. É uma forma de se conectar ao seu passado, do qual frequentemente sente saudades, o que posso atestar pelos lamentos que ouço de vez em quando, em meio a suspiros. É uma mente ativa, que precisa se ocupar. E são tantas as miudezas do dia a dia e do cuidado com o lar, com os filhos, com a aparência. Muito a consertar, muito. Muito a aconselhar, a dizer, sempre. Muito a pedir a Deus, com fé admirável. Nada, entretanto, que chegue perto do tamanho da saudade. Nada que remova o "eterno" espinho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que chega a ser uma saudade sem nome e sem forma. Uma entidade. Já faz parte da vida como qualquer outro hábito. É a arma que se conserva entranhada na carne porque retirá-la seria morrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E talvez tudo de que precise seja de uma página em branco, infinita de possibilidades.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-2717845828138132038?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/2717845828138132038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=2717845828138132038' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2717845828138132038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2717845828138132038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2010/05/universos-em-expansao.html' title='Universos em expansão'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-3360951481329512645</id><published>2010-05-25T12:07:00.001-03:00</published><updated>2010-05-25T12:10:18.655-03:00</updated><title type='text'>Silêncio e verdade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;A pause in speech is silence. Silence is one of the most&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;profound ways  to connect with your inner voice, with nature.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Silence is the best part  of speech.&lt;/i&gt;* &lt;a href="http://mnmlist.com/the-ellipsis/"&gt;mnmlist.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes perdemos tantas oportunidades de dizer a verdade, dizendo aquilo que nem sequer pensamos, seja por medo, por orgulho, que o registro de tantas inverdades acaba por conferir, de fato, forma de verdade a algo que não corresponde ao que sentimos, a uma inverdade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra não volta, independente do seu valor, é um registro. Por isso, o silêncio é sempre a melhor opção para quando não conseguimos ainda expressar o que há de verdadeiro em nossos sentimentos. Um registro de inverdade requer mais trabalho para ser substituído por um registro de verdade. O silêncio é livre de valores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode parecer que, quando falamos a verdade,  expomos nossas fraquezas, nos tornamos vulneráveis, mas contra ela não haverá argumento. A verdade por si só é uma força que, no paradoxo da exposição, acabará por nos tornar mais fortes e íntegros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;*Uma pausa no discurso é silêncio. O silêncio é uma das formas mais profundas de se conectar com sua voz interior, com a natureza. O silêncio é a melhor parte do discurso. (tradução livre) &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-3360951481329512645?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/3360951481329512645/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=3360951481329512645' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/3360951481329512645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/3360951481329512645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2010/05/silencio-e-verdade.html' title='Silêncio e verdade'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-333863232707647771</id><published>2010-05-19T16:47:00.000-03:00</published><updated>2010-05-19T16:47:41.811-03:00</updated><title type='text'>A montanha</title><content type='html'>Sinto-me cada vez mais distante, como se o mundo fosse se apequenando diante de mim. As vozes, os sons, os ruídos, as cores, tudo se torna de repente vago, impreciso, fluido, incorpóreo. É claro que é necessário prosseguir, e eu sigo sempre às tarefas diárias, às missões a que me proponho, como quem as risca, uma a uma, da enorme lista que assumiu. Devo ainda seguir a outras missões, àquelas que tenho evitado. Mas a mente ora vagueia indiferente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso em lugares diversos, invisíveis, altos e distantes, onde o vento varre a superfície e também as preocupações, deixando o campo limpo e livre para a reflexão. Pura. Solitária. Atemporal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distante de tudo, assim como o observador externo do jogo de xadrez, antevejo movimentos, pondero e traço jogadas diferentes para minha própria vida. Livre da personalidade que tanto ilude, entro finalmente em contato comigo mesma. E munida dessa energia, desse conhecimento, adquiridos a conta-gotas a cada dia, posso caminhar novamente em meio à vida irreal a que estamos condenados. Porém, sempre com uma perspectiva nova e mais ampla no olhar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-333863232707647771?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/333863232707647771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=333863232707647771' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/333863232707647771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/333863232707647771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2010/05/montanha.html' title='A montanha'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-2443488030631403370</id><published>2010-04-12T20:23:00.000-03:00</published><updated>2010-04-12T20:23:46.881-03:00</updated><title type='text'>All of a sudden...</title><content type='html'>É operada primeiramente uma reviravolta no estômago. Tudo estava tão terrível, entediante, repetitivo, doente até. Faltava motivação, empenho, energia, todas essas coisas que fazem a gente acordar feliz para um novo dia. &lt;i&gt;Fearless&lt;/i&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um telefonema, esse ciclo foi quebrado. A partir de agora, quer as coisas façam sentido ou não, haverá toda uma nova energia para se transformar em realizações. As tarefas maçantes que devem ser terminadas terão também outra cara. Não se parecerão mais com uma prisão, um túnel sem luz no fim, mas, sim, com um cronômetro em contagem regressiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Sweet days ahead. Just smile. &lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-2443488030631403370?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/2443488030631403370/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=2443488030631403370' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2443488030631403370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2443488030631403370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2010/04/all-of-sudden.html' title='All of a sudden...'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-4329069387845958522</id><published>2010-04-12T00:30:00.000-03:00</published><updated>2010-04-12T00:30:22.097-03:00</updated><title type='text'>Existindo</title><content type='html'>Escrevi recentemente sobre desacelerar, viver plenamente, e sobre as ilhas desertas, aqueles momentos em que a solidão é tão necessária e até mesmo prazerosa. O encontro consigo mesmo, a chance de entender o vazio, às vezes monstruoso, que há em cada um. Encontro que não é possível quando estamos principalmente concentrados nas buscas materiais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vazio, a falta de motivação, a falta de sonhos, metas, tudo isso me faz pensar em qual seria o objetivo de cada vida sobre a Terra. É fato que para cada vida há um objetivo. Entretanto, também é fato que muito dificilmente conheceremos o nosso próprio objetivo, pela própria natureza da vida nesse planeta. Dessa forma, o questionamento talvez não seja qual o objetivo da minha existência, mas o que posso realizar com a minha existência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Partindo do pressuposto de que toda existência caminha inevitavelmente para a evolução, um objetivo básico da vida, válido para todos os seres, seria o de melhorar a si mesmo, desconsiderando aqui as muitas outras acepções que essa ideia pode trazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma existência encerra basicamente três possibilidades. O ser pode não cumprir seus objetivos ou cumpri-los de maneira insatisfatória, muitas vezes agravando sua situação; pode cumprir seus objetivos satisfatoriamente, não fazer mais do que sua obrigação; e pode ainda cumprir seus objetivos e fazer mais do que lhe foi proposto, ampliando de certa forma a importância prática da sua existência e acelerando seu processo evolutivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma teoria bastante geral que, para cada um, soará de maneira diferente, dependendo do seu grau de compreensão e evolução. Dependendo da sua ideia do que seja aprimorar-se. No entanto, é preciso dizer que não se trata absolutamente de aprimoramento material e, sim, espiritual. A busca pela espiritualidade, marca dessa era, passa necessariamente pelo autoconhecimento e pelo consequente aprimoramento de si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A consciência inerente a todo ser humano nos torna seres capazes de discernir se estamos fazendo mais ou menos do que podemos. Cada um sabe sempre de si. E apenas de si.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-4329069387845958522?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/4329069387845958522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=4329069387845958522' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4329069387845958522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4329069387845958522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2010/04/existindo.html' title='Existindo'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-8493711541531455259</id><published>2010-03-22T14:24:00.000-03:00</published><updated>2010-03-22T14:24:31.468-03:00</updated><title type='text'>Ilhas desertas</title><content type='html'>Nessas horas em que eu preciso e prefiro me calar, nessas horas em que a boca não se mexe, a voz não sai, o corpo feito pedra não responde nem aos impulsos mais instintivos, nessas horas a voz alheia fere e as investidas deixam mais profundas as feridas. E eu não tenho força para fugir. O tempo escoa lento, ao contrário dos pensamentos que de tão rápidos e vários não chegam a ser compreendidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso que eu fuja, é preciso que me esconda, que desvie ou feche os olhos, mas a vida às vezes tem um quê de filme de terror. Os tormentos ficam todos à espreita e, num susto, aparecem na sua frente. E ninguém acredita que se morra de susto. Ainda bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes eu acreditava que se devesse esgotar tudo antes de partir, todo o amor, toda a raiva, todas as palavras, possibilidades, toda a energia incômoda que parte de um para outro e, às vezes, vice-versa. Não acredito mais. Agora prefiro acreditar em ilhas desertas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há sempre aquela pergunta, em que se pretende que você faça uma escolha óbvia: quem você levaria com você para uma ilha deserta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense na ilha como um lugar para passar uma temporada consigo mesmo, longe da rotina e das pessoas. Apenas você e a sua consciência. Todo o tempo para pensar, refletir, ponderar, esquecer, perdoar, quem sabe até sentir saudades, das coisas boas e ruins. Exercitar e enraizar a paciência, para que tudo fosse diferente ao voltar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, a ilha deserta é uma utopia. Mas observo que podemos nos mudar temporariamente. Deixar uma ilha e partir para outra, com rotinas, pessoas e dilemas diferentes. Quando enfim voltarmos, muita coisa já terá passado, menos o que for bom e real.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-8493711541531455259?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/8493711541531455259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=8493711541531455259' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8493711541531455259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8493711541531455259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2010/03/ilhas-desertas.html' title='Ilhas desertas'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-5284920741509759349</id><published>2010-03-18T10:03:00.000-03:00</published><updated>2010-03-18T10:03:59.036-03:00</updated><title type='text'>No meio do caos</title><content type='html'>O que fazer hoje?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio do caos e da correria do dia a dia, foi essa a pergunta que me fiz hoje. Há milhares de coisas que eu poderia fazer e outras tantas que eu &lt;i&gt;devo &lt;/i&gt;fazer, mas fico feliz de ter me permitido essa pergunta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em momentos em que tudo vai mal, é comum termos a oportunidade de refletir sobre o que temos feito nos últimos tempos. Tem sido importante? Tem acrescentado algo a nossa existência? Tem valido todo o estresse? Não. Seja lá o que for, não paga o estresse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pretendo ser minimalista, ainda. Entretanto, observemos de maneira simples que, enquanto estamos estressados e obcecados em nossas buscas por dinheiro, sucesso, estabilidade, estamos nos afastando de nós mesmos e de entes queridos e amigos, ou seja, daquilo que realmente pode nos trazer alguma felicidade. É lógico. Se sua mente estiver cheia de preocupações nesse sentido, muitas outras coisas passarão despercebidas. Um exemplo clássico é a própria saúde, que inegavelmente se deteriora em buscas desse tipo, motivadas somente pelo desejo impensado de enriquecer, largamente difundido em nossa sociedade. Pergunte a alguém por que quer ficar rico e obterá o diagnóstico desse problema. Não há motivo, não há razão senão a satisfação pessoal, sempre egoísta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio do caos, é quando o sábio corpo reclama. Porque não basta se alimentar bem, ir ao médico regularmente, ter um bom plano de saúde. É preciso pensar cuidadosamente nas escolhas e em suas consequencias. Valerá a pena todo o estresse para ser rico e poderoso aos trinta, quarenta, se não tivermos saúde para desfrutar? Não deveríamos estar desfrutando do que quer tivéssemos, fosse muito ou pouco, desde sempre? Não deveríamos estar vivendo durante toda a vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez o segredo esteja justamente em buscar o contrário: a simplificação da vida. Ganhar menos, ter menos, gastar menos, viver mais. Viver no sentido pleno da palavra, não apenas sobreviver. O discurso agora é minimalista e, muito embora seja de difícil compreensão e mais difícil ainda execução, podemos simplificá-lo até o ponto em que conseguiremos começar a viver de acordo com algo que esteja relacionado à própria vida, no sentido mais espiritual e luminoso da palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/S6IkDWFd-fI/AAAAAAAAA7A/rU85Ac6bboo/s1600-h/vida2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/S6IkDWFd-fI/AAAAAAAAA7A/rU85Ac6bboo/s320/vida2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;a href="http://dias.danilo.zip.net/arch2009-07-05_2009-07-11.html"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A esse respeito: &lt;a href="http://www.becomingminimalist.com/2010/03/16/the-10-most-important-things-to-simplify-in-your-life/"&gt;the 10 most important things to simplify in your life&lt;/a&gt; (em inglês).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para descontrair:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/S6IkLZ2XmGI/AAAAAAAAA7I/jxD_-ua5cQI/s320/procurando-sentido-da-vida.jpg" /&gt;&lt;a href="http://dias.danilo.zip.net/arch2009-07-05_2009-07-11.html"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-5284920741509759349?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/5284920741509759349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=5284920741509759349' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/5284920741509759349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/5284920741509759349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2010/03/no-meio-do-caos.html' title='No meio do caos'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/S6IkDWFd-fI/AAAAAAAAA7A/rU85Ac6bboo/s72-c/vida2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-2789925511161104252</id><published>2010-03-09T14:17:00.000-03:00</published><updated>2010-03-09T14:17:11.717-03:00</updated><title type='text'>Do que é feita a tranquilidade</title><content type='html'>Duas horas da madrugada. Uma chuvinha fina. O barulho melancólico e ritmado das gotas que caem do telhado em algo que provoca um som oco. Uma certeza: ele não vem. E mesmo se viesse, de que adiantaria? Amanhã e depois também não viria. Dias se passariam como semanas ou meses, se eu me largasse a pensar apenas em seus olhos. Não falo do resto, posto que já não me resta, e não convém que dure pela eternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ando tranquila pelas ruas, volto à minha vida tão comum e tão normal. Mergulho na minha rotina, estabeleço e cumpro minhas metas. Penso sobre tudo e sobre nada. E quando penso nele, entendo e aceito, porque da mesma forma que me sinto tão bem ao seu lado, como se a vida fosse uma eterna aventura, quando ele desaparece, por razões que não ouso cogitar, tudo perde a cor novamente. Os dias são todos confortavelmente iguais e meu olhar vazio de sentido e sentimento passa a ver vazio em todos os rostos. Fico leve a borboletear por aí, meu olhar a se perder nos horizontes insondáveis da vida, sem se deter aos vazios que me rodeiam e sem poder medir o meu próprio vazio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;15/1/2010&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-2789925511161104252?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/2789925511161104252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=2789925511161104252' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2789925511161104252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2789925511161104252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2010/03/do-que-e-feita-tranquilidade.html' title='Do que é feita a tranquilidade'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-6863655548902709174</id><published>2010-01-30T23:04:00.000-02:00</published><updated>2010-01-30T23:04:36.233-02:00</updated><title type='text'>As multifaces da vida</title><content type='html'>Eu não pude fazer por você tudo que eu queria. Quando eu cheguei, talvez não fosse tarde, mas quando eu voltei, sim. Fico hoje pensando que se eu não tivesse abandonado tudo e desaparecido, talvez tivesse tido a chance de amenizar um pouco as situações. É tão desesperador pensar que a partir de agora tudo que eu pensar não vai passar de hipótese, porque a realidade já está aí, tão fria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sua simples existência me ensinou tanto. Você possui todas as faces antitéticas da vida. Eu sinceramente nunca pensei que encontraria tantas coisas tão diversas e contrárias em uma só pessoa. E que eu gostaria tanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente que, quando me vi sofrendo tanto, fugi. Creio ter errado por muito tempo sem entender se tinha mesmo uma direção ou se somente fugia. Só consegui vislumbrar algum entendimento quando te reencontrei e percebi o quanto sentia sua falta. Por mais que fosse difícil, terrível às vezes, não havia nada que fizesse mais sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora? Agora eu não posso ter cinco minutos contigo para te dizer que deve ficar e deve lutar, até o fim. Espero que saiba, espero que entenda e fique. E que algum dia, na eternidade da vida, tenhamos outra oportunidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-6863655548902709174?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/6863655548902709174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=6863655548902709174' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/6863655548902709174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/6863655548902709174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2010/01/as-multifaces-da-vida.html' title='As multifaces da vida'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-8934367446490017873</id><published>2009-12-24T01:51:00.000-02:00</published><updated>2009-12-24T01:51:20.769-02:00</updated><title type='text'>Auto-filantropia</title><content type='html'>Filantropia. Amor à humanidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filantropo. Que ou aquele que trata de melhorar a situação dos homens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se fala em humanidade, automaticamente pensamos em algo tão mais significativo do que apenas uma vida. Melhorar a situação da humanidade: nada que nenhuma máquina já criada pelo homem consiga fazer, por mais complexa que seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, se recortarmos a humanidade até sua unidade fundamental, eis que deparamos com o ser humano. Sim, eu, você e todos os outros. Unidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ser humano é essencialmente egoísta. Mesmo quando estamos pensando no outro, pensamos também em nós mesmos. Aparentemente, a nossa característica mais desprezível, somos incapazes de exercer a filantropia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, observando mais atentamente, se nos concentrarmos em nossa própria evolução, estaremos melhorando as unidades do todo e, consequentemente, o todo. Não há como não citar Gandhi, "temos de nos tornar a mudança que queremos ver."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Fernando Pessoa:&lt;br /&gt;"Se tudo isso tivesse sido assim,&lt;br /&gt;Seria outro hoje, e talvez o universo inteiro&lt;br /&gt;Seria insensivelmente levado&lt;br /&gt;a ser outro também."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Madre Teresa de Calcutá, em outro nível deste tema:&lt;br /&gt;"Sei que o meu trabalho é uma gota no oceano, mas sem essa gota o oceano seria menor."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por vezes, nos sentimos tão imersos em nossos próprios dilemas e crises que acabamos por classificar isso como aquele frio egoísmo de não pensar senão em si. Procuramos então concentrar nossos esforços em algo que pareça maior do que nós. Levamos o olhar ao horizonte, sem conseguir, entretanto, enxergar um palmo dentro de nossos próprios espíritos. Pensamos que, ao entender o dilema da humanidade, compreenderemos magicamente o nosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shakespeare disse: “nada é tão comum quanto o desejo de ser extraordinário”. Não queremos ser simplesmente uma gota no oceano, queremos ter a importância e a força do próprio Poseidon. Contudo, quanto mais observamos dos sábios, dos profetas, dos grandes espíritos que de tempos em tempos surgiram para guiar a humanidade, percebemos que exaltaram sempre a simplicidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se com simplicidade e silêncio procurássemos melhorar nossos próprios espíritos, estaríamos praticando a verdadeira filantropia. Os grandes espíritos não quiseram ser grandes e famosos, apenas agiram de acordo com o que havia em seus próprios corações. Nós podemos perder o olhar no horizonte o quanto quisermos, sonhar e arquitetar os mais completos e complexos planos, ignorando o grito de nossa própria alma, mas enquanto não formos capazes de caminhar na resolução de nossos próprios dilemas, nada poderemos fazer a quem quer que seja, quanto mais à humanidade. Se nos fosse dado perguntar aos grandes espíritos o que caminharam para chegar a tal condição, acredito que nos surpreenderíamos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buscar na filantropia a grandeza que não encontramos em nosso interior, nada mais é do que auto-filantropia. O verdadeiro amor à humanidade se expressa, em primeiro lugar, no amor próprio. Ninguém que esteja em desequilíbrio será capaz de ajudar o próximo.