segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Reflexões para a boa convivência

O que evitar

1. Julgamento. Evite julgar, mesmo que só no pensamento. Nenhuma reação existe sem ação. Se o julgam hoje, é porque já julgou. Evitando o julgamento, quebra-se esse ciclo infrutífero. Quem julga o outro é porque se acha melhor do que ele. Quaisquer que sejam os critérios de certo e errado, que por sinal são sólidos como as ondas no mar, achar-se melhor que outro apenas demonstra pobreza de espírito.

"Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados" Lucas 6:37

2. Ciúme. Deriva do sentimento de posse. Dessa forma, evite o apego. Pratique o Amor universal, incondicional e desinteressado.

3. Apontar defeitos. Um tipo de julgamento. Ataca a autoestima daqueles que não se sentem seguros de si. Apontar defeitos nos outros demonstra, antes de tudo, a própria insegurança.

"Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca." Mateus 12:34

4. Comparação. Evite comparar as pessas umas com as outras. Mais um tipo de julgamento, tipo esse que despreza a individualidade inerente a cada um. Cada pessoa é um universo. Dessa forma, não faz sentido estabelecer comparações ou até mesmo padrões. As pessoas não são para se encaixarem em padrões, mas para serem aceitas e amadas como elas são.

"Amarás o teu próximo como a ti mesmo." Mateus 22:39

5. Preconceito. Incompatível com as noções de Amor universal e fraternidade universal. O invólucro carnal é diverso, porém temporário, e não exerce influência no caráter, só para citar um tipo de preconceito. Muito acima de cor da pele, opção sexual, opção religiosa, estilo de vida, ou qualquer das milhares de coisas que são alvo de preconceito - somos todos irmãos.

6. Fanatismo. O ser humano caminha invariavelmente para a evolução, de forma que onde quer que esteja, estará aprendendo lições valiosas que com certeza se somarão à sua caminhada evolutiva. Julgar um caminho como certo em detrimento de outro é uma atitude pretensiosa. Se pouco sabemos de nós mesmos, que dirá dos outros.

"Na casa de meu Pai há muitas moradas" João 14:2


O que cultivar

1. Individualidade. Vivemos em sociedade, mas o constante impulso de igualar todas as pessoas, encaixá-las em um padrão, é uma violência ao espírito, à individualidade que cada ser possui. Viver harmonicamente em sociedade, mas sem anular o seu eu verdadeiro. Ao contrário, fortalecê-lo cada vez mais em detrimento do ego, para que seja cada vez mais senhor de si e esteja cada vez mais imune às investidas regulares da sociedade para padronizá-lo.

2. Silêncio. O pensamento convertido em voz possui grande poder. Dessa forma, é necessário ter cuidado com o que verbalizamos, principalmente com relação a nós mesmos. O ser humano constantemente sabota sua própria vida com verbalizações negativas, depressivas, más, de todo infrutíferas, que apenas denotam desequilíbrio e frustração. Se ainda não conseguiu controlar o pensamento (que tem força independente de ser verbalizado ou não), que comece exercitando o silêncio, poupando a si mesmo e aos outros da verborragia.

3. Vibração. Tudo vibra constantemente no universo. Por meio de um exercício de consciência, podemos modificar nossa frequência vibratória. Vibrando positivamente, com amor e em harmonia, atrairemos vibrações afins.

"Toda manifestação de energia, seja esta no nível da matéria, do pensamento, emoção, vontade, desejo, amor, raiva, é construída através de vibrações e, dessa forma, podemos, com um duro trabalho de autoconsciência, mudar nossa frequência vibratória."