&amp;nbsp; Dessa forma, é muito mais sensato cuidar de si antes de almejar grandes conquistas, ainda mais se buscamos na conquista algum reconhecimento. “Conhece-te a ti mesmo” para, então, lançar-te ao mundo, mas sem que ninguém te perceba pelo barulho e sim pelo exemplo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-8934367446490017873?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/8934367446490017873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=8934367446490017873' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8934367446490017873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8934367446490017873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/12/auto-filantropia.html' title='Auto-filantropia'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-2069484839094243967</id><published>2009-12-22T00:00:00.000-02:00</published><updated>2009-12-22T00:00:15.451-02:00</updated><title type='text'>2009, o estranho</title><content type='html'>É com grande contentamento que anuncio o fim do ano de 2009, o ano mais estranho. O ano em que tudo que era tornou-se pó e tudo que não era veio a ser. Apesar de parecer que esse ano demorou dez para passar, não posso dizer que foi ruim, foram experiências e mudanças que valerão por toda a vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que lá pelo meio do ano esse ano já era passado. Já tinha valido por uns cinco. Sabe essas experiências que você não quer repetir? Anticorpos fortíssimos. Comparada com a primeira metade, a segunda foi extremamente &lt;i&gt;light&lt;/i&gt;. Nem por isso menos estranha. Parece, e eu espero fortemente que sim, que as coisas desse ano foram para ficar nesse ano. Sei que é clichê esperar grandes mudanças só porque um ano novo vai começar, mas, como eu disse, 2009 já passou faz tempo. &lt;i&gt;High hopes&lt;/i&gt; para 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora é enterrar 2009 com tudo o que teve de estranho. As experiências são as experiências, o nome já diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2010 começa com planos, lista de objetivos e muita vontade de fazer o possível para tudo dar certo (acho que essa é a parte mais importante). Fazer planos é sempre uma coisa abstrata, mas pelo menos temos a sensação de que não estamos à deriva (como em 2009). Dica de presente para 2010: um par de remos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o tempo é uma coisa muito abstrata e que talvez nem exista, contradições à parte, 2009 acabou ontem. Feliz 2010!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-2069484839094243967?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/2069484839094243967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=2069484839094243967' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2069484839094243967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2069484839094243967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/12/2009-o-estranho.html' title='2009, o estranho'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-4530751313007002607</id><published>2009-12-07T22:36:00.000-02:00</published><updated>2009-12-07T22:36:59.846-02:00</updated><title type='text'>Eu quero estar aqui</title><content type='html'>Eu quero estar aqui a pensar &lt;br /&gt;Eu quero estar aqui a chorar&lt;br /&gt;Nas idas, nas vindas&lt;br /&gt;Nas rasteiras que a vida me dá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos cantos em que me escondo&lt;br /&gt;O chão me some e a parede cede&lt;br /&gt;E de repente é só você que aparece&lt;br /&gt;Me estende uma mão que, você sabe,&lt;br /&gt;Eu não consigo ainda agarrar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eu queria voltar a ser&lt;br /&gt;página em branco&lt;br /&gt;Que cada dia fosse um nascer&lt;br /&gt;uma nova poesia, um novo canto&lt;br /&gt;e as memórias, livros na estante&lt;br /&gt;livros sem culpa, sem mágoa, sem pranto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dói a solidão que repara e prepara&lt;br /&gt;E como droga eu uso esse canto&lt;br /&gt;Nessa alma feita de tanto a tanto&lt;br /&gt;Pra parar de arder no meu riso esse pranto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quero estar aqui a pensar &lt;br /&gt;Eu quero estar aqui a amar&lt;br /&gt;Nas idas, nas vindas&lt;br /&gt;Nas vidas que a vida me dá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;26 nov 2009&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-4530751313007002607?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/4530751313007002607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=4530751313007002607' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4530751313007002607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4530751313007002607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/12/eu-quero-estar-aqui.html' title='Eu quero estar aqui'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-8643215460654380296</id><published>2009-11-24T01:55:00.001-02:00</published><updated>2009-11-24T01:55:44.393-02:00</updated><title type='text'>Fogo</title><content type='html'>E houve um dia em que não mais te reconheci&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevi duas poesias pensando em você&lt;br /&gt;Você nunca saberá&lt;br /&gt;Pensei em você por muito mais tempo&lt;br /&gt;Você nunca saberá&lt;br /&gt;Chorei por você&lt;br /&gt;Num momento de fraqueza - admito&lt;br /&gt;Você nunca saberá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lágrimas &lt;br /&gt;ainda que sem sentido &lt;br /&gt;caem com a mesma realidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentei-me ao seu lado naquela noite&lt;br /&gt;Foi como se não o tivesse feito&lt;br /&gt;Creio que se tivesse tentado me tocar&lt;br /&gt;Talvez eu não evaporasse &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fogo crepitava com a mesma rapidez dos meus pensamentos&lt;br /&gt;E os insetos voavam ao redor&lt;br /&gt;Enlouquecidos pela luz e pelo calor&lt;br /&gt;Ainda que dentro houvesse frio&lt;br /&gt;Frio que ainda há&lt;br /&gt;Frio que aquele fogo não é capaz de esquentar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevi três poesias pensando em você&lt;br /&gt;Você nunca saberá&lt;br /&gt;Pensei em você por ainda mais tempo&lt;br /&gt;Você nunca saberá&lt;br /&gt;Não mais chorei e não me sinto mais forte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lancei-me ao fogo e não me sinto mais quente&lt;br /&gt;Lancei-me ao fogo e só me sinto gelar&lt;br /&gt;Lancei-me ao fogo e te sinto gelar, sublimar-se e sumir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas queria que soubesse&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-8643215460654380296?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/8643215460654380296/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=8643215460654380296' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8643215460654380296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8643215460654380296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/11/fogo.html' title='Fogo'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-323028858718100923</id><published>2009-11-20T00:34:00.000-02:00</published><updated>2009-11-20T00:34:36.249-02:00</updated><title type='text'>Borboleta</title><content type='html'>No dia em que te conheci,&lt;br /&gt;uma borboleta entrou em minha casa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, que havia deixado a armadura lá fora,&lt;br /&gt;e de olhos fechados, exposto minha alma &lt;br /&gt;ao teu ser etéreo, translúcido, universal,&lt;br /&gt;entendi que então entrava,&lt;br /&gt;mãos dadas contigo,&lt;br /&gt;numa dimensão outra, transcendental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem me falava, teu eu distante&lt;br /&gt;na verdade da consciência&lt;br /&gt;E teu espírito ao meu dizia,&lt;br /&gt;pela vibração que me elevava &lt;br /&gt;até onde não compreendia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flutuando à meia distância &lt;br /&gt;entre o que é carne e o que é divino&lt;br /&gt;voltei metade à carne e fiquei alma nos céus&lt;br /&gt;em êxtase divino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vez ou outra, sem ti, procuro a poesia&lt;br /&gt;Voltaste à carne e nela te esqueceste&lt;br /&gt;Quisera poder ler - a ti - a poesia,&lt;br /&gt;aquela que separa, eleva e sublima&lt;br /&gt;Corpo, alma, poesia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia em que te conheci,&lt;br /&gt;uma borboleta entrou em minha casa&lt;br /&gt;Borboleta-poesia&lt;br /&gt;no íntimo do meu ser que se elevou alma&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-323028858718100923?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/323028858718100923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=323028858718100923' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/323028858718100923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/323028858718100923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/11/borboleta.html' title='Borboleta'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-965666109248970322</id><published>2009-11-18T01:46:00.000-02:00</published><updated>2009-11-18T01:46:12.413-02:00</updated><title type='text'>Flores do caos</title><content type='html'>Pela conexão dos animais com a natureza, eles sabem e se agitam quando o perigo está próximo. Pela conexão do ser humano com a natureza, ele sabe e se agita quando o perigo está próximo. Pensa, logo pensa demais e nega o perigo até ele se tornar visível o bastante para não poder mais ser ignorado. Na negação, agita-se demasiado e desnecessariamente, para sofrer mais com o perigo visível o suficiente. O perigo inexorável, na cabeça do ser humano em negação, não é tão perigoso quanto a falta de determinação para transformar o perigo em uma não-verdade. E o perigo inexorável aos olhos de quem não o quer ver pode não ser tão implacável quanto a inexorabilidade de quem o não-vê. Opção. O perigo está lá e todo o perigo é a mudança.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-965666109248970322?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/965666109248970322/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=965666109248970322' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/965666109248970322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/965666109248970322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/11/flores-do-caos.html' title='Flores do caos'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-5351653049488477799</id><published>2009-11-09T13:40:00.001-02:00</published><updated>2009-11-09T13:41:26.519-02:00</updated><title type='text'>A poesia do momento</title><content type='html'>Eu vivo e revivo os momentos&lt;br /&gt;Leio e releio as poesias&lt;br /&gt;Penso e repenso os versos &lt;br /&gt;Repito em voz alta as rimas&lt;br /&gt;Declamo uma e outra vez&lt;br /&gt;Do início ao recomeço&lt;br /&gt;Meio sonho, meio realidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fecho os olhos pra não dormir &lt;br /&gt;E observo como vibra em mim&lt;br /&gt;Toda a poesia do teu olhar&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-5351653049488477799?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/5351653049488477799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=5351653049488477799' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/5351653049488477799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/5351653049488477799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/11/poesia-do-momento.html' title='A poesia do momento'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-4565969333403067387</id><published>2009-11-03T00:25:00.001-02:00</published><updated>2009-11-03T00:29:32.906-02:00</updated><title type='text'>Procurar ou não procurar?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;"Nada é tão comum quanto o desejo de ser extraordinário."&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Shakespeare&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;É muito reconfortante sentir orgulho. Como se o orgulho fosse algo que nos mantivesse coesos, fortes, inquebráveis. Sentimos orgulho de ter orgulho. Ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gosto de observar as situações em que não há como sentir orgulho ou algum de seus disfarces. Obviamente, nenhuma delas acontece à luz do dia, de 8h às 18h, em tais ou tais eventos sociais, pois lá estamos representando nossos melhores papéis. Situações orgulho-&lt;i&gt;free &lt;/i&gt;acontecem muito mais introspectivamente, à meia-luz, nas madrugadas, à beira da loucura, à beira do abismo e, com alguma sorte, podem acontecer entre duas pessoas. Nada convencional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me surpreende que só passemos a viver realmente quando deixamos o orgulho de lado e fazemos as coisas que envergonham nosso ser superior interno. Porque o que ele quer está bem impresso em nossos discursos, sabemos muito bem explicar, justificar, o que seja. Simples assim? E aquilo que nós fazemos quando não conseguimos mais aguentar nosso próprio joguinho de orgulho? É aí que mora a vida. O resto é teatro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para refletir, então, sobre que tipo de pessoas nós procuramos, precisamos saber com o que procuramos. Com orgulho ou sem orgulho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentimos algo por todas as pessoas que conhecemos, banalidades. O que me interessa é quando sentimos algo mais forte, um desejo de estar perto, de conversar, de tocar, de examinar, quase cirurgicamente, esse outro que surgiu em nossas vidas. Em geral, nesses casos mais intensos, queremos que haja reciprocidade. É engraçado o fato de nós não andarmos por aí como vários livros abertos. Como saber então, se há reciprocidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora é que entra a ação. E que linha de ação você prefere? Livre ou restrita pelo seu grande orgulho de ser uma pessoa incrivelmente superior que não pode se deixar expor? Apesar de você ter ouvido o som de um tapa na cara, não é. Se você não está cheio de mais nada, você está cheio de si. Onde te falta o resto, te sobra o tão falado orgulho. Não é um mistério nem uma ofensa, é a famosa natureza humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os tapas na cara, agora sim, que levamos por agir independentemente do nosso orgulho, fazem de nós seres humanos ilimitados, livres, íntegros e verdadeiros. É uma liberdade indescritível. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada um, a seu tempo, irá quebrando as barreiras do seu próprio orgulho. Pretensão querer ordenar que se quebre seja lá o que for do orgulho alheio. Cada um cuidando do que lhe pertence.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, fica a questão... procurar alguém é invadir o seu espaço? Posso querer derrubar uma barreira do meu orgulho e procurar alguém que quer ser encontrado. Mas qual será a desculpa para procurar alguém que não quer ser encontrado? Na era da comunicação instantânea, quando optamos pelo isolamento, é melhor que sejamos deixados lá. Não é trabalho de ninguém saber por que nos isolamos. Quando nós quisermos nos expor verdadeiramente ao mundo, o faremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu escrevo para me defender? Não. Escrevo para expor a mim mesma as barreiras do meu próprio orgulho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-4565969333403067387?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/4565969333403067387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=4565969333403067387' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4565969333403067387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4565969333403067387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/11/procurar-ou-nao-procurar.html' title='Procurar ou não procurar?'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-1162347687481142509</id><published>2009-10-30T13:14:00.002-02:00</published><updated>2009-10-31T00:32:59.827-02:00</updated><title type='text'>Saudade</title><content type='html'>Eu tenho uma saudade quase que religiosa dos tempos do amor. Quando tudo era romance, calor, carinho. Quando havia um nós e nós tínhamos sonhos, talvez até planos. Quando ter um dia difícil era chegar e encontrar o amor, esperando de braços abertos como um clichê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando sobre o amor, um amor jamais será igual ao outro. Inútil também achar que só se ama uma vez. Mas tudo será sempre diferente. Do outro amor, que bom que fica a lembrança, a saudade... levemente, saudavelmente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falta de amor me gela o coração de uma maneira que eu não gostaria. E não é a falta de se sentir amado, mas a falta de amar. Eu ainda me lembro, mas temo chegar um dia a não me lembrar mais quanto tempo faz... mesmo o tempo sendo uma coisa tão abstrata, inexistente às vezes. Difícil não procurar algo do antigo amor em um novo rosto, difícil fazer brilhar um novo amor em um novo rosto, em meu novo rosto. Nem todos estão aí para amar, por diversas razões que nem cabe discutir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, o amor... assim mesmo: ah, o amor... suspirante, confortável, aconchegante, quente e sereno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o vazio, esse oco no peito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-1162347687481142509?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/1162347687481142509/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=1162347687481142509' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/1162347687481142509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/1162347687481142509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/10/saudade.html' title='Saudade'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-1736526073225498556</id><published>2009-10-27T00:25:00.002-02:00</published><updated>2009-10-27T00:39:37.418-02:00</updated><title type='text'>Imperfeição</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;"E agora, José?&lt;br /&gt;A festa acabou,&lt;br /&gt;a luz apagou,&lt;br /&gt;o povo sumiu,&lt;br /&gt;a noite esfriou,&lt;br /&gt;e agora, José?&lt;br /&gt;e agora, Você?"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Surtei. Onde foi que eu me perdi?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rolou aquela adrenalina toda de estar vivendo uma situação nova. De ter me colocado numa situação difícil, inusitada, delicada. De ter me lançado ao mundo, de ter feito aquelas coisas que eu dizia que nunca ia fazer. De ter enlouquecido sã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso eu admiro o modo como a vida dá suas rasteiras na gente. O modo como a vida faz com que nós mesmos nos joguemos no fogo. &lt;i&gt;Burn, motherfucker, burn!&lt;/i&gt; Nada de hipocrisias e meias verdades, depois que o mundo gira, você quer e quer agora, sem eufemismos. Até porque, se não for agora, você respira fundo e a vontade passa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isso me faz pensar. Mais uma vez, gosto do que me faz pensar. Tudo sempre tem um impulso inicial. O resto é inércia. O drama é se deixar levar pela inércia. Vai ficando normal, vai virando rotina, tão fácil como respirar. E lá ficamos todos, nos deixando levar, cada um na sua própria inércia, sem pensar, sem questionar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Todo mundo espera alguma coisa de um sábado à noite." É quase inevitável, é o nosso egoísmo disfarçado de "o ser humano é um ser social". Sim, o ser humano é um ser social, mas é um ser que socializa com intenções, sejam elas boas ou más. Mas mesmo a má intenção deve ser acompanhada de &lt;a href="http://psychodimension.blogspot.com/2008/12/essay-on-freedom.html"&gt;verdade&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez seja justamente esse o espinho na minha carne. Não fui tão verdadeira quanto eu gosto de ser. Enredei-me na trama dos meus atos, não tão friamente calculados, por sorte da minha consciência, e fiz das circunstâncias um jogo de esconde-esconde. E quando a gente joga, não joga sozinho. "Volte três casas." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até me questiono agora, entre parênteses, se cabe verdade nesse tipo de ato. Se a verdade não acaba por descaracterizar o ato e transformá-lo em outra coisa qualquer que não vai fazer seguir o jogo. Não tem como jogar com a verdade. A verdade é e pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não quero construir uma imagem para que as pessoas me aceitem. Sou, como todo ser humano, um ser de erros e acertos. E aceitar meus erros e meus medos, vencer a inércia, tomar o caminho estreito e espinhoso, é isso que eu quero, de mim para mim, sinceramente. Nunca me contentei com o fácil. Eu quero a imperfeição das coisas e das pessoas. Quero a minha própria imperfeição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não quero jogar e não intento ferir. Mas se eu chegar a ferir, que seja com a verdade, pois esta é uma ferida à qual acorre o bálsamo da sinceridade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-1736526073225498556?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/1736526073225498556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=1736526073225498556' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/1736526073225498556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/1736526073225498556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/10/imperfeicao.html' title='Imperfeição'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-4372823029348661702</id><published>2009-10-22T16:14:00.000-02:00</published><updated>2009-10-22T16:14:08.735-02:00</updated><title type='text'>Insatisfações</title><content type='html'>1. Eu quero internet em casa novamente!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Eu quero paixão, aventura e romance na minha vida! (ao vivo, não &lt;i&gt;online&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Eu quero escrever um livro (sonho tolo de quem não põe a mão na massa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez eu me contentasse em escrever uma &lt;i&gt;short story&lt;/i&gt; com bastante paixão, aventura e romance e publicar na internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ha-ha-ha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-4372823029348661702?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/4372823029348661702/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=4372823029348661702' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4372823029348661702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4372823029348661702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/10/insatisfacoes.html' title='Insatisfações'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-7699161179359699406</id><published>2009-10-20T14:40:00.000-02:00</published><updated>2009-10-20T14:40:52.738-02:00</updated><title type='text'>Peixe fora d'água</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;"Olha, não sou daqui, me diga onde estou&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;não há tempo não há nada que me faça ser quem sou,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;mas sem parar pra pensar sigo estradas, sigo pistas pra me achar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Nunca sei o que se passa com as manias do lugar,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;porque sempre parto antes que comece a gostar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;de ser igual, qualquer um, me sentir mais uma peça no final"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Nosso olhar possui o véu do nosso entendimento. Disseram-me um dia, em uma reunião de pessoas que eu não via há muito tempo, quando eu ponderava o fato de não pertencer àquele lugar, que eu desprezava a todos e me achava superior a eles. Disse-me isso &lt;i&gt;uma pessoa&lt;/i&gt;, perscrutando-me pelo véu do seu próprio entendimento. Das outras mais presentes eu não conheço os respectivos pensamentos, captei apenas alguns olhares, que, pelo meu próprio véu, não pareceram tão hostis, apenas igualmente perscrutadores e surpresos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, surpresos. Não é assim que ficamos quando um estranho se aproxima de nosso grupo? Ficamos surpresos, intrigados, queremos saber por que aquele estranho está ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, colocando-me na condição de estranha, aqui venho explicar-me. Tudo que posso dizer, entretanto, é de mim para mim. Até mesmo o texto passará pelo vosso véu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas pessoas há que passaram pela minha vida ao longo desses poucos 23 anos. Apenas com os familiares mais velhos e mais próximos mantive contato durante todo este tempo. Se cada pessoa que nós conhecêssemos permanecesse em nossas vidas até o fim, teríamos um fim um tanto quanto badalado. Logicamente, nem todas as pessoas que conhecemos queremos perto de nós. Esses vão ficando para trás, naturalmente ou por meio de um adeus. Outras pessoas, de quem gostamos, oscilam em nossas vidas. Vem e vão, ao sabor da maré.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fato que muitas vezes sou eu a me afastar. Por isso gosto das amizades atemporais, que não dependem de contato frequente, nem de caras e bocas. Amizades sinceras, eu diria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque eu gosto de sumir, sem dramas ou descontentamentos, apenas porque meu barco derivou para outro lugar. Gosto, também, da sensação de encontrar pessoas queridas depois de muito tempo. Conhecer as novidades, observar as mudanças, surpreender e surpreender-se. Às vezes até participar de suas vidas um pouco ou deixar que participem da minha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas todo barco tem um porto e eu volto sempre ao meu. Não posso descrevê-lo, é uma imagem que ainda desenho, dia a dia. É uma imagem que alimento a cada experiência. Poderia dizer que nunca volto ao mesmo porto, mas a uma nova versão dele. Assim como é bom e recompensador encarar o oceano de possibilidades, é igualmente bom e recompensador retornar a um porto seguro. Seguro não porque certo, seguro porque conhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outra metáfora, o que escrevi na equação da vida me trouxe até mim, ao mesmo tempo em que me distanciou dos vários eus que eu poderia ter sido. Sei que aqueles que passaram suas vidas sobrevoando perigosamente seus vários eus não chegaram nunca a pousar em um sequer, insatisfeitos com o não poder ter tudo. Não há, pois, nenhum arrependimento da minha parte. Confesso ainda sair e sobrevoar um ou outro eu, mas satisfaço-me de ter uma estrutura para onde voltar. E isso é uma escolha, apenas. Admiro o escolher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, eu não desprezo e não me sinto superior. Apenas fiz outras escolhas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-7699161179359699406?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/7699161179359699406/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=7699161179359699406' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7699161179359699406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7699161179359699406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/10/peixe-fora-dagua.html' title='Peixe fora d&apos;água'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-928348081449633846</id><published>2009-10-15T14:04:00.002-03:00</published><updated>2010-02-17T01:24:00.648-02:00</updated><title type='text'>O Sucesso</title><content type='html'>Quem não quer ter sucesso? Nem todos nós somos &lt;i&gt;Rock Stars&lt;/i&gt;, mas, masoquistas à parte, todos queremos alcançar o sucesso, seja ele qual for. Para uns pode ser financeiro, emocional, para outros pode ser chegar ao topo do everest, conseguir um corpo escultural, passar num concurso público ou, por que não, ser um &lt;i&gt;Rock Star&lt;/i&gt;. &lt;i&gt;Whatever&lt;/i&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quantos de nós sabemos chegar ao sucesso? E pior ainda, quantos de nós sabemos compreender o sucesso alheio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já diz o ditado, "Deus deu a vida para cada um cuidar da sua". Por que então estamos sempre tão concentrados no sucesso alheio? Se você já justificou o seu fracasso e o sucesso alheio colocando em questão as condições que ele teve e você não, você não aprendeu nada com esse ditado, muito menos com a vida. Com esse pensamento, daqui a 30 anos você ainda estará parado se justificando, enquanto seu "rival" já terá ido a Marte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você ainda não obteve o sucesso que deseja (desconsiderado aqui o "sucesso" que depende do sofrimento de outras pessoas), é porque simplesmente você não trabalhou o suficiente. A culpa é única e exclusivamente &lt;b&gt;sua&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por que raios as pessoas que obtêm algum sucesso tem de ser obrigadas a prover os coitadinhos? As relações interpessoais se desenvolvem de maneira a punir aquele que consegue ser bem sucedido. Isso mesmo, assim que você começar a se dar bem na vida, espere pelos ataques. Vão querer saber quanto você ganha, com o que gasta, por que gasta e "por que não me dá um pouquinho? Eu preciso disso, daquilo e daquilo outro também!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coitadinho de você, que não estuda, que não trabalha, que não se esforça, que acorda tarde, come e dorme, que desiste de suas oportunidades, que não honra seus compromissos, que faz sempre menos do que pode, reclama de tudo e de todos e, quando tem algum tempinho, quer fazer a contabilidade do sucesso alheio para ver que parte te cabe nesse latifúndio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja quem você for, mãe, pai, filho, irmão, tio, primo, amigo, cachorro, papagaio, levanta-te e trabalha. &lt;i&gt;Do what you can, with what you have, where you are &lt;/i&gt;(Roosevelt). Não atraia o desgosto alheio com esse comportamento parasitário, porque quando um dia você estiver no lugar do outro, pode querer matar os parasitas que se aproximarem de você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém tem algo, é porque conquistou aquilo, mereceu, trabalhou por isso. Se você não teve parte no trabalho, o que é que você pode querer exigir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser generoso não é ser idiota. A generosidade é espontânea, leve, sadia. As pessoas podem ser generosas, naturalmente. Você jamais pode exigir generosidade, isso é coisa que não se pede, acontece. Mas quando você exige algo, é porque quer ser sustentado, mesmo que minimamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você quer passar a vida dependendo da generosidade alheia e da sua atitude parasitária, boa sorte. É uma escolha sua. Mas não venha culpar o governo, a sociedade, a família, os amigos pelos seus fracassos ou sua falta de sucessos. Mesquinho é você!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-928348081449633846?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/928348081449633846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=928348081449633846' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/928348081449633846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/928348081449633846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/10/o-sucesso.html' title='O Sucesso'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-462384091205838118</id><published>2009-10-07T13:03:00.000-03:00</published><updated>2009-10-07T13:03:52.616-03:00</updated><title type='text'>Living your life to the fullest</title><content type='html'>Acredito que o significado dessa frase acabe sempre se perdendo em meio aos nossos mesquinhos objetivos. A questão não é o que queremos, quais &lt;i&gt;goals &lt;/i&gt;queremos alcançar, mas o que deixamos de viver a pretexto de cumprir certos objetivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viver a vida ao máximo seria então conquistar esses objetivos, deixando para "depois" outros aspectos fundamentais? Uns aqui diriam que o que é fundamental para um, pode não o ser para outro, entretanto, em algum momento, todos nós queremos um similar grupo de realizações, apenas vinculamos a esta ou aquela realização um peso maior. Em outra perspectiva, todos nós temos um grupo próprio e mais específico de realizações fundamentais, o que não quer dizer que estejamos buscando todas elas. Nós sabemos quais são e deliberadamente deixamos algumas para "depois".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou viver a vida ao máximo seria equilibrar objetivos e realizações fundamentais, de modo a não deixarmos de viver em momento algum de nossas vidas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já ouvi muitas pessoas dizerem que estão concentradas demais em suas carreiras e não tem tempo para o amor. E quantas pessoas não há que vivem orbitando seus amores e se esquecem de buscar seus sonhos e objetivos? Pais e mães que estão ocupados demais cuidando do futuro de seus filhos e acham que suas próprias vidas já não necessitam de atenção. Pessoas que sentem falta de espiritualidade e deixam para buscá-la apenas quando estão envergados na dor. Quantas vezes você já ouviu alguém se lamentar de algo que deveria ter feito e não fez, e agora é tarde demais? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas pessoas somos nós. Quantas desculpas nós criamos para evitar encarar nossos medos, nossas frustrações? Para evitar encarar os aspectos de nossas vidas que estão em total escuridão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando chegamos ao final de um caminho e descobrimos que alcançar aquele objetivo nem era tão importante assim? Não havia pote de ouro no fim do arco-íris. Então olhamos para trás. Se olhamos para trás, é porque algo lá deixamos. Seja o que for, nos faz falta. Foi algo que deliberadamente não vivemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, pasmem, não existe pote de ouro no fim do arco-íris, porque não há o fim do arco-íris. Ou você vive agora, ou você não vive. O futuro não depende senão de nossas ações no presente. Então, o que realmente importa? O aqui e agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A boa notícia: nunca é tarde. Se o passado e o futuro são abstratos, só nos resta o presente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-462384091205838118?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/462384091205838118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=462384091205838118' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/462384091205838118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/462384091205838118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/10/living-your-life-to-fullest.html' title='Living your life to the fullest'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-7060142555791202312</id><published>2009-10-04T14:41:00.000-03:00</published><updated>2009-10-04T14:41:16.176-03:00</updated><title type='text'>Eu lembro e eu penso e eu prefiro esquecer</title><content type='html'>Mas isso não quer dizer que eu consigo. Deus não nos deu a capacidade de esquecer, mas, felizmente, nos deu a capacidade de superar. É nessa que eu confio quando cutuco as minhas feridas e descubro fatos que, apesar de serem extremamente frustrantes, são/eram de vital importância. Eu vou chamar isso de Knock Out, o golpe final. Se eu ainda precisava disso, aí está. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É sempre muito difícil distinguir a realidade da ilusão. Acho até que nós vivemos muito mais na terra da fantasia do que na realidade. É engraçado isso de fantasiar. Todos nós enxergamos as situações de maneiras diversas, embora sejam sempre as mesmas situações. Isso já é uma fantasia. Eu decido ver isso dessa maneira e baseio minhas ações na visão que eu tenho de determinada situação, perpetuando, assim, a ilusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doses de realidade. Essas sim nós não devíamos evitar. Por mais cruel que pareça, uma dose de realidade sempre traz mais benefício do que a omissão e a mentira. Acredite, o ser humano tem o dom de superar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu sempre volto ao local do crime, querendo encontrar os vestígios que eu deixei passar. Eu poderia viver feliz, alegre, saltitante - e ingênua, mas eu sempre volto. O risco que eu corro não é maior que a minha vontade de saber, de esgotar cada assunto. Eu fico triste, desapontada, frustrada, o que seja, mas pelo menos eu sei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não há mais ilusão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-7060142555791202312?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/7060142555791202312/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=7060142555791202312' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7060142555791202312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7060142555791202312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/10/eu-lembro-e-eu-penso-e-eu-prefiro.html' title='Eu lembro e eu penso e eu prefiro esquecer'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-8744719262541178794</id><published>2009-09-29T23:40:00.000-03:00</published><updated>2009-09-29T23:40:03.292-03:00</updated><title type='text'>A quem não interessar possa</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;Difícil. Difícil não se importar com aqueles que amamos. &lt;/span&gt;Impossível deixar de amar aqueles que amamos, para, quem sabe, nos importarmos menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quase dois anos, adotei como lema de vida o "viver e deixar viver" (&lt;i&gt;live and let live&lt;/i&gt;). De lá pra cá, tive muitos progressos, abandonei muitos preconceitos, deixei de perder o sono por causa de muita gente, enfim, vivo mais livre. Não deixei de amar aqueles que amava, apenas deixei de me preocupar (tanto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Progresso total? Certamente que não. Por isso aqui estou hoje para dizer que sim, eu me preocupo com você ao ponto de sentir raiva de ver o que você está fazendo com a sua vida. Raiva? Sim, eu sei que não deveria sentir e vou trabalhar nisso. Mas coloque-se no meu lugar. Troquemos de lugar. É assim que você gostaria de me ver? É assim que você quer me admirar? É esse o exemplo que você quer de mim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu te admiro e gostaria de admirar ainda mais. Mas estou aqui hoje também para dizer que estou me retirando. Não consigo não sentir raiva (ainda), não consigo não me preocupar e, principalmente, não consigo continuar fingindo que está tudo bem. Porque é exatamente isso que eu venho fazendo. Consigo até rir e me divertir por um tempo, mas logo tudo isso se esvai e eu vejo claramente a fria realidade. Lá está você me dizendo que não se importa com a sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tantas coisas me passam pela cabeça, tantas lembranças, tanta energia corre pelo meu corpo e, ao final, eu percebo que não posso fazer nada. Que, se você, que possui essa vida, não se importa, o que mais eu poderei fazer? Que utilidade eu terei? Nenhuma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não vou implorar para você fazer diferente, não vou negociar migalhas, não vou mais dizer "faça pelo menos isso". Porque eu, na minha insignificância, tudo que posso fazer é cuidar de mim. Porque eu sinto o golpe quando não sou diferente de um estranho na rua, cuja palavra não vale nada ou às vezes vale mais que a minha. Se a minha palavra e o que eu represento não merecem seu respeito, é porque você não precisa de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em respeito ao que eu acredito, ao que eu quero demonstrar com meu exemplo - e isso é o máximo que eu posso fazer - eu estou me retirando. Não deixarei de te amar jamais, mas o farei à distância. Se você não entende meu comportamento, aí está: não quero mais fingir, não quero mais compactuar com isso pela minha falta de atitude. Eu te amo, a minha garganta embarga ao dizer isso, e estarei sempre aqui para quando você quiser respeitar e se importar. Sem mais, boa sorte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peço licença para me retirar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-8744719262541178794?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/8744719262541178794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=8744719262541178794' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8744719262541178794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8744719262541178794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/09/quem-nao-interessar-possa.html' title='A quem não interessar possa'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-4788094505135042500</id><published>2009-09-23T09:41:00.003-03:00</published><updated>2009-09-23T14:10:00.606-03:00</updated><title type='text'>The Non-loving Factor</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Anos depois do meu último relacionamento sério (relevante), eis que me encontro numa situação estranha, para dizer o mínimo. Percebo que não é mais preciso amar. Antes, os relacionamentos tinham de ter algo de especial, sublime, algo que os justificasse, mesmo que percebêssemos o contrário no fim. Agora, nada disso é necessário. Basta se ter a vontade. A vontade é um começo e um fim em si mesma. Não que a vontade não existisse antes, ela é fundamental, apenas estava aliada a uma série de fatores. Agora, o relacionamento foi reduzido a apenas um fator. Ficou mais livre, porém mais vazio. É como uma semente plantada em terreno infértil, que não possui todos os nutrientes necessários ao seu crescimento. Ela talvez cresça, mas morrerá rapidamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como voltar a amar? Como sair da cômoda limitação da vontade estéril, do desejo puro, do mero carinho, que nos faz ir e vir sem maiores envolvimentos? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esse envolvimento não é aquele de fachada, que pode muito bem existir sem que haja um verdadeiro envolvimento de coração. Quantas vezes você pensou que isso era só um passatempo? Que no fundo você não gostava dele/dela? Que você estava ali presente, mas sabia que cedo ou tarde seguiria outro caminho, sozinho(a)? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, nós sempre soubemos. Friamente, conservamos a fachada enquanto tivemos vontade. Não dissemos, porém, "eu te amo", num pálido ato de sinceridade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-4788094505135042500?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/4788094505135042500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=4788094505135042500' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4788094505135042500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4788094505135042500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/09/non-loving-factor.html' title='The Non-loving Factor'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-8687057474484851226</id><published>2009-09-11T19:08:00.005-03:00</published><updated>2009-09-11T20:50:43.860-03:00</updated><title type='text'>On a rainy September 11th</title><content type='html'>Acordei para uma chuvosa manhã de 11 de setembro em Nova York. Não sei se essa chuva foi de propósito, mas me pareceu sombrio chover logo hoje, depois de vários dias de sol. Aliás, acho que só houve um outro dia de chuva desde que cheguei aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interessante da chuva e do 11 de setembro é que nada é capaz de parar essa cidade (nada menos importante que atentados terroristas). Não fosse por essa data ter sido repetida nas nossas cabeças tão incessantemente, creio que muitos aqui nem se lembrariam. As ruas estavam lotadas como sempre, com o agravante dos guarda-chuvas se esbarrando a todo momento, as lojas não estavam fechadas (faz-me rir), e não ouvi em nenhum momento alguma referência à memória desse dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando o destaque que foi dado pela mídia internacional ao 11 de setembro e todos os acontecimentos que decorreram dos ataques, eu confesso que esperava mais de Nova York. Em contrapartida, depois de conviver com a cidade por todos esses dias, acharia até estranho se ela se permitisse comover mais que isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve uma cerimônia perto do local onde ficavam as torres gêmeas, à qual compareceram políticos, familiares das vítimas e sobreviventes. Foram lidos os nomes dos 2.752 mortos, entre outros acontecimentos. O blog do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;City Room&lt;/span&gt; registrou (&lt;a href="http://cityroom.blogs.nytimes.com/2009/09/11/remembering-the-horror-of-a-bright-blue-morning/?hp"&gt;NY Times&lt;/a&gt;) o que eu senti durante o dia:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Updated, 10:42 a.m. | Former Gov. George E. Pataki just asked the crowd to pledge “never to let the country forget what happened here.” The question about when these types of commemorations should either be scaled back or stop entirely comes up occasionally, provoking strong feelings on both sides.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Friday morning’s event hints that the process could be a natural one. The crowd is noticeably lighter than in the past, but the family members here, many of them becoming emotional, are still clearly getting a lot out of the ritual of remembrance. The surrounding area seems to be in the midst of a normal rainy Friday in Manhattan: Broadway remains open to traffic; coffee shops are busy; and in the office building overlooking the park and adjacent to ground zero, people can be seen working through the windows.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma cidade frenética como Nova York não perde tempo com choradeira, verdade seja dita, ainda mais depois de oito anos dos atentados. Sem mencionar a enorme população de imigrantes. Não seria surpreendente se outros lugares dos Estados Unidos tivessem lamentado mais o 11 de setembro do que Nova York.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lado sempre bom é que isso mostra que o 11 de setembro está sendo superado. Nós nunca esqueceremos, mas passaremos por esse dia como se ele não fosse o aniversário de uma tragédia. Se isso esconde mais alguma face de Nova York, eu não sei, mas que existe uma liquidação da Macy's hoje, isso existe. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Whatever that means&lt;/span&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-8687057474484851226?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/8687057474484851226/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=8687057474484851226' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8687057474484851226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8687057474484851226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/09/on-rainy-september-11th.html' title='On a rainy September 11th'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-4214541676800557701</id><published>2009-09-09T21:14:00.009-03:00</published><updated>2009-09-10T01:09:17.352-03:00</updated><title type='text'>New York City: Trick or Treat?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;In NYC you'll be branded, put in a plastic bag with&lt;br /&gt;plastic knife and fork, and sold by something,99.&lt;br /&gt;Are you worth it?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro choque: velocidade. Nova York é como a última obra futurista, velocidade, propaganda, cores, marcas, telões, uma cidade que nunca dorme, lojas que nunca fecham. Não existem domingos e feriados. O que existe é uma liquidação da Macy's no 11 de setembro. Você viveu uma vida calma e sem pressa até chegar a Nova York. Aqui tudo é pressa. Antes que você perceba, estará andando rápido, esbarrando nas pessoas, como se estivesse sempre atrasado. Esperam isso de você. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Next! Next in line, please!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos cassinos de Atlantic City ou L.A., se você jogar um determinado número de horas seguidas, pode ganhar uma refeição. Se jogar ainda mais, pode ganhar uma noite no hotel super luxuoso do cassino. A maior parte do espaço do cassino é dedicada aos caça-níqueis. Nova York é um grande cassino, querendo sempre mais. Se você levar mais esse conjunto com seis pares de meias, ele sai pela metade do preço. Que tal esse acessório para deixar o tênis com um cheirinho bom? Se você reservar a jóia antes, tem 50% de desconto. Quanto mais você joga, mais quer jogar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os vislumbres que se pode ter de natureza em NY são alívios para os olhos e para a alma. O &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Central Park&lt;/span&gt;, apesar de milimetricamente planejado (nem pense em natureza selvagem, nativa, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;as God intended&lt;/span&gt;), é um consolo em meio à literal selva de pedra. O ar é melhor, as paisagens são bonitas e uma das visões mais impressionantes do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Central Park&lt;/span&gt; é o contraste da natureza com os imponentes prédios. O segundo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;deep breath&lt;/span&gt; é ao sul da ilha de Manhattan, onde você pega o barco para ir até a ilha em que fica a Estátua da Liberdade. Esse foi com certeza o melhor passeio que fiz aqui. O vento, a água, os pássaros, a imagem da ilha de Manhattan ao longe, com seus prédios &lt;span style="font-style: italic;"&gt;transformers &lt;/span&gt;gigantes, a estátua em si. Tudo muito bonito de se ver rodeado de natureza, de realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comida em Nova York é como se fosse o mundo servido numa grande vasilha plástica com tampa (pratos normais e talheres de metal só em restaurantes). Numa cidade que abriga tanta variedade de imigrantes, é natural ter &lt;span style="font-style: italic;"&gt;japanese, italian, thai, chinese, indian, brazilian&lt;/span&gt; para o jantar (não há necessidade de dizer &lt;span style="font-style: italic;"&gt;food&lt;/span&gt;). Simples assim. Mas no fim das contas, é tudo feito na mesma panela, então dificilmente você não sente o tempero de Nova York em tudo que come por aqui. Não sei dizer qual é esse tempero, mas como cada casa tem o seu, talvez as cidades também tenham, até mesmo Nova York.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro detalhe interessante sobre Nova York é que é impossível andar pelas ruas daqui sem ouvir pelo menos três idiomas diferentes. E não é só por causa da quantidade absurda de turistas. Em atividades cotidianas como ir ao supermercado ou pegar o  elevador no trabalho, é a coisa mais normal do mundo encontrar pessoas diferentes falando idiomas diferentes. Em situações das mais diversas minhas anteninhas já captaram brasileiros conversando por aí. Conheci um bebê canadense na fila para subir no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Empire State&lt;/span&gt;. Turistas australianos na ilha da Estátua. Tudo muito comum, tudo muito &lt;span style="font-style: italic;"&gt;new york style&lt;/span&gt;. O mix de idiomas é um aspecto característico de Nova York, mas observando bem, você encontra uma sensação de terra de ninguém. Nova York é a estação de baldeação do mundo, todos passam por aqui. Uns seguem, outros ficam por aqui perdidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse mix de Nova York me faz pensar sobre as motivações das pessoas quando deixam seus países de origem e vem para os Estados Unidos. Trabalhando no Consulado, eu posso entrever a realidade dos brasileiros sob a jurisdição do Consulado-Geral de Nova York, que não me surpreenderia se traduzisse a realidade de muitos dos imigrantes vindos de países em desenvolvimento. São, em sua maioria, pintores, carpinteiros, pedreiros, motoristas, faxineiros, diaristas, autônomos, não raro ilegais, em busca de dinheiro. A questão é: até que ponto vale a pena deixar sua terra natal, que é macroscopicamente o seu lar, para se aventurar em terras estrangeiras? Com certeza, há muitas questões envolvidas nesta grande questão, e há muitas histórias felizes e muitas tristes com relação à imigração, mas não consigo deixar de pensar se isso não seria mais do mesmo em outro país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o mix também consegue aniquilar um pouco do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;glamour&lt;/span&gt; de Nova York. É tanta variedade que você não se sente em outro país, você se sente em vários países, num grande quebra-cabeças com peças de todos os lugares. E você com certeza viu filmes e seriados ambientados em Nova York, certo? Não, estar aqui não é como estar em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sex and the City&lt;/span&gt; ou &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Gossip Girl&lt;/span&gt;. Estar aqui é perceber que Nova York não quer vender a Nova York real para o resto do mundo. 99% dos atendentes em qualquer lugar de NY são negros ou latinos. Aquela loirinha dos olhos verdes te atendendo em uma loja de departamentos, muito raro. A estratificação é muda, mas é perceptível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova York é uma engrenagem contraditória, que por isso e apesar disso não deixa de funcionar. Muitas coisas você não vai conseguir aqui, como talheres decentes, mas todas as outras estão em promoção. 50% &lt;span style="font-style: italic;"&gt;off&lt;/span&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-4214541676800557701?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/4214541676800557701/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=4214541676800557701' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4214541676800557701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4214541676800557701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/09/new-york-city-trick-or-treat.html' title='New York City: Trick or Treat?'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-2423151290803086684</id><published>2009-09-06T01:46:00.005-03:00</published><updated>2009-09-06T03:48:57.835-03:00</updated><title type='text'>Having the real taste of loneliness</title><content type='html'>Eu sinto tanta falta de casa, das ruas, das horas, do clima, de tudo. E ainda mais das pessoas, aquelas que nós vemos todo dia ou com uma certa frequência e que, de repente, não estão mais lá. E a gente sempre sabe que não há passe de mágica para a distância. Não importa o quanto você sinta falta, se você está a 5000 milhas de distância, não tem jeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia desses eu fechei os olhos dentro do elevador  e no mesmo instante eu estava em outra dimensão, em outro plano. Mas só durou alguns segundos, infelizmente. Durou até eu me dar conta do que estava acontecendo. E o mais engraçado é que foi real, não sei como, mas foi real. Deixou uma sensação estranha, inexplicável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já houve uma pequena crise antes. A crise da segunda semana, quando você já viu muita coisa, já comprou tudo que queria e não entende  por que ainda está ali, por que ainda não voltou pra casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa seria então a segunda, a crise da terceira semana. Depois de recuperar o fôlego, comprar mais de tudo que você não precisa, ver mais, sabendo que nunca poderá ver tudo, e, no fim, se sentir só, você entende porque as pessoas tem amigos no trabalho, vivem o trabalho e falam sobre ele quando estão fisicamente longe dele. É o que resta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em casa, nós temos assuntos de família, nós temos nossos amigos, que custaram anos para serem feitos, nós conhecemos os lugares, os hábitos, ou seja, não estamos no escuro. Por mais que a nossa cidade durma, ao contrário de Nova York, nós nos sentimos à vontade com esse fato e vamos dormir com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logicamente todos nós um dia blasfemamos contra nossa cidade e elogiamos algum outro lugar do mundo que tem algo que nossa cidade não tem. Mas experimente não voltar para casa ao fim do dia, ao fim de vários dias. Sua cidade tem tudo que é mais importante e que nenhuma outra no mundo vai ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não é como passear. Viajar a trabalho significa que você não se enquadra no grupo dos turistas, que é imenso e composto por famílias ou amigos que viajam juntos, na maioria dos casos, nem no grupo dos locais, os new yorkers no caso, que eu não sei nem quem são e posso dizer que outros colegas a serviço também não os conhecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por essas e outras, não consigo não pensar em como será quando eu realmente me mudar? Quando não for por um ou dois meses, mas sim por dois, três, cinco anos? Pensar tudo isso e retornar ao Brasil em uma semana e quatro dias é fácil. Saber que não vai voltar tão cedo é totalmente diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viajar a trabalho é como se fosse colocar seu corpo num avião e levá-lo para trabalhar enquanto sua alma espera pacientemente na sua casa. Isso explica em parte porque a maioria dos funcionários a serviço não fazem amigos aqui, nem mesmo constituem família. Todos sabem que em cinco anos, no máximo, terão um novo destino e em doze anos, no máximo, estarão voltando para suas respectivas almas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você fizer amigos, arrumar um namorado, constituir uma família, seja o que for, em cinco anos, você está fora. E poucos, muito poucos, estariam dispostos a te acompanhar. Isso é trabalhar no exterior. O glamour? Ah, o glamour. Depois de três, quatro semanas ele com certeza já saiu de cena, a solidão sim é a personagem principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É diferente para aqueles que abandonaram o Brasil e estão fora há dez, vinte anos e, o que é mais importante, não planejam voltar. Eles são livres para se estabelecerem onde quer que estejam. Nós deixamos nossas almas no Brasil. E isso não é nenhum pouco poético ou romântico, é a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu sei? Que vou apreciar bem mais os momentos em casa, em família, entre amigos, de agora em diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aqui fora, seja por um mês ou doze anos, a única maneira de se sentir mais próximo dos seus é fechar os olhos e pensar. Aonde o pensamento vai, a alma também vai.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-2423151290803086684?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/2423151290803086684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=2423151290803086684' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2423151290803086684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2423151290803086684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/09/having-real-taste-of-loneliness.html' title='Having the real taste of loneliness'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-8382841060132770233</id><published>2009-08-10T22:51:00.001-03:00</published><updated>2009-08-26T23:47:52.267-03:00</updated><title type='text'>Let it go</title><content type='html'>I am not the let it go kind. Wish I were, but my mind works so fast trying to solve life issues that I can't let a single thing go. Relationships that didn't work out, I wanna know why. Friends that don't wanna see me anymore, I wanna know why. Relatives that don't look at my eyes but at the floor, I wanna know why. I always wanna know why and what can I do to fix everything.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sometimes, dear, it's beyond your action. You can't really do a thing. But that fire still burns inside you, dragging you to the danger of knowing why.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;When we end a period in life, we leave it in the past. In order to know why, we have to bring back a piece of this, which means danger.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sometimes, I just wanna make a list of all the unsolved things in my life, and, one by one, fix them. Unfortunately, it's not like organising the closet, the bookshelf, althought I really need to do these two things and many more like that. The list of bad ended relationships must be solved getting in touch with the other interested part, if he's still interested.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;How do we know if we don't know why? Is it worthy the effort?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Things work so differently in people's minds that we never know if 4 or 5 years of friendship are really worthy a 5 minutes call. Just because we don't know why the other part doesn't want to see us. If you had a single answer, you wouldn't need to bother that person again, because you know why.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;That's why let it go people are happy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tell me the truth, am I the last person you wanna see?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lately, I'm being the let it go kind, but every day that passes by makes me feel guiltier about not having done a thing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sigh...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-8382841060132770233?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/8382841060132770233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=8382841060132770233' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8382841060132770233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8382841060132770233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/08/let-it-go.html' title='Let it go'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-6144589441505462504</id><published>2009-08-01T23:00:00.002-03:00</published><updated>2009-08-01T23:19:44.020-03:00</updated><title type='text'>Live and Let Live</title><content type='html'>Sometimes we feel like we are isolated. All world is partying, having fun, doing their things on a saturday night and you are at home, in front of your computer, writing this.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;You can hear their laughs, their voices and sometimes you even wanna be there, just for a while, to laugh with them, but you know... it's just not right. You don't fit there. Your friends didn't call, but whatever... you don't need to replace them with such thing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Because that would be agreeing with them.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Why does that bother you anyway? It shouldn't.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;They are like wild creatures you observe. They laugh, dance, sing, drink, but at night, in a second before sleep, they are all  going to dedicate a little thought to frustration. There are a lot of goals they hadn't yet achieved in their lives, and maybe all they ever wanted was something close to what you have. That's why we shouldn't be mad at them, because they are still on their ways.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;You? You are still on your way to something even better. Of course there are thousands behind you, but there are also thousands ahead. Nevertheless, it's not my or your business to judge any of them. You were there once upon a time. You just moved a little up. But there is still a long way to go and we shouldn't waste our time trying to guess what's gonna happen with them. That's their problem after all.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Just relax and let'em live their lives. Live and let live.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/SnT3nFPvHlI/AAAAAAAAAOQ/4_Ar6ZcPlZo/s1600-h/live.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/SnT3nFPvHlI/AAAAAAAAAOQ/4_Ar6ZcPlZo/s400/live.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365185306900242002" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-6144589441505462504?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/6144589441505462504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=6144589441505462504' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/6144589441505462504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/6144589441505462504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/08/live-and-let-live.html' title='Live and Let Live'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/SnT3nFPvHlI/AAAAAAAAAOQ/4_Ar6ZcPlZo/s72-c/live.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-5375003654130106061</id><published>2009-04-27T10:38:00.000-03:00</published><updated>2009-04-27T10:39:43.280-03:00</updated><title type='text'>Feliz Aniversário!</title><content type='html'>Uma leve tristeza se aproxima de mim nesse instante, como uma nuvem carregada a se colocar entre mim e o sol. Mais um ano de vida está perto de se completar, mas eu sinto ter envelhecido alguns anos mais nestes últimos meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro que em todo aniversário eu ficava sempre muito alegre nas vésperas, aguardava ansiosa o dia e festejava sempre com um grande sorriso no rosto. Esse ano eu não estou tão alegre nas vésperas e nem aguardo ansiosamente o dia. Teria meu sorriso envelhecido e secado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, há de ser só uma fase. Pequenas e grandes preocupações e tristezas congelaram-me um pouco. Quando o leve torpor da paixão some, é isto o que sobra. Uma realidade não tão quente nem tão bonita. E isso é tão normal, tão comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto-me mais velha, sim, mas não acho isso mau. Nessa oficina de lapidação do espírito, é bom envelhecer mais cedo. É sinal de que estamos trilhando bem o caminho, aprendendo ao máximo com as situações. E ainda há muito o que envelhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Benditas são as oportunidades em que descobrimos o quanto ainda falta. O quanto ainda somos imperfeitos e "novos". Contudo, não há por que correr e não há por que se desesperar. É essa ilusão do tempo que nos faz querer sempre aqui e agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra, agora e sempre, é &lt;span style="font-style: italic;"&gt;paciência&lt;/span&gt;. Sem esquecer do trabalho, da dedicação, da perseverança e de todas essas palavras bonitas que sem a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;paciência &lt;/span&gt;não são nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz Aniversário Deyse!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-5375003654130106061?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/5375003654130106061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=5375003654130106061' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/5375003654130106061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/5375003654130106061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/04/feliz-aniversario.html' title='Feliz Aniversário!'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-1189893853948124877</id><published>2009-04-23T13:05:00.005-03:00</published><updated>2009-04-23T13:43:23.923-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Como é fazer a messma coisa todos os dias? Seria isso necessidade de segurança?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentada na lanchonete, eu observo aquele cara não tão velho. Ele toma o mesmo café da manhã todos os dias desde que eu comecei a trabalhar aqui. Ele quase segue um ritual. Entra, compra um jornal, senta-se e espera pela comida, que o garçom já está trazendo. Ele deve ter feito o pedido no máximo umas três vezes. Então ele come, lê, bebe o café, que vem sempre um pouco depois, levanta-se e sai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje eu observei que ele deixa o jornal. Se perguntarem algum dia a ele o que come no café da manhã, ele vai dizer: "Torradas, queijo, café, água e jornal". Sim, o jornal faz parte do ritual e é deixado para trás como sobra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós fazemos isso muitas vezes, mas confesso que nunca observei um caso tão significativo. Jamais o vi pedir outra coisa sequer. Então novamente me questiono, o que provoca tal comportamento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando peço sempre a mesma coisa, faço-o porque já conheço aquela tal coisa e, portanto, já sei que é boa, não preciso me arriscar. Quando vario o pedido e não gosto do que pedi, recrimino-me por ter mudado de ideia. Quando vario o pedido e gosto do que pedi, passo a pedir sempre a nova coisa, se for melhor que a anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso demonstra que estamos sempre resistindo às mudanças, apesar delas serem às vezes inevitáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se um dia o garçom trouxesse àquele cliente um pedido diferente, ou fizesse uma pequena mudança no pedido, o que aconteceria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez colocaram orégano no meu misto quente, algo que eu não tinha pedido. Senti-me levemente indignada, o quanto se pode estar numa situação simples como essa. Eu, que ainda me permito mudar, senti-me indignada. O que sentiria ele, que não se permite mudar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rejeitaria o pedido com mudanças e mandaria trazer o certo. Alegaria que, pela assiduidade da presença dele ali, tal ato não se justificava. Sequer experimentaria. Seu delicado equilíbrio foi quebrado. Todo o seu dia estaria comprometido por causa daquela pequena falha no ritual. Sentir-se-ia inquieto até que tudo voltasse ao normal. Meditaria ainda por algumas horas sobre aquele incidente e, quando voltasse à lanchonete na manhã do outro dia, sempre no mesmo horário, um calafrio percorreria-lhe a espinha. Ousaria o garçom cometer novamente aquele erro? Só restaria a ele comprar o jornal, sentar-se e esperar, mas dessa vez com os olhos por cima dos papéis, espionando a atividade do garçom. Não descansaria enquanto não visse o seu pedido impecável sobre a mesa. E, após certificar-se de que tudo estava correto, seria capaz de finalmente relaxar, comer, ler, sair, trabalhar, ir para casa, dormir, acordar, escovar os dentes, vestir-se, sair, estacionar, entrar, relaxar, comer, ler, sair, trabalhar, ir para casa, dormir, acordar, escovar os dentes, vestir-se, sair, estacionar, entrar, relaxar, comer, ler, sair, trabalhar, ir para casa, dormir, acordar, escovar os dentes, vestir-se, sair, estacionar, entrar... e assim sucessivamente até o fim dos tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que às vezes confundimos prisão com segurança. Encarceramo-nos em nossas rotinas e passamos a viver à margem de nós mesmos. O que somos capazes de fazer a pretexto de segurança? O que somos capazes de perder a pretexto de segurança?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, vale a pena repetir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;É impressionante como nossas vidas mudam nesse instante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eu vejo nos seus olhos, ouço nas suas palavras&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;tudo aquilo que eu pensava por tantas madrugadas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;na loucura de uma palavra,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;sem querer pensar no amanhã,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;por que o que seria do amanhã sem esse momento?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;O quanto nós perderíamos? &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-1189893853948124877?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/1189893853948124877/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=1189893853948124877' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/1189893853948124877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/1189893853948124877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/04/como-e-fazer-messma-coisa-todos-os-dias.html' title=''/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-4677411109803631778</id><published>2009-02-20T12:59:00.002-03:00</published><updated>2009-02-20T13:05:31.071-03:00</updated><title type='text'>Cinco minutos</title><content type='html'>O que você sente quando sabe que vai entrar em colapso dentro de cinco minutos? O que você pensa? Você pensa?!?! Eu não consigo pensar, os dedos se movem freneticamente. O que eu seria capaz de dizer a você se você fosse embora dentro desses cinco minutos, não! Quatro minutos agora. O que fazer? Você é capaz de deixar de gostar de mim dentro desse tempo que resta? Três minutos e trinta segundos. Meus dedos tremem. O amor virtual não me deixa expressar todo o meu ser... meus dedos são lentos... ainda mais quando tremem. O que fazer? Eu vou entrar em colapso, não tenho mais do que três minutos! Três minutos! Os erros se sucedem! Dois minutos e meio! Eu te amei tanto desde o momento em que eu te vi. Apenas não sabia. Mas agora eu sei! Então por que você vai querer estar confuso? Por que você vai me deixar? Eu tenho apenas dois minutos! Dois! Dois! Não há tempo para dizer nada, nada! Então apenas me beije. Será que há tempo para um beijo? Sim, na modernidade há tempo. Mas não para falar. Não fale, apenas sinta. Um minuto e meio. O que fazer? Pra onde ir? Não há tempo. Eu quero corrigir os erros, mas não há tempo. Apenas um minuto. Eu respiro fundo, mas não há tempo nem para respirar. O que eu queria dizer é que já me sinto só... eu apaguei o que havia aqui, mas não deveria ter feito isso. Eu me sinto só e o que pode consertar isso? A confusão já existe. O que? A confusão... eu te amo. Apenas. Desculpe-me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Escrito em 2 de novembro de 2007.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-4677411109803631778?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/4677411109803631778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=4677411109803631778' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4677411109803631778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4677411109803631778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/02/cinco-minutos.html' title='Cinco minutos'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-1526782963310172490</id><published>2009-02-05T12:44:00.007-02:00</published><updated>2009-02-05T14:01:53.681-02:00</updated><title type='text'>"Poems everybody! Poems!"</title><content type='html'>Hoje a ansiedade diminuiu sim, mas a tristeza assumiu o seu lugar. O livro, lógico, está ali do lado, e a minha concentração a uns trinta e dois quilômetros. Minha vida está "no repeat", assim parece. Até que eu entenda o quanto é desnecessária e inútil a impaciência, ela me dominará e tornará inférteis todos os meus atos. Infértil, assim parece a vida quando nada dura mais que horas, dias e até semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rapidez, a velocidade, a infreqüência me assustam. Quero um lugar de paz, longe do meu eu mais veloz e mais ignóbil. Inconstante, assim pareço (ou quero parecer, para enfim fugir totalmente de mim mesma). A mariposa-fênix que se queima na luz. Abomino a minha própria inconstância. Erro. Vivo a minha inconstância. Acerto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde achar lugar para o constante na velocidade e na infreqüência? O que é o constante se visto sob o prisma da velocidade? Posso eu ter sido constante por duas horas? Duas horas &lt; dois anos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E poderíamos ficar horas a tecer perguntas e mais perguntas, sem responder uma sequer, apenas pensando sobre elas e gerando mais perguntas, porque perguntar é fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Responder é perigoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem é você?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Post-scriptum&lt;/span&gt;: "Inconsistente". Sinto-me desmanchar e espalhar por toda parte. Por todo lugar onde eu já estive, como pensei há uns anos, deixei um pedaço da minha existência e vivo a procura eterna de um eu-inteiro-consistente-utópico. Ao "final", terei que retornar pelo caminho que trilhei e catar meus pedaços, cada um deles. É certo que no caminho agreguei também pedaços à minha pouca consistência. Pouca, mas que é responsável por me manter de pé. A velocidade, a infreqüência, a inconstância tornaram mais difícil a Consistência. Entretanto, ao mesmo tempo, tornaram-na permanente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-1526782963310172490?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/1526782963310172490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=1526782963310172490' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/1526782963310172490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/1526782963310172490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/02/poems-everybody-poems.html' title='&quot;Poems everybody! Poems!&quot;'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-8783778782040742833</id><published>2009-02-04T13:04:00.002-02:00</published><updated>2009-02-04T13:11:05.029-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Se você fosse daquele tipo que bate à minha porta de madrugada, desesperado, insano, louco pra me dar aquele beijo que você sabe que vai me deixar em ebulição, talvez eu gostasse de você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas você dorme à noite, você dorme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu? Eu nem me dou ao trabalho de esperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes sou eu que vou bater à sua porta tarde da noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era só um sonho. Eu também durmo à noite.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-8783778782040742833?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/8783778782040742833/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=8783778782040742833' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8783778782040742833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8783778782040742833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/02/se-voce-fosse-daquele-tipo-que-bate.html' title=''/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-8636163719564866090</id><published>2009-01-20T20:13:00.008-02:00</published><updated>2009-01-20T21:21:37.817-02:00</updated><title type='text'>Prostitutas da Nova Era</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dizzy &amp;amp; Day&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Historicamente, as prostitutas foram mulheres temidas pela sua independência, inteligência, talento e não submissão aos valores morais impostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem ordinário buscava sempre o prazer e o conforto em mulheres distintas. Para o conforto, havia a mulher do lar. Para o prazer hedonista, a prostituta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele sabia que ela não o julgaria. Nenhuma qualidade ele precisava ter, se tivesse como recompensá-la. Era apenas o prazer individual masculino, pois o homem não precisava se preocupar em satisfazer sua parceira. Curioso é que essa situação se repetia em casa, tornando a mulher do lar também uma prostituta, por renunciar ao seu prazer pela estabilidade do matrimônio e por medo da estigmatização social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, mesmo a mulher do lar, ainda que não se prostituísse, precisava da liberdade de sensações, sentimentos e ideais. O feminismo, contudo, se mostrou insuficiente no atingimento desses objetivos. Quebrou alguns paradigmas, mas instaurou a competição entre os sexos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prostituta, por sua vez, estigmatizada e apedrejada ao longo dos séculos, soube tirar o necessário e justo aprendizado da sua caminhada. Deixou para trás as angústias por ter perdido a sua identidade e dignidade em troca de bens materiais e voltou-se para o lado do sentimento, buscando o prazer associado ao amor. Contudo, a independência, a liberdade, a intelectualidade, o talento e a consciência da própria sexualidade continuaram presentes na sua essência de mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem moderno oscila entre essas duas mulheres, enquanto a mulher oscila - em si mesma - entre a mulher do lar e a prostituta. Entretanto, ela não será mais a prostituta que a sociedade estigmatizou, pois não mais busca recompensas financeiras, mas sim qualidade, intelectualidade e sentimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Prostituta da Nova Era é uma mulher forte, dedicada e generosa como a mulher do lar,  e que respeita e é respeitada, sem, no entanto, deixar de lado a sua individualidade. Ela surpreende sobremaneira a sociedade, pois as pessoas ainda estão perdidas nos extremos, sem entender que a nova lei é o equilíbrio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-8636163719564866090?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/8636163719564866090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=8636163719564866090' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8636163719564866090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8636163719564866090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/01/prostitutas-da-nova-era.html' title='Prostitutas da Nova Era'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-8229799791253887718</id><published>2009-01-20T01:12:00.003-02:00</published><updated>2009-01-20T01:16:59.505-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>É impressionante como nossas vidas mudam nesse instante.&lt;br /&gt;Eu vejo nos seus olhos, ouço nas suas palavras&lt;br /&gt;tudo aquilo que eu pensava por tantas madrugadas&lt;br /&gt;na loucura de uma palavra,&lt;br /&gt;sem querer pensar no amanhã,&lt;br /&gt;por que o que seria do amanhã sem esse momento?&lt;br /&gt;O quanto nós perderíamos?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-8229799791253887718?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/8229799791253887718/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=8229799791253887718' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8229799791253887718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8229799791253887718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/01/impressionante-como-nossas-vidas-mudam.html' title=''/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-980072174871516110</id><published>2009-01-16T03:11:00.009-02:00</published><updated>2009-01-16T11:15:36.108-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Melhores'/><title type='text'>Pintura Impressionista</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dizzy &amp;amp; Lulu&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"O egoísmo! eis a voz da humanidade"&lt;br /&gt;Álvares de Azevedo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Interesse circunstancial&lt;br /&gt;Relacionamento miojo&lt;br /&gt;Carinho que não se propaga&lt;br /&gt;No vácuo&lt;br /&gt;No vazio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu carinho vazio&lt;br /&gt;Pré-fabricado em laboratório&lt;br /&gt;Sucumbe a si mesmo&lt;br /&gt;E o egoísmo aflora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebo - de perto&lt;br /&gt;A tua face impressionista&lt;br /&gt;E te quero longe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longe - te sinto perto&lt;br /&gt;E fatalmente&lt;br /&gt;Me aproximo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo impulso e pelo risco&lt;br /&gt;O egoísmo de querer saber&lt;br /&gt;Se te altera o beijo ardente e nu&lt;br /&gt;Se - após a loucura - desvia os olhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/SXAueoQ4CZI/AAAAAAAAAG4/XF62ZSZwFyQ/s1600-h/Renir+-+La+songeuse+-+jeune+femme+assise+-+1877.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 338px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/SXAueoQ4CZI/AAAAAAAAAG4/XF62ZSZwFyQ/s400/Renir+-+La+songeuse+-+jeune+femme+assise+-+1877.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5291780665899485586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Renoir, A pensadora&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-980072174871516110?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/980072174871516110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=980072174871516110' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/980072174871516110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/980072174871516110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/01/pintura-impressionista.html' title='Pintura Impressionista'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/SXAueoQ4CZI/AAAAAAAAAG4/XF62ZSZwFyQ/s72-c/Renir+-+La+songeuse+-+jeune+femme+assise+-+1877.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-6003193975975844035</id><published>2009-01-05T09:09:00.002-02:00</published><updated>2009-01-05T09:17:33.178-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/SWHqt5C5ZTI/AAAAAAAAAGw/zRZtWpvmmek/s1600-h/GazaWar-BBC.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 400px; height: 258px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/SWHqt5C5ZTI/AAAAAAAAAGw/zRZtWpvmmek/s400/GazaWar-BBC.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5287765511637656882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Israeli Defence Minister Ehud Barak said the offensive would continue until "peace and tranquility" were secured for Israeli civilians. &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Source: &lt;a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/in_pictures/7810301.stm"&gt;BBC in pictures&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;O Ministro da Defesa de Israel Ehud Barak disse que a ofensiva continuaria até que a "paz e a tranquilidade" fossem asseguradas aos civis israelenses.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;Por que será que paz e tranquilidade estão entre aspas? Há como se conseguir paz e tranquilidade por meio da guerra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-6003193975975844035?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/6003193975975844035/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=6003193975975844035' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/6003193975975844035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/6003193975975844035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/01/israeli-defence-minister-ehud-barak.html' title=''/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/SWHqt5C5ZTI/AAAAAAAAAGw/zRZtWpvmmek/s72-c/GazaWar-BBC.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-1571898383038401229</id><published>2009-01-04T00:40:00.003-02:00</published><updated>2009-01-04T00:52:18.358-02:00</updated><title type='text'>Um segundo</title><content type='html'>Eu vejo você fugindo&lt;br /&gt;Mas você tá fugindo de quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vejo você se destruindo&lt;br /&gt;Tá se acabando pra quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vejo você correndo&lt;br /&gt;Mas você não pode correr de você&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque você sabe&lt;br /&gt;Tudo vai voltar pra você&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu fico te olhando, te olhando&lt;br /&gt;E penso - hoje dói bem menos que antes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o futuro pode ser daqui a um segundo&lt;br /&gt;ou daqui a uma eternidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que é o tempo na linha da vida?&lt;br /&gt;Um segundo é igual a uma eternidade&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-1571898383038401229?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/1571898383038401229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=1571898383038401229' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/1571898383038401229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/1571898383038401229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2009/01/um-segundo.html' title='Um segundo'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-3018393431863358078</id><published>2008-12-24T01:59:00.004-02:00</published><updated>2008-12-24T02:16:29.695-02:00</updated><title type='text'>17th Song</title><content type='html'>É tudo tão delicado agora&lt;br /&gt;Eu tenho medo de perder&lt;br /&gt;esse elo inusitado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É minha velha tendência ao vício&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não seja imprudente&lt;br /&gt;Isso não é uma brincadeira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que a gente constrói&lt;br /&gt;tudo tão lentamente&lt;br /&gt;Mas uma palavra pode sim&lt;br /&gt;destruir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E lá vamos nós outra vez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não quero mais tentar&lt;br /&gt;Eu preciso conseguir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que a gente vai errar&lt;br /&gt;Mas isso não pode impedir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para, pensa, respira e cala&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes o melhor que eu posso fazer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto o silêncio como a palavra&lt;br /&gt;podem criar ou destruir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a gente pode sempre escolher&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-3018393431863358078?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/3018393431863358078/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=3018393431863358078' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/3018393431863358078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/3018393431863358078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/12/17th-song.html' title='17th Song'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-1375872382330819896</id><published>2008-12-11T13:18:00.017-02:00</published><updated>2008-12-11T20:54:54.518-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Melhores'/><title type='text'>Essay on Freedom</title><content type='html'>Primeiramente, a liberdade se desenvolve no nível da consciência, independe da condição física. Posto isso, esqueçam todos os conceitos conhecidos de liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A privação da liberdade não pode ser perpetrada por um agente externo. O indivíduo é o único ser capaz de restringir a sua própria liberdade. Considera-se aqui a vida como sendo transcendental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A privação da liberdade não requer prisão física. Um indivíduo encarcerado pode ser livre, assim como um indivíduo que goze plenamente do seu direito de ir e vir pode não ser livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Liberdade&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Individualide&lt;/span&gt;. Cada ser possui uma experiência individual e única, que não pode ser compreendida pelo outro e, portanto, não é passível de julgamento. Experiência transcendental. Herança. Opõe-se à personalidade, que é transitória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Honestidade&lt;/span&gt;. Ao longo de sua trajetória, o indivíduo se depara com situações em que o que sente não está de acordo com o que pensa. A honestidade o impede de reprimir-se e, conseqüentemente, enganar-se. Aceitando seus próprios sentimentos, o indivíduo é capaz de lidar com eles, minimizando o sofrimento que seria causado pela repressão. Opõe-se ao orgulho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Integridade&lt;/span&gt;. O indivíduo que não vive apenas na personalidade e consegue ser honesto consigo mesmo conhece-se e é capaz de formar o seu caráter. A experiência agrega elementos à integridade. O indivíduo íntegro convive de maneira igual com a crítica e com o elogio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Intuição&lt;/span&gt;. Ponte entre sub-consciente e consciente. Se bem desenvolvida, torna-se completamente eficaz contra a mentira e a falsidade. A falta de honestidade consigo mesmo diminui o poder da intuição. Não há intuição no nível da personalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;a href="http://psychodimension.blogspot.com/2008/06/sobre-o-sofrimento.html"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sofrimento&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. É livre aquele que aceita o sofrimento, que é indispensável e único. Não aceitando o sofrimento, o indivíduo torna-se preso a ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Desprendimento&lt;/span&gt;. Viver e deixar viver. O indivíduo que se liga obsessivamente a outro não pode ser livre. É necessário que cada um viva sua vida de maneira independente. Laços que se manifestam no plano da personalidade são meramente teatrais. Não se opõe ao compromisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Verdade&lt;/span&gt;. Imprescindível à liberdade. Cada vez que se falta com a verdade, cria-se um laço pernicioso, que só pode ser quebrado com o perdão alheio e com o esclarecimento do fato, não necessariamente nessa ordem. A verdade também se une à integridade. Um indivíduo que fala somente a verdade jamais será traído por suas próprias palavras ou por sua má intenção. Mesmo a má intenção deve ser acompanhada de verdade. A verdade não está relacionada com a impulsividade. Tanto pode haver verdade na impulsividade como pode não haver. A verdade é sempre a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A liberdade é uma busca necessariamente interior.  Requer desprendimento também dos mitos do senso-comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;a href="http://psychodimension.blogspot.com/2008/12/love-letter-to-friend.html"&gt;amor&lt;/a&gt; não é pré-requisito para a liberdade, mas a liberdade é pré-requisito para o amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atitude de um indivíduo não deve se basear na atitude de outro, mas tão somente na integridade, caso contrário, não há liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A liberdade é, portanto, um estado de consciência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-1375872382330819896?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/1375872382330819896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=1375872382330819896' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/1375872382330819896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/1375872382330819896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/12/essay-on-freedom.html' title='Essay on Freedom'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-6500177301791898838</id><published>2008-12-06T00:46:00.006-02:00</published><updated>2008-12-06T01:31:48.934-02:00</updated><title type='text'>You shall not believe in poetry</title><content type='html'>A poesia que há na vida deixa as pessoas loucas, assim como a poesia que não há na vida. Alternar entre o poético e o não-poético pode ser uma questão de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;orgulho&lt;/span&gt;, mas nunca há um equilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é, afinal, o equilíbrio, se é a oscilação entre a poesia e a não-poesia que torna a vida intrigante?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se acredita totalmente na poesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quanto de vida "real" há na poesia?&lt;br /&gt;O quanto de poesia há na vida "real"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poesia da vida real se confunde com a realidade da própria poesia. Onde está a poesia? No papel ou nos sentidos? E o que é a vida real?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-6500177301791898838?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/6500177301791898838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=6500177301791898838' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/6500177301791898838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/6500177301791898838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/12/you-shall-not-believe-in-poetry.html' title='You shall not believe in poetry'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-7574972411140167021</id><published>2008-12-05T10:56:00.007-02:00</published><updated>2009-01-03T19:34:13.608-02:00</updated><title type='text'>Te querer e não te querer</title><content type='html'>Eu quero e não quero&lt;br /&gt;aquele beijo murcho&lt;br /&gt;aquele abraço frouxo&lt;br /&gt;aquela conversa mole&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso parece samba e isso - definitivamente - não é bom&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yo te quiero&lt;br /&gt;Me gustan tu boca&lt;br /&gt;tus brazos, tus ojos&lt;br /&gt;"me gustas tu"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pero yo no hablo español&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indeed&lt;br /&gt;I don't really speak your language&lt;br /&gt;I speak your tongue&lt;br /&gt;And it tells me all there is to know about you&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Give me just one second to translate&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lame&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-7574972411140167021?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/7574972411140167021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=7574972411140167021' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7574972411140167021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7574972411140167021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/12/te-querer-e-no-te-querer.html' title='Te querer e não te querer'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-4100567656282468192</id><published>2008-12-03T01:42:00.007-02:00</published><updated>2008-12-08T09:09:35.168-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Melhores'/><title type='text'>Love Letter to a Friend</title><content type='html'>Uma vez, por volta dos meus doze ou treze anos, numa rara conversa sobre amor, meu tio disse uma frase interessante: "Quem ama, não perdoa". Essa frase fez total sentido para mim, como uma verdade universal. Cinco minutos depois eu a esqueci.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, exatamente hoje, eis que volta à minha mente a tal frase. Entretanto, agora, eu já adquiri a bagagem necessária para entendê-la completamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor, o mais sublime amor, é racional. Não necessita perdoar, porque entende que cada um tem de seguir sua estrada. Juntos? Separados? Não importa, o verdadeiro amor não se importa. O verdadeiro amor respeita, acima de tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para esse amor, o tempo não existe, pois não há distância que separe duas almas com as mentes em sintonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verdadeiro amor não tem forma. Manifesta-se num olhar, num sorriso, num "simples" pensamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse amor, calmo e sereno, entende e respeita. Aprendeu a viver e a deixar viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós podemos ser tudo que quisermos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-4100567656282468192?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/4100567656282468192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=4100567656282468192' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4100567656282468192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4100567656282468192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/12/love-letter-to-friend.html' title='Love Letter to a Friend'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-6563343342401303521</id><published>2008-12-02T11:17:00.006-02:00</published><updated>2008-12-02T12:27:01.370-02:00</updated><title type='text'>Bad Day Report</title><content type='html'>Hoje as portas estão rangendo, as pessoas estão sérias e macambúzias, o dia está frio por dentro e por fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília: mínima 20º, máxima 28º (mentira).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeira bebida do dia: boldo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois acidentes a caminho do trabalho: um envolvendo moto e outro envolvendo um Palio apressado e um Corola nervoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultados: mini-engarrafamento no eixão e discussão na Esplanada dos Ministérios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom: eu acordei cedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mau: o dia será mais longo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom: &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL830625-6174,00.html"&gt;as plantas falam&lt;/a&gt;, de acordo com os japoneses (o que será que aquela planta ali pensa sobre mim?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mau: meu estômago está se revirando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-6563343342401303521?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/6563343342401303521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=6563343342401303521' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/6563343342401303521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/6563343342401303521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/12/bad-day-report.html' title='Bad Day Report'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-4724710991514564437</id><published>2008-11-25T01:44:00.004-02:00</published><updated>2008-11-25T02:17:29.229-02:00</updated><title type='text'>Pale Impressions</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;I am now just a pale impression of what I can be&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Eu sou agora apenas uma pálida impressão do que posso ser&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em alguma parte dessa estrada, eu me perdi de mim mesma. Ignorei os meus próprios ideais, minhas convicções, talvez com o tolo objetivo de tentar ser o que eu não era e nem nunca serei. Tudo para novamente reafirmar em mim a necessidade da primazia da consciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se muitos conseguem guiar suas vidas de tal ou tal maneira e assim vivem felizes, é porque o que fazem está de acordo com o que é permitido por suas consciências. Não há que se cogitar viver como esses muitos. Nenhum deles serve de padrão para mim, assim como eu não sirvo de padrão para absolutamente ninguém. E todos estão certos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há volta. Porque nunca há volta. Mas há sempre uma continuação, um novo capítulo, uma página em branco. E não é preciso que eu vá para longe daqui, como eu sempre quis, ou que eu esteja absolutamente sozinha. Em qualquer lugar, eu posso fechar os olhos e analisar meus pensamentos, sentimentos, dúvidas, confusões, contradições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vontade de recomeçar me faz pensar automaticamente em um novo lugar, em novas pessoas e novos ambientes. Entretanto, problemas se resolvem apenas no nível da consciência. Estão refletidos no exterior, nas coisas, nas pessoas, na vida, mas não é aí que se encontra sua resolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interior, sim, deve se renovar. Se eu sou uma pessoa nova, tudo ao meu redor é novo, embora aparentemente eu esteja no mesmo lugar e me relacione quase sempre com as mesmas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada dia eu sou um pouco dessa pessoa nova, como se fosse me reconstruindo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;brick by brick&lt;/span&gt;. Mas ainda não é suficiente. Ainda me sinto presa à infidelidade aos meus próprios ideais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro sempre que o passado não volta mais, embora eu sinta uma infinita saudade daquela autenticidade. Se houvesse como voltar ao passado, eu também voltaria a ser aquela pessoa do passado. Viver a situação do passado com a experiência já adquirida no presente seria o que eu poderia chamar de uma &lt;span style="font-style: italic;"&gt;situação ideal&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, não existe &lt;span style="font-style: italic;"&gt;situação ideal&lt;/span&gt;. Mais uma vez, é necessário escrever um novo capítulo. Fico feliz pela experiência adquirida, por tudo que foi possível aprender até agora. Isso me tira um pouco da culpa de ter traído a mim mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma nova fase não é &lt;span style="font-style: italic;"&gt;escrita &lt;/span&gt;de uma noite para outra, como dormir uma pessoa e acordar outra. Venho aprendendo a me respeitar e, dessa forma, eu não poderia ser autoritária comigo mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ímpeto de mudar já traz em si uma mudança, que por sua vez trará outras, todas conscientes e serenas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-4724710991514564437?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/4724710991514564437/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=4724710991514564437' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4724710991514564437'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4724710991514564437'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/11/pale-impressions.html' title='Pale Impressions'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-7190024974953973251</id><published>2008-11-22T12:32:00.007-02:00</published><updated>2008-11-22T12:53:54.978-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Life holds strange situations,&lt;br /&gt;that happen late in the night,&lt;br /&gt;when your thoughts are blurred&lt;br /&gt;and your feelings intensified.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flashes of light throughout the night,&lt;br /&gt;glimpses of truth in your mind,&lt;br /&gt;tides of darkness after all,&lt;br /&gt;that take your sanity away.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/SSgcwCpumJI/AAAAAAAAAFQ/vxFtvgQsw7Q/s1600-h/blurred.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 200px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/SSgcwCpumJI/AAAAAAAAAFQ/vxFtvgQsw7Q/s200/blurred.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5271494975508355218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-7190024974953973251?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/7190024974953973251/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=7190024974953973251' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7190024974953973251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7190024974953973251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/11/life-holds-strange-situations-that.html' title=''/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/SSgcwCpumJI/AAAAAAAAAFQ/vxFtvgQsw7Q/s72-c/blurred.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-8520396622264441696</id><published>2008-11-13T10:51:00.004-02:00</published><updated>2008-11-13T11:31:48.238-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>If I could just go away&lt;br /&gt;Leave it all behind&lt;br /&gt;Cry my tears on my own&lt;br /&gt;In some low-rent place far from here&lt;br /&gt;All of you could be relieved&lt;br /&gt;Not to have me around again&lt;br /&gt;With all my confusion&lt;br /&gt;That like a web reaches you all&lt;br /&gt;Hurting&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But I swear I've been true to all of you&lt;br /&gt;Except to myself&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-8520396622264441696?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/8520396622264441696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=8520396622264441696' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8520396622264441696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8520396622264441696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/11/if-i-could-just-go-away.html' title=''/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-6240757581518983142</id><published>2008-11-09T22:21:00.004-02:00</published><updated>2008-12-03T09:44:17.542-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Melhores'/><title type='text'></title><content type='html'>Não posso relaxar, a não ser no sono. Fora isso, cada minuto que passa é uma tortura de pensamentos contraditórios. Se eu ao menos soubesse. Se ao menos me fosse permitido saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que a alguém é dada essa permissão? Sim, com certeza. Mas apenas àquele que não deseja saber. Não posso me enganar, entretanto. Eu desejo, sim, saber. Sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia em que você se despisse dessas máscaras, desses disfarces, e entrasse por aquela porta, com a firme resolução de me dizer a verdade, eu seria tão feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não, eu não te amo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This is the taste of freedom.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-6240757581518983142?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/6240757581518983142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=6240757581518983142' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/6240757581518983142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/6240757581518983142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/11/no-posso-relaxar-no-ser-no-sono.html' title=''/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-6974423958311134899</id><published>2008-11-06T11:57:00.003-02:00</published><updated>2008-11-06T12:07:41.783-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span&gt;"Todo mundo espera que eu me desculpe, mas essa situação não é algo pela qual eu possa me desculpar, porque falei a verdade, e cedo ou tarde mamãe deveria descobrir. Pareço indiferente às lágrimas de mamãe e aos olhares de papai, e estou mesmo, porque agora os dois estão sentindo o que sempre senti. Só posso ter pena de mamãe, que terá de descobrir sozinha qual deveria ter sido a sua atitude. De minha parte, continuarei em silêncio e distante, e não pretendo fugir da verdade, porque quanto mais ela for adiada, mais difícil será eles aceitarem quando precisarem ouvi-la." &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Anne Frank (O Diário de Anne Frank: edição integral, trad. Ivanir Alves Calado, 5.ed., Rio de Janeiro: BestBolso, 2008.)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-6974423958311134899?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/6974423958311134899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=6974423958311134899' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/6974423958311134899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/6974423958311134899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/11/todo-mundo-espera-que-eu-me-desculpe.html' title=''/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-5365652509936441323</id><published>2008-09-17T17:36:00.004-03:00</published><updated>2009-01-29T13:16:29.529-02:00</updated><title type='text'>O sol que me consome</title><content type='html'>Eu quero levar alegria ao mundo&lt;br /&gt;À minha maneira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero provocar todos os seus sorrisos&lt;br /&gt;E vê-los todos muito mais de uma vez&lt;br /&gt;Sempre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero que você se surpreenda sempre&lt;br /&gt;E depois diga&lt;br /&gt;"Eu sabia"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero passear na chuva com você&lt;br /&gt;Naquele dia em que você estiver&lt;br /&gt;Bem, bem doente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero te deixar acordado até tarde&lt;br /&gt;Quando você tiver que acordar&lt;br /&gt;Muito, muito cedo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero jogar a TV pela janela&lt;br /&gt;Dirigir em alta velocidade&lt;br /&gt;Sair por aí sem rumo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero te levar até onde você nunca foi&lt;br /&gt;Se vc ainda não correu, vamos correr até cansar&lt;br /&gt;Vamos ver o mar, as estrelas, a lua, as constelações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem de perto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E vamos ver também o sol&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem de perto&lt;br /&gt;Bem de perto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me move&lt;br /&gt;É o que me consome&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sol que me consome&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/SNFshwRXSEI/AAAAAAAAAD4/T4YO-kfX0F4/s1600-h/sol.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/SNFshwRXSEI/AAAAAAAAAD4/T4YO-kfX0F4/s400/sol.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5247094368012552258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-5365652509936441323?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/5365652509936441323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=5365652509936441323' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/5365652509936441323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/5365652509936441323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/09/o-sol-que-me-consome.html' title='O sol que me consome'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nTnoqTU9pDs/SNFshwRXSEI/AAAAAAAAAD4/T4YO-kfX0F4/s72-c/sol.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-3349405144334044710</id><published>2008-09-12T19:19:00.002-03:00</published><updated>2008-09-12T19:27:26.190-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Eu ouço minhas músicas favoritas do passado&lt;br /&gt;Elas me lembram de um tempo em que eu nem mesmo existi&lt;br /&gt;Nem eu nem vocês&lt;br /&gt;Mas se você pára pra ouvir&lt;br /&gt;A música te leva até lá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E vão retornando numa brisa morna todos aqueles sonhos que você não sonhou&lt;br /&gt;Todo aquele sangue que vc não derramou&lt;br /&gt;Todos os ideais que você não teve&lt;br /&gt;Tudo volta na brisa quente do passado que se repete e que não volta mais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ideais são outros&lt;br /&gt;Nós somos os mesmos&lt;br /&gt;Nós somos outros&lt;br /&gt;Os ideais são os mesmos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós somos os outros&lt;br /&gt;O passado é o mesmo&lt;br /&gt;O passado é outro&lt;br /&gt;O futuro é o mesmo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós nos perdemos no passado daqueles que se perderam no nosso futuro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passado?&lt;br /&gt;Presente?&lt;br /&gt;Futuro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo não existe&lt;br /&gt;A vida corre num rio interminável&lt;br /&gt;O tempo é a consciência&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-3349405144334044710?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/3349405144334044710/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=3349405144334044710' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/3349405144334044710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/3349405144334044710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/09/eu-ouo-minhas-msicas-favoritas-do.html' title=''/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-2763483836875894389</id><published>2008-09-04T22:02:00.007-03:00</published><updated>2008-09-05T00:00:59.236-03:00</updated><title type='text'>Lágrima</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;[Saint-Exupèry]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reflexo cor de rosa pálido do céu de fim de tarde nas ondulações calmas do lago. As águas que correm agora jamais serão as mesmas. Tudo que carregam para longe, lá ficará, não voltará mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anti-romântica, a natureza acontece indiferente. Seus tons verdes, róseos, azuis, roxos, vermelhos tanto podem acompanhar a tristeza como a alegria. O cenário do encontro e da despedida é o mesmo, apenas nós somos outros, mudando a cada instante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se no mundo só eu existisse, não seria capaz de mudar, e a vida não teria sentido. Ainda que, em certos momentos, eu não sinta o mundo existir à minha volta, as horas passam, as pessoas passam, a história segue e cada coisa influencia outra, como uma enorme teia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas antes de tudo, de toda a tristeza e de toda a alegria, é preciso não sentir vergonha de ser humano. É preciso reconhecer a importância de ser humano. Antes isso ao vazio, mais frio que a mais fria das noites daqueles que sentem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No lago, o primeiro céu da noite que antecede muitas noites, azuis, escuras, iguais, indiferentes. Em mim há uma noite escura e cruel, esperando, gélida, pelo amanhecer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-2763483836875894389?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/2763483836875894389/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=2763483836875894389' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2763483836875894389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2763483836875894389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/09/lgrima.html' title='Lágrima'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-8135147123034711599</id><published>2008-09-02T20:38:00.002-03:00</published><updated>2008-09-02T20:50:48.532-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Era uma mulher feia, via-se logo. Os dentes, estragados e amarelados pela idade e pelo hábito de fumar, eram o que primeiro se via de sua aparência. Fora isso, era uma mulher de feições comuns, nem magra nem gorda, nem nova nem velha, cabelos pretos de tinta e lisos. Vestia roupas normais, que não pioravam nem tampouco melhoravam seu aspecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito embora eu repudie o hábito do fumo, passei a admirar aquela mulher que vinha todos os dias à tarde fumar à porta de meu local de trabalho, sem deixar de me cumprimentar uma vez sequer, com um sorriso sincero e amigável, desde que passamos a trabalhar no mesmo prédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que até hoje ela não sabe meu nome, eu também nunca me dei ao trabalho de me apresentar ou de perguntar seu nome, e se trocamos dez palavras foi muito. Mas tenho certeza de que compartilhamos da mesma simpatia, natural e gratuita, como são todas as simpatias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-8135147123034711599?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/8135147123034711599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=8135147123034711599' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8135147123034711599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8135147123034711599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/09/era-uma-mulher-feia-via-se-logo.html' title=''/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-9184001558532324236</id><published>2008-08-24T21:53:00.010-03:00</published><updated>2009-01-16T13:38:52.690-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série Trechos de Músicas'/><title type='text'>Série Trechos de Músicas - Nº 03</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"E o que eu faço enquanto eu perco você?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E o que eu faço enquanto esqueço você?"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;[Sammy Daves - Tormenta e Calmaria]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tava legal sim, mas ah... não tava tão legal. Eu queria ir mais alto, queria ao menos chegar perto daquela sensação tão diferente. Era como se eu pulasse, mas por mais que me esforçasse, não conseguisse alcançar... Você experimenta uma vez e é tão bom, supremo, esplêndido. Por que não é assim depois? Por que parece que é uma corrida sem fim, sempre vislumbrando o êxtase, mas nunca o alcançando. Correndo, correndo, correndo, até cansar e cair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como se tudo fosse sempre uma tentativa. Uma atrás da outra, mas sempre uma tentativa. E eu me canso de tentar, de tentar sempre. Sempre que eu me deito à noite, tenho sempre aquela sensação de não ter conseguido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relembro os fatos do dia e da noite, de olhos fechados, e penso muito em tudo, a confusão aumenta, os pensamentos se embaralham. Percebo que não me lembro das pessoas, elas são uma grande massa uniforme, sem sentido e sem ideal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As palavras que eu disse não ecoaram no vazio. E eu me cansei de dizer, de sentir, de olhar, de esperar, de sorrir, de chorar, de acreditar... As coisas não vão acontecer, você não vai conhecer, você não vai gostar, você não vai querer, você não vai tentar, você não vai ficar nem ir embora, você não vai existir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E à sua volta o mundo tenta girar, mas você já não se sente parte dele, é apenas inércia. Você não sabe mais o que fazer, você não consegue mais fazer. O mundo acontece, você não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem é você, estranho?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-9184001558532324236?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/9184001558532324236/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=9184001558532324236' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/9184001558532324236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/9184001558532324236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/08/e-o-que-eu-fao-enquanto-eu-perco-voc-e.html' title='Série Trechos de Músicas - Nº 03'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-847560034995996565</id><published>2008-08-08T01:21:00.003-03:00</published><updated>2008-08-08T15:24:10.050-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série Trechos de Músicas'/><title type='text'>Série Trechos de Músicas - Nº 02</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"There's still a little piece of your face I haven't kissed"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;[Damien Rice - Cannonball]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada dia, quando eu acordo e te observo ao meu lado, percebo que você já é outro, diferente daquele que me abraçou ao deitar. Observo cada detalhe do seu rosto adormecido, antes de te despertar com um beijo e receber seu sorriso de olhos ainda fechados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um sábio uma vez disse, à beira de um rio silencioso, que as águas de um rio jamais são as mesmas. No minuto seguinte, o rio já era outro. O sábio também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu percebo, todas as manhãs, que seu sorriso é sempre único, há um para cada dia da vida, um para cada beijo meu. E quando você abre os olhos, meu reflexo neles já não é mais o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós rimos um para o outro, saboreamos ali juntos, abraçados, os primeiros momentos do dia, e eu sinto que meu amor por você já é outro e que todos os meus eus amam completamente os seus.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-847560034995996565?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/847560034995996565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=847560034995996565' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/847560034995996565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/847560034995996565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/08/srie-trechos-de-msicas-n-02.html' title='Série Trechos de Músicas - Nº 02'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-4961568854794182429</id><published>2008-07-28T23:43:00.008-03:00</published><updated>2008-07-29T00:25:38.798-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série Trechos de Músicas'/><title type='text'>Série Trechos de Músicas - Nº 01</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"When night comes down, you lock the door.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; The book falls to the floor."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;[Pink Floyd - A Pillow of Winds]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poltrona ficava perto da janela. Da janela se podia ver o campo que se estendia, em declive, do fundo da casa até a estrada que passava por ali, a única que chegava e saía daquela cidade. Todos os dias, às cinco horas da tarde, eu me sentava nessa poltrona e lia. Lia os mesmos livros de há vinte anos, ao ponto de decorar as passagens mais marcantes. De vez em quando, elevava os olhos até o campo, até a estrada, e parecia continuar a ler sem olhar para o livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim meu olhar se perdia por aqueles campos, pelas flores, pela grama. Às vezes ia com os raros carros que passavam pela estrada e voltava com outros mais raros ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então o sol começava a se pôr e a me trazer de volta para mim. Levantava, olhava em volta, registrava cada móvel da sala. Todos estiveram sempre no mesmo lugar, pareciam entes que repousavam, cheios de memória e de melancolia. Andava entre eles solenemente, respeitando cada lembrança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a porta já trancada, voltava à minha poltrona. Com o livro no colo, apenas à luz do por do sol, olhava pela janela a chuva fria e fina que começava a cair. As gotas pareciam as palavras de um livro. Lia-as até que o livro tombasse ao chão, provocando um som, que abafado pelo tapete, não chegava a me despertar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-4961568854794182429?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/4961568854794182429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=4961568854794182429' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4961568854794182429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4961568854794182429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/07/srie-trechos-de-msicas-n-01.html' title='Série Trechos de Músicas - Nº 01'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-2116883398793642706</id><published>2008-07-06T23:18:00.004-03:00</published><updated>2008-07-06T23:29:01.338-03:00</updated><title type='text'>A Jornada</title><content type='html'>Não, eu não estou bem. Por que estaria? Você está bem? Não. Nem eu, nem você, nem ela, nem ele, ninguém está bem. Entretanto, isso não quer dizer que sejamos ingratos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não estou bem, mas agradeço a Deus por tudo que tenho, absolutamente tudo, inclusive as dores e os sofrimentos. Agradeço por tudo que sou e pelo que trabalharei para ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que mentir para o mundo e dizer: 'estou bem!', 'estou feliz!'? Por que não encarar a sua própria dor e aceitá-la como algo que te fará aprender, mudar, evoluir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouquíssimas pessoas são felizes realmente. Muitíssimas fingem que o são para fugirem da árdua tarefa de se auto-conhecer. Qual o sentido da vida? Por que estamos aqui na Terra? Por que nascemos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Hoje sei muito bem que nada na vida repugna tanto ao homem do que seguir pelo caminho que o conduz a si mesmo." [Hermann Hesse - Demian]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos para que possamos ter a oportunidade de chegar ao auto-conhecimento. Não é outro o sentido da vida. Pois absolutamente tudo passa pelo auto-conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ferimos, matamos, choramos, sofremos, é porque não nos conhecemos, não sabemos dos nossos limites e os ultrapassamos. Buscamos a felicidade sem saber o que ela é para nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque a felicidade existe para aqueles que já se conhecem e, por terem esse conhecimento, conhecem os outros e sabem respeitá-los, vivendo em harmonia consigo mesmos e com o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos em busca do auto-conhecimento, que não é algo impossível, é apenas trabalhoso. Pois fazer o mal é extremamente fácil, mas repará-lo, fazer o bem, é algo totalmente diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que a esperança te faz levar os olhos para o alto e sonhar com uma consciência tranqüila, a dor, que te leva embora a respiração e te faz envergar o corpo físico, te lembra do longo caminho ainda a percorrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desistir? Jamais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SHF-cbpq2mI/AAAAAAAAADw/B2-uVWrDs2Y/s1600-h/estrada-esperanca.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SHF-cbpq2mI/AAAAAAAAADw/B2-uVWrDs2Y/s400/estrada-esperanca.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5220092470023084642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-2116883398793642706?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/2116883398793642706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=2116883398793642706' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2116883398793642706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2116883398793642706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/07/jornada.html' title='A Jornada'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SHF-cbpq2mI/AAAAAAAAADw/B2-uVWrDs2Y/s72-c/estrada-esperanca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-5399078111135045881</id><published>2008-06-27T19:05:00.003-03:00</published><updated>2008-06-27T19:09:15.646-03:00</updated><title type='text'>Micro e soft</title><content type='html'>Bill Gates se aposentando em tempo parcial da Microsoft, hehehe!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora veja o staff da Microsoft em 1978:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SGVkrEHxRiI/AAAAAAAAADo/Y_RpCSl0PgE/s1600-h/msoft.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SGVkrEHxRiI/AAAAAAAAADo/Y_RpCSl0PgE/s400/msoft.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5216686434382071330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dá pra formar uma banda de rock estilo The Mamas and The Papas, não dá? ^^&lt;br /&gt;Gates seria o produtor ou alguém totalmente backstage, lógico.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-5399078111135045881?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/5399078111135045881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=5399078111135045881' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/5399078111135045881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/5399078111135045881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/06/micro-e-soft.html' title='Micro e soft'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SGVkrEHxRiI/AAAAAAAAADo/Y_RpCSl0PgE/s72-c/msoft.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-2026996147497348457</id><published>2008-06-20T22:38:00.003-03:00</published><updated>2008-12-03T09:45:45.198-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Melhores'/><title type='text'>Meet me at Andromeda by 3h49</title><content type='html'>Você deveria vir me encontrar hoje nas estrelas, nas constelações, nas nebulosas, porque lá não há limites, não há máscaras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque lá se vive sem o peso, esse peso que a nossa consciência carrega, que pesa mais que o próprio peso da Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixe a sua mente ser livre essa noite e me acompanhe. Saiba que lá também não há mais ninguém, porque pra lá só vão mentes livres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense que nada disso é real, nada do que você vê desde que acorda até quando vai dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas os sonhos, as constelações e as nebulosas são reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontre-me na Constelação de Andrômeda às 3 horas e 49 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SFxcL5xGgbI/AAAAAAAAADg/aB3pihKx14M/s1600-h/andromeda.gif"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SFxcL5xGgbI/AAAAAAAAADg/aB3pihKx14M/s400/andromeda.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214143828143276466" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-2026996147497348457?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/2026996147497348457/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=2026996147497348457' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2026996147497348457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2026996147497348457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/06/meet-me-at-andromeda-by-3h49.html' title='Meet me at Andromeda by 3h49'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SFxcL5xGgbI/AAAAAAAAADg/aB3pihKx14M/s72-c/andromeda.gif' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-5360704831702530841</id><published>2008-06-20T01:00:00.002-03:00</published><updated>2008-06-20T01:04:10.856-03:00</updated><title type='text'>Além do que se vê</title><content type='html'>Eu combinei comigo mesma uma escala diária:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 horas de sono,&lt;br /&gt;15 horas pra fingir que vivo e&lt;br /&gt;1 hora antes de dormir pra viver a minha realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SFssHbAt0TI/AAAAAAAAADY/4Cp42jcC034/s1600-h/iceberg.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SFssHbAt0TI/AAAAAAAAADY/4Cp42jcC034/s400/iceberg.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5213809499632947506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-5360704831702530841?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/5360704831702530841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=5360704831702530841' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/5360704831702530841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/5360704831702530841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/06/alm-do-que-se-v.html' title='Além do que se vê'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SFssHbAt0TI/AAAAAAAAADY/4Cp42jcC034/s72-c/iceberg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-3895364281050003857</id><published>2008-06-17T18:51:00.002-03:00</published><updated>2008-06-17T18:58:09.252-03:00</updated><title type='text'>Quebra-cabeça</title><content type='html'>Um dia você se dará conta de que cada movimento seu, cada passo, cada escolha foi importante para que você estivesse onde está agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por não conseguirmos sequer imaginar o peso de cada acontecimento, muitas vezes deixamos passar oportunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oportunidades são peças do quebra-cabeça. Aparecem na hora certa, apesar de não notarmos. Se as aproveitarmos, saberemos posteriormente onde encaixá-las, quando ficarmos diante de uma das peças que está ao lado de uma peça-oportunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só aí saberemos o valor de uma oportunidade. Podemos refletir sobre o quanto foi bom tê-la aproveitado ou sobre o quanto de tempo perdemos em tê-la deixado passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo da nossa formação familiar e educacional, tudo que juntamos são peças-oportunidade. Mais tarde descobriremos seu uso, pois não há nada que ocorra por acaso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E absolutamente cada oportunidade aproveitada, cada habilidade adquirida, a menor e a maior das experiências, tudo será útil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SFgy6sTRqQI/AAAAAAAAADI/HkBioHqeyas/s1600-h/QuebraCabecas.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SFgy6sTRqQI/AAAAAAAAADI/HkBioHqeyas/s400/QuebraCabecas.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5212972552587159810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-3895364281050003857?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/3895364281050003857/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=3895364281050003857' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/3895364281050003857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/3895364281050003857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/06/quebra-cabea.html' title='Quebra-cabeça'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SFgy6sTRqQI/AAAAAAAAADI/HkBioHqeyas/s72-c/QuebraCabecas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-983910864210700484</id><published>2008-06-14T18:49:00.002-03:00</published><updated>2009-02-09T11:54:03.329-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Essa dor que parece não ter fim&lt;br /&gt;Finaliza minha alma&lt;br /&gt;Do fim para o começo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra já começar sem fim&lt;br /&gt;Sem esperança&lt;br /&gt;Sem luz no fim&lt;br /&gt;Porque o fim já não existe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SFQ9N8wy_7I/AAAAAAAAADA/ixk1e7zSLE8/s1600-h/EndLine2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SFQ9N8wy_7I/AAAAAAAAADA/ixk1e7zSLE8/s400/EndLine2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5211857978632896434" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-983910864210700484?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/983910864210700484/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=983910864210700484' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/983910864210700484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/983910864210700484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/06/essa-dor-que-parece-nao-ter-fim.html' title=''/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SFQ9N8wy_7I/AAAAAAAAADA/ixk1e7zSLE8/s72-c/EndLine2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-3423899867680010803</id><published>2008-06-12T22:10:00.004-03:00</published><updated>2008-06-12T22:21:18.426-03:00</updated><title type='text'>Adeus</title><content type='html'>Eu sempre quis dizer adeus, daqueles bem dolorosos, no auge do contentamento...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;um adeus&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Precedido de alegria e sucedido por um longo silêncio, daqueles cheios de palavras mudas. E mesmo que eu não agüentasse, que quisesse voltar correndo, de braços abertos, eu queria. Não apenas queria, sabia. Sabia que um dia teria que dizê-lo, com todas as letras frias e afiadas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;adeus&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;E eu sabia também que você aceitaria, que apenas me olharia, daria as costas, sumiria. Como eu queria que você não me deixasse dizê-lo, tapasse minha boca ou seus ouvidos, me fizesse esquecer de tudo com um abraço. Não.&lt;br /&gt;&lt;center&gt;adeus&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Permaneceu como pedra. Apenas ouviu e aceitou o golpe. Sangraria? Não sei. Sararia? Talvez. Eu sangraria e não sararia jamais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SFHLbpjwUOI/AAAAAAAAAC4/5zj0DxZ0awA/s1600-h/rosa.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SFHLbpjwUOI/AAAAAAAAAC4/5zj0DxZ0awA/s400/rosa.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5211169919717101794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-3423899867680010803?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/3423899867680010803/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=3423899867680010803' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/3423899867680010803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/3423899867680010803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/06/adeus.html' title='Adeus'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SFHLbpjwUOI/AAAAAAAAAC4/5zj0DxZ0awA/s72-c/rosa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-2656125478115945780</id><published>2008-06-12T21:42:00.007-03:00</published><updated>2008-11-06T11:02:01.266-02:00</updated><title type='text'>"Everyone I know goes away in the air"</title><content type='html'>Se você me libertasse eu correria pra você.&lt;br /&gt;Mas eu te libertei e você fugiu de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como todos os que passaram.&lt;br /&gt;Livres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu quero tanto ir embora, que sei que teria que te deixar um dia.&lt;br /&gt;Você foi apenas mais rápido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Babe, I'm gonna leave you". Twice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SFHIrkPvY2I/AAAAAAAAACw/1hNQ4Og8YzQ/s1600-h/adeus.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SFHIrkPvY2I/AAAAAAAAACw/1hNQ4Og8YzQ/s400/adeus.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5211166894634001250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-2656125478115945780?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/2656125478115945780/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=2656125478115945780' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2656125478115945780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2656125478115945780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/06/everyone-i-know-goes-away-in-air.html' title='&quot;Everyone I know goes away in the air&quot;'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SFHIrkPvY2I/AAAAAAAAACw/1hNQ4Og8YzQ/s72-c/adeus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-8564314932057535041</id><published>2008-06-05T19:59:00.003-03:00</published><updated>2008-12-03T09:48:33.590-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Melhores'/><title type='text'>Amo</title><content type='html'>Amo,&lt;br /&gt;com um amor calmo e sereno&lt;br /&gt;para o qual o tempo não existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SEhxZPpRJYI/AAAAAAAAACo/bwFsdYF3UJI/s1600-h/Egypt_Sphinx_Giza_Pyramid.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SEhxZPpRJYI/AAAAAAAAACo/bwFsdYF3UJI/s400/Egypt_Sphinx_Giza_Pyramid.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208537647564268930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-8564314932057535041?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/8564314932057535041/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=8564314932057535041' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8564314932057535041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8564314932057535041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/06/amo.html' title='Amo'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SEhxZPpRJYI/AAAAAAAAACo/bwFsdYF3UJI/s72-c/Egypt_Sphinx_Giza_Pyramid.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-3984786957028389950</id><published>2008-06-02T16:24:00.011-03:00</published><updated>2008-06-02T18:45:54.750-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Eu estava pensando, pensando, pensando tanto, que dormi. E os pensamentos escorreram pela minha boca como baba e mancharam tudo. Acordei com um pensamento grudado na cara. Ele tinha letras e imagens. Os pensamentos têm letras e imagens! Era a sua imagem. Mas espera! Não era só a sua, eram muitas, todas misturadas entre si. Ora era você, ora ele, ora ela. O texto estava turvo, letras dissolvidas na baba. Tentei recuperar o nexo com o pensamento que estava grudado no lençol, mas não havia como. Pensamento babado, pensamento perdido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Liguei a torneira, peguei água com as mãos e limpei os pensamentos. Ao contato com a água eles se tornaram furta-cor, como aqueles papéizinhos de embrulhar presentes, e foram abaixo. Por um momento pensei o que fariam aqueles pensamentos no esgoto, se sobrevivessem. Se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que fazem os pensamentos que sobrevivem? Decidi experimentar. Peguei um pensamento ainda grudado na cama e o guardei na boca. Mais tarde, quando te encontrei, passei-o para você. Não sei se você percebeu. Por um momento vi o interior da sua boca brilhar. E vejam só, tinha uma cor diferente. Não era furta-cor. Gostei e, dias depois, tentei novamente. Também dessa vez você não percebeu e o pensamento estava de outra cor, diversa das anteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim fui fazendo e você nunca notou. Até que um dia eu ri e você não entendeu, mas é que você falava justamente algo que eu tinha pensado na noite anterior, e da sua boca saíam pensamentos de todas as cores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SERp9JH7NbI/AAAAAAAAACg/QvXyOd1oFEU/s1600-h/Psychedelic.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SERp9JH7NbI/AAAAAAAAACg/QvXyOd1oFEU/s400/Psychedelic.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5207403568289232306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-3984786957028389950?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/3984786957028389950/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=3984786957028389950' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/3984786957028389950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/3984786957028389950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/06/eu-estava-pensando-pensando-pensando.html' title=''/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SERp9JH7NbI/AAAAAAAAACg/QvXyOd1oFEU/s72-c/Psychedelic.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-94919317221297892</id><published>2008-06-02T00:42:00.001-03:00</published><updated>2008-06-02T00:42:15.700-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;Cada um que passa em nossa vida,&lt;br /&gt;Passa sozinho ...&lt;br /&gt;Porque cada pessoa é única pra nós,&lt;br /&gt;E nenhuma substitui a outra...&lt;br /&gt;Cada um que passa em nossa vida,&lt;br /&gt;Passa sozinho,&lt;br /&gt;Mas não vai só...&lt;br /&gt;Cada um que passa em nossa vida,&lt;br /&gt;Leva um pouco de nós mesmos,&lt;br /&gt;E nos deixa um pouco de si mesmo...&lt;br /&gt;Há os que levam muito,&lt;br /&gt;Mas não há os que não levam nada...&lt;br /&gt;Há os que deixam muito,&lt;br /&gt;Mas não há os que não deixam nada...&lt;br /&gt;Esta é a mais bela realidade da vida.&lt;br /&gt;A prova tremenda da importância de cada um,&lt;br /&gt;É que ninguém se aproxima do outro por acaso.... &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Antoine de Saint-Exupéry&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-94919317221297892?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/94919317221297892/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=94919317221297892' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/94919317221297892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/94919317221297892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/06/cada-um-que-passa-em-nossa-vida-passa.html' title=''/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-4986749008796941004</id><published>2008-06-01T23:59:00.005-03:00</published><updated>2008-06-02T00:48:38.098-03:00</updated><title type='text'>Sobre o sofrimento</title><content type='html'>As pessoas sofrem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sofro&lt;br /&gt;Tu sofres&lt;br /&gt;Ele sofre&lt;br /&gt;Nós sofremos&lt;br /&gt;Vós sofreis&lt;br /&gt;Eles sofrem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas tentam fugir do sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sofro&lt;br /&gt;Tu sofres&lt;br /&gt;Ele sofre&lt;br /&gt;Nós sofremos&lt;br /&gt;Vós sofreis&lt;br /&gt;Eles sofrem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sofrimento é parte integrante e indispensável da vida de todos os seres humanos, absolutamente todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sofrimento é individual e único. Ninguém sofre no lugar de ninguém. A dor de um não é comparável à dor de outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que apenas o dono do sofrimento pode saber sua origem e o modo de solucioná-lo. Desde que o encare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, sofram. ;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SENte5H7NZI/AAAAAAAAACQ/v1QRghx4DrA/s1600-h/sofrimento.bmp"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SENte5H7NZI/AAAAAAAAACQ/v1QRghx4DrA/s320/sofrimento.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5207125971667989906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-4986749008796941004?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/4986749008796941004/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=4986749008796941004' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4986749008796941004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/4986749008796941004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/06/sobre-o-sofrimento.html' title='Sobre o sofrimento'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SENte5H7NZI/AAAAAAAAACQ/v1QRghx4DrA/s72-c/sofrimento.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-1831410170438960625</id><published>2008-05-24T00:01:00.002-03:00</published><updated>2008-12-03T09:49:46.672-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Melhores'/><title type='text'></title><content type='html'>No silencioso desespero da solidão recém-conformada&lt;br /&gt;Acordei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com os olhos vazios de quem olha mas não vê&lt;br /&gt;Olhei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentindo ainda as lágrimas que não secam jamais&lt;br /&gt;Chorei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um choro silencioso de alma&lt;br /&gt;de lágrimas que apenas molham os olhos&lt;br /&gt;mas não têm permissão de cair&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como se houvesse deixado a alegria no ontem&lt;br /&gt;Levantei-me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhando lá fora as nuvens escuras&lt;br /&gt;Senti-as dentro de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soube então que viveria apesar da vida&lt;br /&gt;que sorriria apesar da tristeza&lt;br /&gt;e que caminharia na solidão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15 fev 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SDeHK42DjWI/AAAAAAAAACI/Ex1iqmYo9yg/s1600-h/Olga+Spiegel+-+Sea+Bubblestars.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SDeHK42DjWI/AAAAAAAAACI/Ex1iqmYo9yg/s320/Olga+Spiegel+-+Sea+Bubblestars.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5203776515577449826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Olga Spiegel - &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sea Bubblestars&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-1831410170438960625?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/1831410170438960625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=1831410170438960625' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/1831410170438960625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/1831410170438960625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/05/no-silencioso-desespero-da-solido-recm.html' title=''/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SDeHK42DjWI/AAAAAAAAACI/Ex1iqmYo9yg/s72-c/Olga+Spiegel+-+Sea+Bubblestars.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-7491374692902038829</id><published>2008-05-13T21:20:00.002-03:00</published><updated>2008-05-13T21:40:36.118-03:00</updated><title type='text'>Nirvana - Drain You</title><content type='html'>Porque só o Kurt podia falar isso hauhauhauhauhauhauhauhaa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Chew your meat for you&lt;br /&gt;Pass it back and forth&lt;br /&gt;In a passionate kiss&lt;br /&gt;From my mouth to yours&lt;br /&gt;'Cause I like you"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vc já fez isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SCo044M2KeI/AAAAAAAAAB4/ud55L8Xg58M/s1600-h/kurt.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SCo044M2KeI/AAAAAAAAAB4/ud55L8Xg58M/s320/kurt.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5200026871516244450" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-7491374692902038829?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/7491374692902038829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=7491374692902038829' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7491374692902038829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7491374692902038829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/05/nirvana-drain-you.html' title='Nirvana - Drain You'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SCo044M2KeI/AAAAAAAAAB4/ud55L8Xg58M/s72-c/kurt.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-2299606353239920048</id><published>2008-05-12T00:32:00.003-03:00</published><updated>2008-05-12T00:36:31.074-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>É engraçado que existam músicas tão emocionantes, no sentido de que vc a ouve e consegue sentir o que ela pretende passar, em harmonia perfeita, instrumental, voz, letra. Não é como quando vc já está sentindo alguma coisa e ouve uma música que tem a ver com aquilo. É a música que provoca o sentimento em vc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouçam:&lt;br /&gt;Nancy Sinatra - Bang Bang (Da trilha sonora de Kill Bill Vol. 1.)&lt;br /&gt;Green Bird - Da trilha sonora de Cowboy Bebop (música e cena - perfeitas)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-2299606353239920048?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/2299606353239920048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=2299606353239920048' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2299606353239920048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2299606353239920048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/05/engraado-que-existam-msicas-to.html' title=''/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-5831024406517505814</id><published>2008-05-06T19:35:00.002-03:00</published><updated>2008-05-06T19:38:57.139-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>"Every time you go away, you take a piece of me with you"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai chegar uma hora que não vai sobrar mais nada!&lt;br /&gt;Pense nisso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SCDd4pwn4II/AAAAAAAAABw/M4w5iV-4LZ8/s1600-h/pieceofcake.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SCDd4pwn4II/AAAAAAAAABw/M4w5iV-4LZ8/s320/pieceofcake.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5197397935337758850" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-5831024406517505814?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/5831024406517505814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=5831024406517505814' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/5831024406517505814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/5831024406517505814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/05/every-time-you-go-away-you-take-piece.html' title=''/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SCDd4pwn4II/AAAAAAAAABw/M4w5iV-4LZ8/s72-c/pieceofcake.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-2299882900139915430</id><published>2008-05-04T22:58:00.001-03:00</published><updated>2008-05-04T23:02:52.739-03:00</updated><title type='text'>Sorte de hoje</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Aguarde para breve momentos emocionantes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tô esperando, tô esperando!!! \o/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cadê? Cadê? Cadê?!?! \o/ \o/ \o/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SB5qjJwn4HI/AAAAAAAAABo/XsZHPqIV0gI/s1600-h/emocionante.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SB5qjJwn4HI/AAAAAAAAABo/XsZHPqIV0gI/s320/emocionante.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196708172179955826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-2299882900139915430?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/2299882900139915430/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=2299882900139915430' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2299882900139915430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/2299882900139915430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/05/sorte-de-hoje.html' title='Sorte de hoje'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SB5qjJwn4HI/AAAAAAAAABo/XsZHPqIV0gI/s72-c/emocionante.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-142716966488593223</id><published>2008-04-23T13:49:00.004-03:00</published><updated>2008-04-23T13:57:19.780-03:00</updated><title type='text'>Um scanner e nada pra fazer</title><content type='html'>Olha o resultado da obra paralizada do lado da FD:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SA9o4pwn4GI/AAAAAAAAABg/f9sIxW5XVK4/s1600-h/aedes2.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SA9o4pwn4GI/AAAAAAAAABg/f9sIxW5XVK4/s320/aedes2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5192484217873227874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Simpáticos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Aedes Aegypti&lt;/span&gt;. Mortos. Hahahahahaha! &gt;=]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-142716966488593223?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/142716966488593223/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=142716966488593223' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/142716966488593223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/142716966488593223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/04/um-scanner-e-nada-pra-fazer.html' title='Um scanner e nada pra fazer'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SA9o4pwn4GI/AAAAAAAAABg/f9sIxW5XVK4/s72-c/aedes2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-1488531125917798247</id><published>2008-04-23T12:22:00.004-03:00</published><updated>2008-04-23T12:39:07.399-03:00</updated><title type='text'>Notícia: Feridas a caminho de baile funk, Correio Braziliense, 13/04/2008</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Duas garotas foram baleadas na madrugada de ontem quando iam para um baile funk entre os morros Chapéu Mangueira e Pavão, na Zona Sul do Rio de Janeiro. As vítimas têm &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;10 &lt;/span&gt;e 19 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;10 anos indo pra baile funk?!?!?! Nem precisa dizer no que vai dar, já que nenhuma delas morreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem imagem dessa vez hehehehe! u.u&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-1488531125917798247?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/1488531125917798247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=1488531125917798247' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/1488531125917798247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/1488531125917798247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/04/notcia-feridas-caminho-de-baile-funk.html' title='Notícia: Feridas a caminho de baile funk, Correio Braziliense, 13/04/2008'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-9028899505094044727</id><published>2008-04-21T20:06:00.007-03:00</published><updated>2008-07-07T01:12:03.838-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Melhores'/><title type='text'>No way out</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“So it slips through your hands, like grains of sand, you watch it go&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;There is no time to be lost, you pay the cost, so get it right&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;There is no way out of here, when you come in you're in for good”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma nota de arrependimento talvez. Uma carta a um amor perdido para sempre. Era tudo que eu queria escrever naquela noite, algo que pudesse amainar o sofrimento da impotência diante dos desígnios da vida. Mil lágrimas inconsoláveis era o que eu tinha, entretanto. Sozinha no quarto, em casa, na vida, assim eu pensava, assim me sentia. Não parecia haver remédio para tanta dor, não parecia nem ao menos haver corpo que pudesse controlar aquela alma em fúria dolorosa, mas não de amor, de inconformação. Tudo queria destruir-me, principalmente eu mesma. Acabar com toda a fonte do meu mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo o meu ser pensante se esvaía, sobrava aquele coração que me atirava em cheio na cama, convulsa de lágrimas. Era, antes de tudo, uma batalha interna. Eu queria ao mesmo tempo raciocinar e entregar-me à minha própria dor, deliciar-me com ela, viver para ela, sentir que todos os que a desejavam estavam sendo felizes, regozijando-se no meu sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, esses pensamentos não poderiam ser meus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisava reagir, acender as luzes do quarto e da mente, encarar minha dor com outros olhos. Vê-la fiel a mim, participante, companheira. Enfim, andar de braços dados com ela, mas andar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SA0fyJwn4FI/AAAAAAAAABY/sF4U5VWz5Ig/s1600-h/lagrima.jpeg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SA0fyJwn4FI/AAAAAAAAABY/sF4U5VWz5Ig/s320/lagrima.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5191840891901829202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;La lagrima&lt;/span&gt;, Claudia Perenzalez&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-9028899505094044727?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/9028899505094044727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=9028899505094044727' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/9028899505094044727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/9028899505094044727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/04/no-way-out.html' title='No way out'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SA0fyJwn4FI/AAAAAAAAABY/sF4U5VWz5Ig/s72-c/lagrima.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-7141817779577281964</id><published>2008-04-21T00:15:00.004-03:00</published><updated>2008-05-22T10:50:33.681-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Melhores'/><title type='text'></title><content type='html'>Não, não me peça para esquecer&lt;br /&gt;que eu não consigo&lt;br /&gt;Não, não me peça para ir embora&lt;br /&gt;que eu não quero&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me chame de teimosa&lt;br /&gt;Se é você que pede coisas impossíveis&lt;br /&gt;E não me chame de abusada&lt;br /&gt;Eu sei que sou, mas não quero ouvir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu quero ouvir&lt;br /&gt;Você não pode dizer&lt;br /&gt;Então cala&lt;br /&gt;e me abraça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SAwILE1awiI/AAAAAAAAABQ/Hg_qvw97xds/s1600-h/abraco.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SAwILE1awiI/AAAAAAAAABQ/Hg_qvw97xds/s320/abraco.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5191533456820716066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-7141817779577281964?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/7141817779577281964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=7141817779577281964' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7141817779577281964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7141817779577281964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/04/no-no-me-pea-para-esquecer-que-eu-no.html' title=''/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SAwILE1awiI/AAAAAAAAABQ/Hg_qvw97xds/s72-c/abraco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-8014289008252731264</id><published>2008-04-17T10:50:00.006-03:00</published><updated>2008-05-22T10:50:40.683-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Melhores'/><title type='text'>Nada de viagens monótonas de ônibus. Tem que ter emoção!</title><content type='html'>Se você deseja ter emocionantes viagens de ônibus, tudo o que tem que fazer é cometer o desatino de entrar num ônibus da VIPLAN por livre e espontânea vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de entrar na sucatazinha amarela, que por sinal cheira muito mal, você usa o paninho que deixaram por ali para limpar seu banco, que está molhado porque 'alguém' esqueceu as janelas abertas na hora da chuva. Tudo bem, quem precisa de cadeiras estofadas, limpas e secas, isso é luxo. E luxo é lixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dali a uma meia hora você já consegue até pegar no sono. Aquele sono gostoso misturado com o cheiro e o barulho. Você está até com sorte porque não tem luz no ônibus, melhor pra dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito sem emoção, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas começam a dizer (leia-se &lt;span style="font-style: italic;"&gt;praguejar&lt;/span&gt;): "Vai explodir!", "Quebrou!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não é pesadelo. Se continuar, o motor vai explodir sim. E quebrou mesmo, bem naquele trecho onde é raro passar um ônibus, ainda mais à noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tá começando a ficar bom!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A multidão rapidamente começa a se enfurecer, ou seja, a gritar ainda mais, a falar com as pessoas próximas (nessas horas as barreiras sociais se quebram e ficam todos unidos numa só desgraça), a acender os seus cigarros, até quem não fuma quer acender um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém atira uma pedra no ônibus!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentira. Você não acreditou que isso aconteceria aqui em Brasília, né? O ônibus continua intacto, provavelmente até agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega o guincho. A loura mais histérica, sempre tem uma mulher mais histérica (as mulheres que me perdoem, mas a culpa é realmente de vocês), quer ir embora com o guincho. Sim, é isso mesmo que você leu. A loura histérica quer ir embora com o cara do guincho! E aí, mais alguém se habilita?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminado o árduo trabalho de encaixar o guincho no ônibus, todo mundo pra dentro de novo(!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você já teve o prazer de estar num ônibus que está sendo guinchado? Eu já.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;500 metros à frente, desce todo mundo de novo. Pense na cena: um monte de gente, estudantes, trabalhadores, homens, mulheres e crianças andando nos gramados, dirigindo-se à pista mais próxima para interceptar outro ônibus amarelo-sucata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Opa, peraí! Eis que vem um outro L2 Gama Oeste. Corre todo mundo pra pista anterior e invade o 'L2'. Tá tudo dominado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabou? Claro que não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ônibus lotado, ânimos exaltados, alguém puxa a corda para sinalizar que quer descer. A campainha está funcionando? É claro que não. Este ônibus também está às escuras. Aliás, esse parece bem mais antigo que o anterior, não? Sabe aquelas portas no meio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a parada ficando para trás. Gritos, pragas, xingamentos, murros no ônibus. E mais paradas ficando para trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual a solução? "Próxima, motorista!", "Próxima desce!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte? Todo mundo volta ao normal, afinal, depois de uma jantinha, um banhinho e uma novelinha das oito, quem se preocupa com ônibus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada povo tem o que merece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SAdcbloxZQI/AAAAAAAAABI/CMRDcuslIZc/s1600-h/Viplan.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SAdcbloxZQI/AAAAAAAAABI/CMRDcuslIZc/s320/Viplan.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5190218724597130498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-8014289008252731264?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/8014289008252731264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=8014289008252731264' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8014289008252731264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/8014289008252731264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/04/nada-de-viagens-montonas-de-nibus-tem.html' title='Nada de viagens monótonas de ônibus. Tem que ter emoção!'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SAdcbloxZQI/AAAAAAAAABI/CMRDcuslIZc/s72-c/Viplan.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5511497020394432916.post-7389399446137253285</id><published>2008-04-16T12:23:00.005-03:00</published><updated>2008-04-16T13:55:03.611-03:00</updated><title type='text'>Disquetes antigos XD</title><content type='html'>É impressionante o que se pode encontrar vasculhando disquetes antigos da FD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Não apenas um, mas dois trabalhos de Romantismo pra aula da Ana Laura! Hahahaha! A morte do sagrado? Não podia faltar né!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; "A 'morte do sagrado' que iniciou com os românticos também está presente no fantástico, o sentido do absoluto que antes pertencia a Deus e a ciência tomou posse, agora também não consegue mais satisfazer e tranqüilizar a humanidade."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Um texto do assessor político pessoal de Yasser Arafat!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Para uma paz palestino-israelense"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. E, claro, um disquete do Frajola! Por que não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SAYagloxZPI/AAAAAAAAABA/C_BdOlO5HX8/s1600-h/frajoladisk.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SAYagloxZPI/AAAAAAAAABA/C_BdOlO5HX8/s320/frajoladisk.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5189864767752332530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5511497020394432916-7389399446137253285?l=psychodimension.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psychodimension.blogspot.com/feeds/7389399446137253285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5511497020394432916&amp;postID=7389399446137253285' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7389399446137253285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5511497020394432916/posts/default/7389399446137253285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psychodimension.blogspot.com/2008/04/disquetes-antigos-xd.html' title='Disquetes antigos XD'/><author><name>Deyse Medeiros</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10245400774241658359</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_nTnoqTU9pDs/SAYagloxZPI/AAAAAAAAABA/C_BdOlO5HX8/s72-c/frajoladisk.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
